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AdeS lança campanha “Somos Mais que Soja” para reforçar diversidade em portfólio

AdeS é a marca líder de bebidas feitas à base de sementes no mercado de todo o mundo, entretanto, a subsidiária da Coca-Cola sempre foi relacionada somente aos produtos à base de soja. Para tornar seu portfólio mais compreensível para seus consumidores e reforçar a diversidade de produtos que não se limitam apenas à soja, AdeS lança a campanha “Somos Mais Que Soja”, disponível no digital e nos PDVs a partir de 24 de janeiro, segunda-feira.
“A campanha é um convite para todas as pessoas que buscam uma vida equilibrada, porém flexível. Pessoas como eu e você, que comem uma salada no almoço, mas devoram um hambúrguer no jantar; saem para fazer corrida todos os dias, mas tomam um sorvete no final. A ideia é que todos possam descobrir que temos um portfólio muito variado e cheio de sabor. Não somos uma marca só de soja, somos amêndoa, coco, baunilha e também frutas”, afirma Pedro Abbondanza, diretor de marketing da Coca-Cola Brasil.
Além do reforço dos produtos que não são à base de soja, AdeS lança também um novo sabor: Amêndoa Não Adoçado. O produto, que não possui açúcar e nem adoçante em sua fórmula, está disponível nos pontos de venda físicos e digitais, a partir de fevereiro, sendo uma ótima opção para quem busca utilizar o produto em receitas, como café e vitaminas ou até mesmo receitas salgadas.
A campanha “Somos Mais que Soja” quer romper a barreira de percepção de que todos os produtos da marca são feitos a base de soja e busca isso de algumas maneiras, entre elas, destacar o portfólio de novas sementes (Amêndoa, Baunilha e Coco) mostrando como o produto funciona bem seja para o consumo como leite vegetal ou como complemento de ingredientes em receitas do dia-a-dia como bolos, tortas e bebidas – que não são somente para pessoas veganas, vegetarianas ou fitness, mas também para quem busca uma alimentação mais equilibrada.
Voltada para o público “flexitariano” – aquele que busca uma alimentação saudável, mas sem restrições – os produtos ganharam nova embalagem para facilitar a identificação e as subcategorias como AdeS Coco e a linha Amêndoa (Amêndoa Original e Amêndoa sabor Baunilha). Todos os sabores vêm destacados na parte frontal das caixas de bebida, juntamente com a descrição da semente usada para a formulação de cada sabor e destaque para os benefícios nutricionais do produto. Na parte lateral das novas embalagens, o consumidor ainda poderá encontrar receitas que podem ser feitas com os produtos flexíveis de AdeS.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







