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Alok é estrela de nova campanha da Flexform

Com a recente entrada em novos nichos, anunciada ano passado com o lançamento da linha gamer, os investimentos da Flexform também passaram por reformulação. A quintenária marca de cadeiras giratórias e, recentemente, de mobiliário, mergulha de cabeça no marketing de influência e aposta na tecnologia aliada a grandes nomes para cativar novos públicos.
Depois de reunir um time de influenciadores de peso para o lançamento da campanha Feel Only The Game, em que apresentou em novembro passado dois modelos premium de cadeira gamer, a marca elegeu o DJ Alok e sua originalidade para reforçar a divulgação dos produtos da linha.
O DJ, que faz sua estreia em publicidade no ramo de mobiliário, traz para a ação uma de suas características mais admiradas, a criatividade na produção de conteúdo e tecnologia, apostando na animação 3D com integração live-action para apresentar os detalhes da cadeira Alpha Pro.
A sequência de dois vídeos desenvolvida em parceria com o estúdio criativo Miagui traz Alok interagindo com um pet bastante inusitado, um dinossauro, em meio ao seu setup gamer que tem a cadeira como peça central. A campanha voltada para o digital será veiculada nas principais redes sociais como Instagram, Facebook, YouTube e TikTok e busca atingir um novo público para a marca.
A Campanha
A colaboração entre a Miagui e a Flexform ganhou um novo capítulo. Depois de desenvolver o conceito e os vídeos de lançamento da primeira linha de cadeiras gamers, o estúdio é responsável pela criação e produção da nova campanha com o artista e influenciador, Alok e seu pet, Dino.
O dinossauro de estimação do DJ surgiu despretensiosamente nas redes sociais do artista como uma de suas aventuras no mundo do CGI, mas gerou uma super repercussão e engajamento com sua audiência. “Os personagens 3D ganharam espaço como parte importante do diálogo e da aproximação com o público, como é o caso do Dino, que provocou um alto engajamento no público quando foi apresentado nas redes sociais do artista. Nosso processo de trabalho para os filmes foi de olhar criativamente para desenvolver as ideias e roteiros, onde o enredo trata a convivência com o pet em uma relação de diversão com os principais atributos de mobilidade e conforto da cadeira”, explica Cássio Braga, diretor da Miagui.
Os conteúdos foram produzidos em formato híbrido, misturando live action e CGI. Primeiramente, foram captadas todas as cenas com o Alok num estúdio e, posteriormente, o Dino foi inserido de forma digital. O objetivo foi apresentar o produto, cadeira gamer, num contexto inusitado, endossado pelo artista, de forma lúdica e divertida, com uma linguagem totalmente adequada aos canais digitais. A ideia foi não parecer uma peça de propaganda, e sim, mais um conteúdo divertido e catchy como os que o Alok posta nas suas redes sociais.
Ficha Técnica
Cliente: Flexform
Agência / produtora: Miagui
Atendimento: Daniela Sostisso e Fabrício Soares
Gerenciamento: Renata Souto e Alana Camboim
Direção: Cássio Braga, Greg Kickow e Carlos Kulpa
Criação: Cássio Braga, Greg Kickow, João Francisco Hein, Marco Sesterhenn e Ricardo Amaral
Storyboard e Storyreel: Ricardo Amaral
Roteiro: João Francisco Hein
Animação 3D: João Schuler, Anne Pagno, Marcos Elias, Leonardo Sindlinger
Supervisor de animação: Abner Cirelli
3D: Matheus Abraham Alves e Andre Kikumoto, Rodrigo M Lock
Rigging: Wesley Schneider
Supervisor de 3D: Ismael Ramos, Fagner Nogueira
Supervisor técnico: Pedro Fortes
Pós-produção: Carlos Kulpa, Bruno Wotroba e Pauline Oliveira
Captação: Panamera Produtora
Diretor de Cena: Cássio Braga, Greg Kickow
Direção de Fotografia: Russo Loyola
Áudio: Vox Haus
Aprovação cliente: Ennrico Iannoni, Lygia Teles e Leonardo Carlos.
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Participação de vendedores americanos no volume de vendas internacionais do Mercado Livre quase triplica em 16 meses

A representatividade dos vendedores norte-americanos no volume bruto de mercadorias (GMV) transacionado via cross-border no Mercado Livre avançou de 8,7% em abril de 2025 para 25,9% em agosto de 2026. Os dados constam em um levantamento realizado pela JoomPulse, plataforma de inteligência e análise de dados baseada em inteligência artificial. O movimento ocorre em um cenário no qual os itens de origem internacional já equivalem a 45,9% do catálogo ativo da plataforma de e-commerce e a 77,5% dos novos anúncios publicados.
A movimentação financeira associada ao segmento dos Estados Unidos registra um valor médio por pedido de R$ 352,00 — cifra 4,8 vezes superior à média dos vendedores oriundos da China, fixada em R$ 73,00. Apesar do avanço norte-americano, a China e Hong Kong permanecem na liderança da modalidade, respondendo por 71,9% do GMV cross-border do marketplace.
O estudo da JoomPulse monitorou 12 mil unidades de manutenção de estoque (SKUs) no Mercado Livre entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, cobrindo categorias como brinquedos, joias e vestuário. O levantamento indica que o volume de anúncios internacionais que geraram conversão de vendas cresceu 83 vezes no período, enquanto o número total de pedidos desses produtos aumentou seis vezes.
O desempenho do segmento internacional transcorre de forma paralela às reformulações na tributação de compras importadas no país. A legislação que trata da isenção do imposto de importação para encomendas de até US$ 50,00 abrange 94,25% dos pedidos e 68,78% do GMV cross-border. Para transações entre US$ 50,00 e US$ 3 mil, cuja alíquota máxima passou para 30%, concentra-se uma fatia de 5,75% dos pedidos, mas que responde por 31,22% do volume financeiro. Devido ao ticket médio superior, os vendedores dos Estados Unidos concentram suas operações predominantemente nesta segunda faixa.
A análise da consultoria não identificou oscilações nos preços finais ao consumidor após as adequações fiscais. O valor médio dos pedidos situados na faixa entre US$ 30,00 e US$ 50,00 manteve-se estável em R$ 193,00 ao longo de todo o período observado.
No que tange às categorias específicas monitoradas pela legislação — como brinquedos, joias, cosméticos e vestuário —, a participação do comércio internacional sobre o GMV total dessas áreas não apresentou elevação no trimestre encerrado em agosto. Em brinquedos e hobbies, o índice passou de 2,50% em maio para 2,18% em agosto; em joias e relógios, recuou de 2,10% para 1,05%; em beleza e cuidados pessoais, alterou-se de 1,46% para 0,95%; e no segmento de calçados, vestuário e bolsas, passou de 0,47% para 0,38%.
As condições de logística e entrega também figuram como fator competitivo no setor. Nas compras abaixo de US$ 10,00 — faixa que engloba 48,37% dos pedidos internacionais —, apenas 0,1% dos anúncios de fora do país oferecem frete gratuito, ante 73,0% dos vendedores nacionais. Nas faixas de preço acima de US$ 30,00, a oferta de gratuidade no envio se equipara entre itens locais e importados. “Em maio, mostramos que o crescimento do cross-border no Brasil havia começado antes da reforma tributária”, afirma Ivan Kolankov, chief executive officer (CEO) da JoomPulse. “Agora analisamos qual segmento está crescendo mais rapidamente do que os demais. Os sellers precisam entender em qual faixa de preço e categoria entrar, a que preço e sob quais condições de frete. As condições tributárias mudaram, mas de forma diferente entre as faixas de preço, e apenas o analytics pode mostrar onde uma vantagem de fato surgiu. Monitoramos de perto cada tendência e queremos permitir que todos os sellers baseiem suas decisões em dados.”
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Gad lança sétima edição do Gad Insights com análise sobre o futuro do branding e a relevância das marcas

A consultoria de branding e design Gad’ apresentou a 7ª edição do seu estudo proprietário anual, o Gad Insights 2026. A pesquisa analisa as transformações no comportamento do consumidor ao longo do último ano e sintetiza suas conclusões em dez diretrizes direcionadas a apoiar empresas nas tomadas de decisão de gestão de marca e posicionamento de mercado.
Sob o tema “O Desafio da Relevância – Como continuar importando em um mundo indiferente?”, o relatório deste ano contextualiza um cenário marcado pelo avanço tecnológico, pela saturação de conteúdos e por um público mais impaciente. O levantamento argumenta que o atributo da diferenciação isolada perdeu eficiência, exigindo que as marcas demonstrem utilidade e propósito prático na rotina de seus públicos. “Em um mundo de alternativas abundantes, ser diferente não garante ser importante. É preciso considerar os consumidores em sua complexidade e construir experiências capazes de devolver sentido em um presente fragmentado. O report de 2026 mostra que ter uma marca forte talvez já não resolva todo o problema”, destaca Luciano Deos, chief executive officer (CEO) do Gad’.
A publicação anual, iniciada em 2020, já abordou tópicos como as reconfigurações de consumo na pandemia, a reputação corporativa e o storydoing em 2022, o conceito de marcas inteligentes em 2023, o fenômeno do overbranding em 2024 e a busca pelo resgate das origens das empresas em 2025.
Na edição atual, a pesquisa mapeia vetores de transformação no mercado global. O documento aborda a busca por autenticidade frente à padronização de materiais via inteligência artificial, o combate ao chamado FOMO corporativo — a tendência de marcas perseguirem movimentos passageiros sem sinergia estratégica — e a ascensão do Generative Engine Optimization (GEO), em resposta ao dado de que 58% dos consumidores globais utilizam IAs generativas em substituição aos buscadores tradicionais. “Vivemos a passagem de uma economia da atenção para uma economia da impaciência. Isso atravessa o consumo, mas também nossa relação com trabalho, conhecimento, entretenimento e até com outras pessoas. Diante de um mercado com tantas alternativas, ninguém quer mais ficar preso a algo, e a lealdade às marcas precisa ser reconquistada todos os dias”, observa Deos.
O estudo traz ainda recortes populacionais e econômicos, citando dados da empresa de arquitetura e design Gensler de que entre 15% e 20% da população mundial é neurodivergente, o que exige adaptações sensoriais no varejo físico. O levantamento destaca também a expansão da silver economy, voltada ao público com 60 anos ou mais — segmento que movimenta US$ 4,2 trilhões anualmente no mundo —, e aponta um estudo da BALT indicando que 77% dos consumidores brasileiros exigem evidências concretas para validar compromissos socioambientais anunciados pelas empresas. “Ser relevante hoje é resolver uma necessidade; continuar sendo relevante amanhã exige reconhecer que aquela mesma pessoa terá outro corpo, outra família, outros projetos e outras prioridades. O desafio é construir uma marca capaz de acompanhar essas mudanças, sem gerar dependência ou presumir que sua presença será imutável”, finaliza Deos.








