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Alok é o novo business partner do Grupo Petrópolis

Produtor musical e um dos maiores DJ’s do mundo, Alok acaba de fechar uma parceria inédita com o Grupo Petrópolis. Ele será o novo business partner da companhia e terá o papel de contribuir com os negócios e o desenvolvimento de estratégia das marcas com foco na experiência do consumidor, tendo como pilares a inovação, o entretenimento e a responsabilidade social. O DJ também irá assumir um papel social ligando as iniciativas do GP ao Instituto Alok.
“Temos objetivos comuns de empreender sob estes três pilares. Estou muito feliz com o que planejamos para essa parceria, que envolve desde o desenvolvimento de produtos em conjunto, lançamento de músicas inspiradas nas marcas até um olhar mais institucional do Grupo voltado às causas sociais e de responsabilidade social”, explica Alok, que destaca que a parceria é a primeira em um formato de associação com empresas olhando pelo longo prazo, onde, além de contribuir com sua imagem, tem participação ativa nas estratégias das marcas.
O DJ terá o papel de participar ativamente dos projetos disruptivos e especiais do Grupo Petrópolis, a terceira maior cervejaria do Brasil com 100% de capital brasileiro com oito fábricas e mais de 190 unidades de distribuição em todo o País.
A parceria entre o GP e Alok resultará em contribuição mútua em diversos projetos, tais como criação de músicas, produção de conteúdo exclusivo, intervenções e interações do DJ com colaboradores que deverão ocorrer de modo recorrente. Além disso, Alok apoiará na divulgação de produtos onde parte da renda obtida com a venda será revertida para o Instituto Alok, com propósito de apoiar ações sociais.
Para a head de Marketing do Grupo Petrópolis, Eliana Cassandre, a chegada do DJ traz um novo olhar para a geração de oportunidades e negócios. “A escolha de Alok como business partner amplifica o propósito da companhia em se comunicar com diversos públicos. São dois mundos que se fundem. De um lado abrimos para o Alok o universo do Grupo, os desafios das marcas e os caminhos que almejávamos trilhar. De outro, Alok abriu seus planos e projetos futuros e vimos muita sinergia”, afirma.
O contato foi liderado pela Spark, powerhouse de marketing de influência, que atende o Grupo Petrópolis e já tinha uma relação próxima com o DJ. O founder e COO, Rafael Coca, foi o responsável em aproximá-los. “Essa união foi fruto da confiança mútua que ambos depositaram na Spark. Conciliamos interesses de duas potências nesse formato de parceria diferente do que ambos haviam feito anteriormente”, finaliza o publicitário.
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Cesan aposta em expressão popular e marketing digital para impulsionar uso de aplicativo em campanha de parcelamento

A transformação digital avança a passos largos na prestação de serviços públicos essenciais, e a Cesan (Companhia Espírito-Santense de Saneamento) acaba de lançar sua mais nova campanha de renegociação de débitos para acelerar esse processo. Desenvolvida pela agência Ampla, a iniciativa adota uma jornada com foco na conversão digital, projetada para direcionar consumidores das categorias residencial, comercial e industrial para os canais digitais da concessionária, permitindo a regularização de pendências financeiras com total conveniência.
O grande destaque do projeto de comunicação está em seu posicionamento criativo, que gira em torno do mote “Quem parcela não se aperta”. O conceito foi extraído diretamente de uma expressão popular para dialogar de forma leve, empática e imediata com a realidade do público. Thauana Moreira, head de criação da Ampla-ES, explica a estratégia por trás da linguagem adotada: “Ao utilizar essa abordagem, conseguimos dar máxima visibilidade ao benefício principal da ação – o parcelamento especial em até 100 vezes sem juros -, mostrando que colocar as contas em dia com a Cesan pode ser muito mais simples do que parece.”
A campanha utiliza recursos visuais que se complementam ao discurso institucional. Nos layouts das peças publicitárias, a palavra “par-ce-la” aparece grafada de forma dividida e silábica. De acordo com Bruno Reis, diretor de criação da Ampla, esse recurso atua como um trocadilho visual para reforçar o conceito de flexibilidade e o fôlego financeiro oferecido pela empresa.
A agência estruturou um plano de mídia focado prioritariamente no ecossistema digital. O objetivo central é incentivar o download e a utilização do aplicativo mobile da Cesan, plataforma que foi totalmente atualizada e blindada para garantir a realização de acordos de forma rápida e segura. Para guiar a jornada do usuário até a conversão, todas as peças dão protagonismo absoluto à chamada para ação (Call to Action) “Baixou, parcelou no app Cesan”. “Essa assinatura remete diretamente à sistemática, funcionando como uma ferramenta estratégica para contabilizar tanto os novos downloads do app quanto o volume de quitações de débitos dentro da plataforma”, complementa Bruno Reis.
O território visual da campanha foi planejado para transmitir uma sensação de tranquilidade e alívio, simulando o bem-estar do consumidor ao quitar suas pendências financeiras. As peças trazem fotografias de pessoas em situações leves e cotidianas, abandonando o tom burocrático e austero que geralmente acompanha comunicados de cobrança.
A direção de arte preservou o azul corporativo como a cor dominante para assegurar a identificação imediata da marca Cesan pelo público. Como elemento de modernização e dinamismo, foram inseridas formas circulares e detalhes em tons de rosa como cores complementares, conferindo energia e apelo contemporâneo às composições gráficas e consolidando o aplicativo como o principal ponto de contato entre a empresa e a comunidade.
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Saggezza desenvolve inteligência artificial capaz de reduzir em até 35% os custos de execução no PDV

A retailtech Saggezza traz ao mercado soluções baseadas em inteligência artificial e realidade aumentada que prometem revolucionar o trade marketing e a gestão de redes de franquias. O principal objetivo da empresa é demonstrar como a falta de conformidade entre as diretrizes planejadas pelas matrizes e a execução real nas lojas gera prejuízos severos para franqueados e franqueadores. Para dimensionar o problema, a companhia apoia-se em dados da One Door Retail Solutions, que apontam que falhas operacionais dessa natureza geraram perdas de US$ 125 bilhões apenas no mercado dos Estados Unidos em 2025.
O mesmo levantamento revela os impactos diretos dessas inconsistências na jornada de compra: 49,9% dos consumidores abandonam o estabelecimento quando um produto não está disponível ou sofre com problemas de exposição, enquanto 73,4% manifestam insatisfação imediata com a reputação da marca quando a execução no ponto de venda falha. Renato Paschoal, CEO da Saggezza, resume o gargalo enfrentado pelo setor varejista. “Campanha lançada não é campanha executada e, sem evidências, não há como fazer uma avaliação fidedigna. Hoje, o que existe é muito processo, pouco dado visível e nenhuma leitura do que foi realmente efetivo, refletindo em investimento desperdiçado e perda de vendas.”
Para solucionar esses pontos de fricção, a startup de tecnologia estruturou um sistema de auditoria que utiliza algoritmos de reconhecimento de imagem para validar a instalação de peças de comunicação, apontando desvios e gerando relatórios automatizados por loja. O processo oferece escala às redes por meio de relatórios com comprovação fotográfica geolocalizada e métricas precisas de conformidade. Complementarmente, a plataforma disponibiliza uma ferramenta de realidade aumentada que mapeia as dimensões e a profundidade física do ponto de venda, permitindo que as equipes simulem o posicionamento exato dos materiais de visual merchandising antes da produção.
Outro pilar estratégico destacado pela empresa é a centralização da jornada operacional. Ao contrário de modelos tradicionais de mercado, que dividem a cadeia entre consultorias que entregam apenas dashboards analíticos e transportadoras focadas exclusivamente na logística, a plataforma consolida todas as etapas, cobrindo do briefing inicial ao controle de entrega na ponta. “Somos uma empresa de tecnologia para o varejo que não atua apenas no ambiente digital, mas também na complexidade prática da operação”, complementa o executivo.








