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Allegra e Targifor+c apresentam filmes e farão um grande investimento no digital

Allegra, o antialérgico mais vendido do Brasil, e Tarfifor+c estreiam suas campanhas no primeiro bimestre de 2022. As marcas trarão ainda mais novidades no digital: Allegra passará a ter um Instagram proprietário e Targifor+c traz um time de artistas e influenciadores com relevância nacional a fim de disseminar sua mensagem-chave.
Allegra
O filme de Allegra dará luz ao Allegra Pediátrico, remédio com alívio rápido dos sintomas da alergia e não dá sono, deixando mães, pais e responsáveis tranquilos já que o medicamento não trará prejuízo ao desempenho escolar. A campanha irá ao ar em fevereiro e estará disponível até abril. Desenvolvida pela MRM em parceria com a MediaMonks, será veiculada em todo o país em diferentes plataformas: TV, Facebook, Instagram, Youtube, Displays e TikTok.
Este ano a estrela da campanha é o universo online, com a estreia do Instagram proprietário da marca, um grande hub de conteúdo para alérgicos, pais e responsáveis. Com o objetivo de amplificar ainda mais os resultados no digital, o lançamento contará com o reforço de um time de influenciadores.
Targifor+c
A campanha de Targifor+c acontecerá exclusivamente no digital e contará com um time de influenciadores para transmitir a mensagem da marca: + imunidade + disposição. Desenvolvida pela Mynd, a estratégia prevê publicações acontecendo ao longo do mês de janeiro sempre inserindo o produto no dia a dia do influencer. O time da marca nas redes sociais soma mais de 3 milhões de seguidores no Instagram, e é composto por Bell Marques, Gee Ramos, Dani Lima e Fernando Rocha.
Ficha técnica Media Monks
Project Manager – Karla Mayumi
Account Director – Gabriella Ramalho
Creative Director – Kika Botto
Art Director – Marcio Pelense
Copywriter – Pedro Paulo Mesquita
Motion – Daniel Canela
Ficha técnica MRM
Agência: MRM Brasil
Título: Allegra School Mask
CCO: Eduardo Rodrigues
Diretor Executivo de Criação: Diogo Pace
Direção de Criação: Guilherme Medici
Criação: Guilherme Medici, Marcelo Martins, Bruno Magueta, Marcus Vinicius Sampaio, Rafael Duardes, Jaime Bregantin e Gilmara Rocha
Atendimento: Isabel Coletta, Paula Peres, Julia Engel, Claudio Machado e Victória Franco
Planejamento: Lucas Baranzelli, Juliana Sanchez, Daniel Iacobucci, Victor Barros e Arthur Cavalli
Mídia: Germano Spinola, Andreia Kalvon, Cibele Coelho, Marcela Isa e Rafaela Fernandes
RTV: Sabrina Inui, Thiago Duraes e Gustavo Viola
Aprovação Cliente: Joaquin Ortega, Eduardo Magalhães, Daniela Bianchi e Bruno Trento.
Produtora de Vídeo: O2 Filmes
Montador: Fernanda Bernardino
Atendimento: Rejane Bicca, Manoella Coelho da Fonseca e Ana Mendes
Executiva: Rafael Fortes e Edney Tamachiro
Produtora de Áudio: Mandril
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.








