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A era do Emotiontech: VOQIN’ inova no mercado brasileiro, reforçando seu propósito com tecnologia de emoções para um novo mundo híbrido

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A era do Emotiontech: VOQIN’ inova no mercado brasileiro, reforçando seu propósito com tecnologia de emoções para um novo mundo híbrido

Para impulsionar a fidelização entre marcas e clientes internos e externos a VOQIN’ provoca emoções com inovação, estratégia, criatividade e tecnologia que fazem parte de seu DNA. A empresa global de brand experience foi fundada em Portugal, por Diogo Assis, em 2002. A agência já atuou em cerca de 70 países e desenvolve mais de 300 projetos ao ano. Com sede em Lisboa e operações na Espanha e Flórida, a empresa se reposiciona no Brasil, onde atua desde 2011, com a proposta de democratizar eventos e acesso a conteúdos de qualidade, onde tem Ticiana Gomes, à frente da operação brasileira e Chief Content Officer da companhia.

Com o objetivo de maximizar as conexões humanas por meio de experiências físicas, digitais ou híbridas, a VOQIN’ combina conteúdo criativo, estratégia, dados, marketing de influência, social media, tecnologia e eventos para se adaptar a diferentes cenários e desafios exigidos pelos clientes. Com mais de 20 anos de experiência no mercado global, operando ao lado de marcas como Unilever, Microsoft, VIVO, AMD, Danone, Diageo, BCG, entre outros, a companhia visa atuar no mercado brasileiro com abordagem centrada. “Com novo mindset, reforçamos nossa inteligência e adotamos um posicionamento de Emotiontech, com o objetivo de desenvolver produtos e serviços digitais capazes de provocar emoção, nos quais o uso da tecnologia com processo proprietário são os principais diferenciais”, afirma Diogo Assis, CEO da VOQIN’. “A inteligência criativa e o conhecimento são fundamentais para a construção de marcas neste novo cenário em que vivemos”, completa.

Com a aceleração digital, a VOQIN’ aperfeiçoou as atividades no último ano e investiu mais de R$10 milhões em tecnologia, processos e pessoas, com o intuito de se antecipar às tendências e se preparar para um futuro de evolução e liderança no mercado híbrido. A empresa também investiu no desenvolvimento de novas plataformas, com soluções para eventos híbridos, transmissões ao vivo, webinars, interações e ativações de marca, combinando competências e metodologia para entregar experiências que produzem emoções e conectam clientes aos seus públicos-alvo, fidelizando-os. Todo o processo do evento virtual é realizado pelo time VOQIN’.

Sabe-se que experiências e eventos digitais existem há bastante tempo, mas o desafio das agências do mercado está em buscar agilidade e potencializar resultados para as marcas junto ao público. “Buscamos uma extensão do nosso toque humano, com conexões emotivas e soluções pensadas exclusivamente para atender as necessidades de nossos clientes e potencializar o relacionamento com sua audiência”, conclui Diogo.

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Trident consolida linha X-Gamers e se posiciona como “Player 2” do público gamer no Brasil

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A Trident, marca da Mondelēz International, reforça sua ofensiva estratégica no universo dos esportes eletrônicos e do entretenimento digital. Com o fortalecimento da linha X-Gamers, a marca amplia seu diálogo com a Geração Z através dos sabores Citrus Mix e Acid Berry, consolidando o conceito de que o produto é o aliado ideal tanto para partidas casuais quanto para sessões de alta performance. Sob a nova assinatura “Masca & Faz Sua Play”, a agência LePub São Paulo desenhou uma comunicação que reconhece a pluralidade dos jogadores, do estilo for fun ao try hard.

A estratégia da marca vai além do posicionamento de produto; trata-se de uma inserção cultural que visa combater a pressão do “mundo real”. Ao se colocar como um Player 2, a Trident propõe que mascar a goma auxilia no foco e no controle emocional, seja em competições de elite ou em momentos de socialização analógica. A linha apresenta-se em embalagens de 48,3g no formato garrafa, design pensado especificamente pela praticidade exigida durante o gameplay.

Dentro da segmentação da linha, o Citrus Mix foi associado ao casual gamer, aquele que busca conexão com amigos e entretenimento impulsionado por creators e pelo hype. Já o Acid Berry é direcionado aos jogadores que buscam vitória em longas jornadas competitivas. Para amarrar esses perfis, a campanha Bottle Royale utiliza um trocadilho com o popular gênero battle royale, reforçando a identidade visual e funcional da embalagem.

Samara Barros, gerente de marketing de Trident, explica que a marca busca ser um suporte para os diferentes ritmos de cada usuário. “Todo mundo joga por um motivo diferente; para relaxar, para se distrair, para competir ou até para esquecer um pouco a pressão do dia a dia. Com X-Gamers, a gente quis estar presente nesses momentos de um jeito leve, como um parceiro mesmo, que acompanha e auxilia o ritmo de cada jogador. É mascar e fazer sua play”, afirma a executiva.

Para sustentar esse posicionamento no live marketing e nas plataformas digitais, a Trident também anunciou o patrocínio à Kings League Brazil. A parceria prevê uma série de ativações, transmissões e experiências imersivas que levam o conceito da marca para fora das telas e para dentro das comunidades. Ao integrar-se organicamente ao calendário competitivo e de entretenimento, a marca reafirma sua capacidade de entender o comportamento de uma geração que não vê fronteiras entre o jogo e a vida real.

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Estudo Tensões Culturais 2026 revela brasileiro mergulhado em otimismo defensivo e fadiga de decisão

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Em um momento em que a instabilidade deixou de ser um evento esporádico para se tornar uma condição permanente, a Quiddity, consultoria de pesquisa estratégica do ecossistema Untold|, apresentou oficialmente o estudo “Tensões Culturais 2026”. O lançamento, realizado no Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE), em São Paulo, traçou um diagnóstico minucioso do comportamento do consumidor após ouvir 1.355 pessoas em todo o território nacional. A análise destaca o papel central da Geração Z na reconfiguração das relações de consumo e a urgência de uma nova postura das marcas diante de crises sistêmicas.

A pesquisa aponta que o tradicional otimismo brasileiro, antes utilizado como ferramenta de sobrevivência, já não é capaz de neutralizar a convergência entre emergência climática, disrupção tecnológica e a saturação de informações. Esse cenário gera o que o estudo classifica como information overload, resultando em efeitos cognitivos como a fadiga de decisão. “O brasileiro, historicamente, vive em cenário de instabilidade recorrente. O ambiente nunca foi realmente seguro por muito tempo, e a sociedade aprendeu a viver em alerta. Mas, o que muda agora? Dessa vez, não é apenas o Brasil que vive sob tensão e pela primeira vez não temos um caminho claro a seguir”, contextualiza Rebeca Gharibian, sócia e diretora geral da Quiddity.

Nesse ecossistema de incerteza ampliada, surge o conceito de “otimismo defensivo”. O consumidor, agora mais cético e exausto, busca refúgio em microcomunidades e círculos de confiança restritos. Dentro dessa dinâmica, a Geração Z assume o protagonismo ao impor um pragmatismo que pune a hipocrisia institucional. Para esses jovens, a coerência entre discurso e prática é inegociável, o que torna a reputação das empresas um ativo extremamente volátil e dependente de comportamentos reais, não apenas promessas de marketing.

Everton Schultz, líder do grupo Untold|, reforça que a mudança no sistema de influência é profunda e irreversível. “Entender esse estado de espírito é crucial para qualquer líder de negócio hoje. Marcas e instituições perderam o controle da conversa. Vivemos em um Brasil em tensão, e emerge um novo sistema de influência, com protagonismo nítido da Geração Z”, afirma o executivo.

O estudo conclui que, para serem relevantes em 2026, as marcas precisam atuar como redutoras de atrito na vida do consumidor. Em vez de disputarem atenção por meio do volume, as estratégias vencedoras serão aquelas que oferecerem segurança, clareza e transparência. Em um mercado onde a confiança é a moeda mais valiosa, o desafio das organizações passa a ser a construção de um legado de autenticidade em meio ao ruído permanente.

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