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Ampfy traz o conceito ‘’Pode contar com a gente’’ em nova campanha da ATTO Sementes

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A ATTO Sementes, lança nova campanha criada pela Ampfy. Com o objetivo de ressaltar o melhor custo-benefício, a empresa destaca as vantagens exclusivas oferecidas aos produtores agrícolas, adotando uma abordagem que combina racionalidade e emoção.

Intitulada “ATTO Sementes: Pode contar com a gente!”, a iniciativa enfatiza a importância da razão ao calcular e quantificar os verdadeiros ganhos para a safra, ao mesmo tempo em que promove uma conexão emocional, ao mostrar que os produtores podem contar com a empresa em todo o processo do plantio.

Segundo Fred Siqueira, Co-fundador e CCO da Ampfy,  ‘’O conceito por trás da campanha se destaca pela dualidade da expressão “Pode contar”, que, no aspecto racional, incentiva os agricultores a analisarem as vantagens oferecidas pela ATTO, enquanto, no aspecto emocional, fortalece a relação de parceria e confiança com a marca em todas as situações’’.

‘’Com essa linguagem inovadora, reafirmamos o nosso compromisso em oferecer suporte integral aos produtores rurais, demonstrando que entregamos excelência em nossos produtos. Para nós, cada detalhe conta para uma safra de sucesso, cada decisão faz toda diferença.’’ comenta Mariangela Albuquerque, diretora de marketing do Grupo Atto.

Ficha Técnica Filme ATTO SEMENTES 

Cliente: ATTO SEMENTES 

Produto: ATTO SEMENTES

Projeto: Campanha Institucional 2024

Equipe de Marketing: Mariangela Albuquerque, Nayara Teixeira e Maiara Weis

Agência: AMPFY

CEO: André Chueri

CCO: Fred Siqueira

COO: Douglas Bocalão

CBO: Guilherme Brum

VP de Mídia e Growth: Sergio Brotto

ECD: Bruno Érnica

CDs: Raphael Almeida

Criação: Claudio Henrique dos S. Mendonça, Marcus Vinicius, Henrique Maciel e Augusto Ramos

Diretora Executiva de Atendimento: Barbara Gava Rodrigues

Atendimento: Isabella Asbeck e Naiane Andrade

Diretor de Planejamento: João Dutra

Planejamento: Camila Miguel Ogawa

Diretora Executiva de Mídia: Tais Degilio

Mídia: Luana da Mata, Rodrigo Addis e Daniel Lopes.

Content Lead: Vivi Freitas

Diretor de Operações: Eduardo Sassá

Gerente de Operações: Marcia Sumie

Líder de Produção: Carolina Godoy

Produção

Produtora/Imagem: UNCAVE

Direção: Daniel Caracas

Direção De Fotografia: Peu Ribeiro

Atendimento: Nadi Lima

Produção: Olivia Dias

Produção Local: Franciesca Ramos, Elisabete Rieth e Bruna Marangoni

Assistente de Direção: Manuel Vieira

Operador de Drone: Wyllon Moraleco de Oliveira

Produtor de Elenco: Anelise Casting

Equipe Maquiagem / Cabelo: Karla Araujo e Adi Ferri

Equipe Figurino: Alison Rangel e Lenin Garcia

Equipe ArteRaphael Costa, Isabela da Silva e Deyveson Leite

Equipe Elétrica / Maquinário: Cezarino de Paula Filho, José Lima, Rosivaldo Rosa e Jocenil do Nascimento

Pós-Produção

Montagem: Daniel Caracas e Fábio de Moura Barros

Color Grading: Leonardo Zaratin

Motion: Ariel Santos

Fotografia

Fotógrafo: Daniel Madsen

Assistente de fotografia: Pedro Mutzemberg Filho

Áudio

Trilha e Locução: Bragi Áudio

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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