Empresa
AnaVitória estreiam em campanha com ajuda de Manu Gavassi

Mais que amigas… Irmãs e estrelas de moda! Se Manu Gavassi já era próxima de Ana Caetano e Vitória Falcão, ela agora compartilha com o duo também a mesma ação fashion. Isso porque, para divulgar a sua nova coleção com a marca Anacapri, ela decidiu enviar os modelos para o duo AnaVitória de uma forma inusitada nesta semana.
Ana e Vitória receberam em casa um carro ornamentado com flores, inspirado no Jardim Encantado, tema da campanha lançada pela marca do grupo Arezzo&Co. Com ele, em primeira mão, alguns dos novos modelos ainda não divulgados da coleção de Manu que chegam às lojas em abril. Amiga que é amiga tem prioridade, né? Chinelos super confortáveis com pegada invernal compõem o “recebidinho”; como são chamadas as entregas de presentes de influenciadoras pelas redes sociais. A ação segue a tendência de grandes estrelas que lançam collabs fashion e surpreendem amigos com presentes que não passam batido aos olhos e desejo dos fãs.
“Quando a gente acha que Manu cansou de nos surpreender com seu talento, ela nos apresenta mais uma possibilidade de compartilhar sua arte com o mundo. Seja em forma de moda, de música, de conceito ou de um carinho especial para os que são próximos a ela. Uma honra fazer parte desse momento tão importante para ela e que bom ter esses modelos lindos em casa agora, mesmo que estejamos em isolamento, são confortáveis para nos arrumarmos para nós mesmas. Com certeza o público vai sentir esse carinho todos e essa vibe boa com esses produtos”, conta o duo.
Pela segunda vez, Manu é a estrela de uma linha com Anacapri. Multitalentosa, ela não só elaborou e selecionou os modelos juntos com o time criativo da marca, como também é a responsável pelo conceito criativo. A campanha traz a inspiração em uma natureza lúdica, em que a partir do elemento flor e a beleza das suas cores, seu Jardim Encantado traz um toque atemporal à temporada fria do ano. A ideia ainda propõe uma reflexão sobre como podemos (e devemos!) nos conectar com a natureza – mesmo que seja internamente, já que os tempos atuais nem sempre permite que estejamos fora de nossos ambientes fechados.
Jardim Encantado
A segunda linha de Manu para Anacapri segue a proposta de conforto e praticidade (com muito estilo!) clássicas da marca. Quatro modelos criados por ela compõem a coleção com faixa de preço,entre R$199,90 e R$349,90, todos no melhor estilo flat.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
Empresa
Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.
A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.
A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.
Empresa
Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.
Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.
O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.
A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.
A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.
A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.
Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.








