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A Chandon apresenta a campanha “Be The Sparkle” a partir de trabalho colaborativo entre Rita Wainer e Felipe Morozini

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A arte é uma ferramenta poderosa para reflexão do nosso tempo. Desde a antiguidade, ela é utilizada como forma de expressão do homem, que registrava a história, a cultura, os sentimentos e as convicções de seu tempo. Por isso, também sempre foi vista como um instrumento de reflexão e transformação da nossa maneira de pensar e entender o mundo.


Para este fim de ano, com a ideia de despertar atitudes que inspiram coragem e reflexões positivas, a Chandon comunica o seu posicionamento através da arte. Be The Sparkle chega endossada pelos artistas Rita Wainer e Felipe Morozini.


Com práticas artísticas que se assemelham, tanto em linguagem, quanto em poética, os artistas criaram de forma colaborativa a obra que permeará a comunicação on e off-line da marca. As frases, grande ponto em comum nos trabalhos deles, foram o início do desenvolvimento do conceito. “Aqui, agora e em todos futuros possíveis” e “Estamos todos brilhando” sugerem um protagonismo que inspira nos consumidores ações de mudanças e visões positivas para um ano de adversidades.


A peça ainda conta com outros elementos que dialogam com essas necessidades de repensar de forma humanizada o momento que estamos vivendo. O infinito surge como um elemento de renovação, de fechamento e abertura de ciclos. O olho pode ser compreendido como um símbolo da percepção das coisas, entendido como o elo entre o mundo interior e o exterior. Já as mãos surgem como representação da união, da empatia e da coletividade, podendo também simbolizar o divino, onde a mão direita representa a misericórdia, enquanto a esquerda representa a justiça; juntas, elas criam e protegem.


Ainda fazem parte da obra o coração com raiz, que simboliza os sentimentos no Ocidente e a inteligência e intuição no Oriente, e que neste trabalho integra a máxima do amor: de demonstração, de empatia e renascimento. Para finalizar, a peça é cercada de estrelas de sete pontas. Em uma leitura mais mística, essa estrela aponta uma integração espiritual devido ao número 7, compreendendo em si a harmonia do mundo, as sete cores do arco-íris, esperança e celebração.


Para inspirar e contagiar a todos, a Chandon desenvolveu itens exclusivos ilustrados com essa arte para presentear os seus clientes mediante a compra de garrafas nos principais canais de e-commerce. Desta forma, ao comprar garrafas de Chandon, o cliente poderá receber de presente uma Ecobag Chandon estampada com a arte da Rita Wainer e do Felipe Morozini e/ou uma Chandon Box personalizada com a arte com 4 taças exclusivas.


A escolha da arte como plataforma vem da crença da Chandon em acreditar que ela pode redirecionar o mundo e propor novas maneiras de viver, muito mais colaborativas e esperançosas, necessidades que estão conectadas com um novo propósito, e que encontram nos trabalhos de Rita Wainer e Felipe Morozini, tanto um respiro, quanto uma força para agir, e que carregam a inspiração para brilhar. Trazendo a faísca como protagonista das mudanças, para nós e para o mundo. Aqui e agora, #BeTheSparkle!

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Trident consolida linha X-Gamers e se posiciona como “Player 2” do público gamer no Brasil

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A Trident, marca da Mondelēz International, reforça sua ofensiva estratégica no universo dos esportes eletrônicos e do entretenimento digital. Com o fortalecimento da linha X-Gamers, a marca amplia seu diálogo com a Geração Z através dos sabores Citrus Mix e Acid Berry, consolidando o conceito de que o produto é o aliado ideal tanto para partidas casuais quanto para sessões de alta performance. Sob a nova assinatura “Masca & Faz Sua Play”, a agência LePub São Paulo desenhou uma comunicação que reconhece a pluralidade dos jogadores, do estilo for fun ao try hard.

A estratégia da marca vai além do posicionamento de produto; trata-se de uma inserção cultural que visa combater a pressão do “mundo real”. Ao se colocar como um Player 2, a Trident propõe que mascar a goma auxilia no foco e no controle emocional, seja em competições de elite ou em momentos de socialização analógica. A linha apresenta-se em embalagens de 48,3g no formato garrafa, design pensado especificamente pela praticidade exigida durante o gameplay.

Dentro da segmentação da linha, o Citrus Mix foi associado ao casual gamer, aquele que busca conexão com amigos e entretenimento impulsionado por creators e pelo hype. Já o Acid Berry é direcionado aos jogadores que buscam vitória em longas jornadas competitivas. Para amarrar esses perfis, a campanha Bottle Royale utiliza um trocadilho com o popular gênero battle royale, reforçando a identidade visual e funcional da embalagem.

Samara Barros, gerente de marketing de Trident, explica que a marca busca ser um suporte para os diferentes ritmos de cada usuário. “Todo mundo joga por um motivo diferente; para relaxar, para se distrair, para competir ou até para esquecer um pouco a pressão do dia a dia. Com X-Gamers, a gente quis estar presente nesses momentos de um jeito leve, como um parceiro mesmo, que acompanha e auxilia o ritmo de cada jogador. É mascar e fazer sua play”, afirma a executiva.

Para sustentar esse posicionamento no live marketing e nas plataformas digitais, a Trident também anunciou o patrocínio à Kings League Brazil. A parceria prevê uma série de ativações, transmissões e experiências imersivas que levam o conceito da marca para fora das telas e para dentro das comunidades. Ao integrar-se organicamente ao calendário competitivo e de entretenimento, a marca reafirma sua capacidade de entender o comportamento de uma geração que não vê fronteiras entre o jogo e a vida real.

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Estudo Tensões Culturais 2026 revela brasileiro mergulhado em otimismo defensivo e fadiga de decisão

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Em um momento em que a instabilidade deixou de ser um evento esporádico para se tornar uma condição permanente, a Quiddity, consultoria de pesquisa estratégica do ecossistema Untold|, apresentou oficialmente o estudo “Tensões Culturais 2026”. O lançamento, realizado no Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE), em São Paulo, traçou um diagnóstico minucioso do comportamento do consumidor após ouvir 1.355 pessoas em todo o território nacional. A análise destaca o papel central da Geração Z na reconfiguração das relações de consumo e a urgência de uma nova postura das marcas diante de crises sistêmicas.

A pesquisa aponta que o tradicional otimismo brasileiro, antes utilizado como ferramenta de sobrevivência, já não é capaz de neutralizar a convergência entre emergência climática, disrupção tecnológica e a saturação de informações. Esse cenário gera o que o estudo classifica como information overload, resultando em efeitos cognitivos como a fadiga de decisão. “O brasileiro, historicamente, vive em cenário de instabilidade recorrente. O ambiente nunca foi realmente seguro por muito tempo, e a sociedade aprendeu a viver em alerta. Mas, o que muda agora? Dessa vez, não é apenas o Brasil que vive sob tensão e pela primeira vez não temos um caminho claro a seguir”, contextualiza Rebeca Gharibian, sócia e diretora geral da Quiddity.

Nesse ecossistema de incerteza ampliada, surge o conceito de “otimismo defensivo”. O consumidor, agora mais cético e exausto, busca refúgio em microcomunidades e círculos de confiança restritos. Dentro dessa dinâmica, a Geração Z assume o protagonismo ao impor um pragmatismo que pune a hipocrisia institucional. Para esses jovens, a coerência entre discurso e prática é inegociável, o que torna a reputação das empresas um ativo extremamente volátil e dependente de comportamentos reais, não apenas promessas de marketing.

Everton Schultz, líder do grupo Untold|, reforça que a mudança no sistema de influência é profunda e irreversível. “Entender esse estado de espírito é crucial para qualquer líder de negócio hoje. Marcas e instituições perderam o controle da conversa. Vivemos em um Brasil em tensão, e emerge um novo sistema de influência, com protagonismo nítido da Geração Z”, afirma o executivo.

O estudo conclui que, para serem relevantes em 2026, as marcas precisam atuar como redutoras de atrito na vida do consumidor. Em vez de disputarem atenção por meio do volume, as estratégias vencedoras serão aquelas que oferecerem segurança, clareza e transparência. Em um mercado onde a confiança é a moeda mais valiosa, o desafio das organizações passa a ser a construção de um legado de autenticidade em meio ao ruído permanente.

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