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AHMI aposta na inclusão e traz linha de jóias assinada por Maju de Araújo

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Maju de Araújo, a primeira modelo profissional com síndrome de Down a desfilar na Fashion Week, assina sua primeira coleção de joias em parceria com a marca AHMI. O case nasceu através da parceria entre a AHMI e a Mynd Brands, empresa de licenciamento dos sócios Gil Bastos, Fátima Pissarra e Carlos Scappini, especializada na criação e implementação de projetos envolvendo personalidades e marcas, e estará disponível para vendas a partir do dia 15 de dezembro.

Além da carreira internacional em moda, Maju também é atriz e influenciadora e usa as redes sociais para falar sobre inclusão e trazer luz para a campanha “inclusão não é moda, inclusão é cidadania”. A modelo já tem mais de 450 mil seguidores apenas no Instagram e aproveita o espaço para debater capacitismo, mostrando que as limitações são impostas pelo preconceito, não pela síndrome.

Apaixonada pelo universo da moda, Maju sabe o quanto ele pode impactar vidas. “Ter uma coleção de joias é como eternizar um propósito que tenho: revelar e realçar a beleza que existe em cada uma de nós! Estou dando início à uma nova e especial fase na minha vida e mal posso esperar para entregar um pedacinho da minha história para o mundo!”, conta a modelo.

A AHMI Joias, marca fundada e liderada por Ana Carolina Cavalcante, trabalha para exaltar a beleza e a diversidade feminina. “A AHMI nasceu não apenas para criar joias, mas para contar e trocar histórias de afeto. Trabalhar com a Maju reforçou nossa maior missão: cuidar de mulheres. Essa é uma coleção muito especial, na qual pudemos quebrar preconceitos de que a síndrome de Down não é um limitador. A Maju nos cativou com sua delicadeza e bom gosto, além de ser extremamente profissional e focada. Seu estilo é mais romântico e cheio de frescor, e trouxemos esse sentimento para as joias, com pedras nacionais e muita cor”, declara a CEO.

Essa collab é a primeira entre uma marca de joias e uma influenciadora PCD. “A Mynd Brands nasceu com o propósito de criar projetos em licenciamento e, além disso, colaborar para que a sociedade enxergue e valorize cada vez mais a diversidade e a inclusão. A coleção de joias da Maju com a AHMI traduz em produtos essa mensagem, que com certeza vai abrir portas para muitas outras pessoas PCD no mercado”, afirma Gil Bastos.

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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

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Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.

No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.

Avon, faz sua mágica

Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

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Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.

O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.

Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.

“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.

A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.

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