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Airfluencers demonstra expectativa positiva para o marketing de influência em 2022

Martech de marketing de influência e detentora de tecnologias proprietárias, a Airfluencers registrou importantes números de crescimento no primeiro trimestre do ano indo de acordo com a perspectiva positiva do setor para 2022. A empresa brasileira, liderada pelo CEO Rodrigo Soriano, alcançou avanço de 64% no faturamento no Q1, quando comparado ao mesmo período de 2021. A expectativa é que o ritmo se mantenha, fechando o ano com expansão de 60%. Isso se reflete também no quadro de funcionários, que, praticamente, triplicou com um salto de 270% em relação ao período de 2021.
Esse resultado se alinha às expectativas animadoras do mercado, que viu sua evolução atingir patamares elevados também devido ao coronavírus nos últimos anos. Para se ter uma ideia, analistas do ramo estimavam para a área de marketing de influência um valor de mercado de U$ 6,5 bilhões em 2019. Em 2021, este valor alcançou a marca de US$ 13,8 bilhões e, para 2022, a projeção é de acréscimo de 19%, podendo chegar a US$ 16,6 bilhões, segundo relatório The State of Influencer Marketing 2022: Benchmark Report, publicado pela Influencer Marketing Hub.
“O mercado precisou se adaptar às novas necessidades do público que, durante a pandemia, esteve mais conectado do que nunca, elevando também o número de campanhas e engajamento de influenciadores nas redes sociais. Empresas e influenciadores precisaram mudar a forma como lidar com os consumidores e agora, com a retomada da economia, há uma busca ainda maior por plataformas e ferramentas que possam fortalecer pesquisas, insights e campanhas de forma mais assertiva”, comenta Rodrigo Soriano, CEO e fundador da Airfluencers.
Nos últimos anos a empresa se tornou referência no segmento por oferecer plataformas aliadas a tecnologias e inteligência artificial e que têm sido utilizadas em larga escala por grandes clientes como Magalu, XP, Galderma, Coty, Globo, Vivo, entre outros. “Nós nos consideramos uma boutique do marketing de influência por buscarmos estar sempre na vanguarda. Unimos a estratégia com tecnologias proprietárias, muita criatividade, equipe qualificada e mídia, nos tornando pioneiros e completos no mercado”, complementa a Head de Operações da empresa, Marina Calado.
Segundo o relatório da Influencer Marketing Hub, cerca de 75% dos profissionais que trabalham em empresas/marcas pretendem investir uma fatia de seu orçamento em marketing de influenciadores em 2022. A Airfluencers enxerga essa retomada da economia e de setores chaves da economia com bons olhos e oferece diferentes soluções estratégicas para um mercado que planeja aplicar ainda mais no segmento.
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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.
No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.
Avon, faz sua mágica
Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.
O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.
Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.
“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.
A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.







