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A aquisição do Twitter por Musk realmente vai atrapalhar os negócios digitais?

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O mundo digital é cheio de “novidades” que nem sempre as pessoas conseguem acompanhar em tempo real. Algumas parecem envolver apenas um tipo de evolução natural da tecnologia e não representam polêmica nenhuma, no entanto, outras dão o que falar. Ao público de forma geral, cabe saber apreciar os prós e os contras dessa evolução.
Há as novidades que não são tão pacíficas, como é o caso da mais recente aquisição multimilionária de Elon Musk do Twitter. Musk, por si só, é uma figura já envolvida em polêmicas suficientes para uma vida inteira, mesmo assim, o gênio não se cansa e parece não ter medo de começar novas situações que dão cada vez mais o que falar, por exemplo, quando decidiu iniciar a sua “chefia” na nova empresa demitindo alguns funcionários do Twitter.
Além das polêmicas internas envolvidas na aquisição de Musk, muito se tem questionado nos últimos tempos sobre o futuro dos mercados digitais. Melhor dizendo, há algum receio de que a nova gestão do Twitter possa impactar de alguma forma os negócios digitais de uma forma geral na internet. Acompanhe mais alguns pontos sobre este tópico e tire as suas próprias conclusões!
Cassinos online: a prova de que os negócios digitais não estão com os dias contados
Há quem pense por alguns momentos que os negócios digitais podem estar perto do fim, e para estes, um exemplo pode provar exatamente o contrário: os cassinos online. A expansão dos cassinos online, que contam com várias opções para o público e têm remodelado o mercado do entretenimento, mostra que ainda há muitos espaços para os negócios na internet. Já é possível que qualquer pessoa aproveite o melhores Blackjack nos cassinos sem que para isso precise sair de casa, o que é uma completa revolução.
Com um mercado tão promissor desse jeito, é muito pouco provável que qualquer motivo possa destruir a forma como as pessoas fazem negócio hoje em dia, mesmo que haja muitas polêmicas envolvidas, como é o caso da aquisição do Twitter por Musk.
O que ainda vem por aí?
Por sorte, os negócios digitais ainda estão só no começo, e mesmo que algumas pessoas acreditem que o melhor já passou, essa premissa, além de alarmista, é equivocada, afinal o futuro está cheio de boas opções que prometem alavancar o mercado. Isso porque com a chegada de opções como o Metaverso, uma nova revolução vai acontecer, e só não haverá espaço para aqueles que não estiverem dispostos a se adaptar para uma nova tendência que tem tudo para conquistar cada vez mais o público. A compra do Twitter por Elon Musk, frente a todo o resto da evolução que a tecnologia promete, será apenas uma pequena gota no meio de um oceano no qual boa parte dos brasileiros irá navegar nos próximos anos.
Mas… e o futuro do Twitter?
O Twitter tem um grande peso no mercado digital, contando inclusive com a presença de algumas marcas que aproveitam a plataforma para interagirem com os seguidores e participar das trends do momento. Por isso, é óbvio que uma mudança em relação às regras e aos termos de utilização da plataforma teria um impacto grande em todos os negócios digitais. Os mais extremistas poderiam optar por deixar a plataforma, como foi o caso de algumas pessoas menos afeitas a Musk depois da sua aquisição.
Mesmo assim, por mais “excêntrico” que Musk possa ser, ele é um visionário e um homem de negócios. Desta forma, é pouco provável que qualquer mudança drástica aconteça no Twitter pelos próximos tempos, para a felicidade geral dos usuários. Musk sabe que o seu nome está diretamente ligado a muitas outras empresas e que para garantir a segurança e o futuro dos seus negócios de uma forma geral, precisa cuidar da reputação das suas ações, ou o resultado disso é uma quebra direta do seu capital — que tem sido cada vez mais investido em empresas pioneiras no mercado, por exemplo, da mobilidade elétrica, caso da Tesla.
Polêmica desde o início
Desde antes de o negócio ser concretizado, muitas polêmicas envolviam a compra do Twitter pelo Gênio da Tesla e da Space X. Isso porque Elon Musk tinha muitos pré-requisitos para a aquisição, que por sinal parece não ter sido aprovada em unanimidade pelas lideranças do Twitter e nem por todos os adeptos da Tesla, por exemplo. As ações da Tesla na bolsa de valores oscilaram de forma significativa na época da aquisição, o que mostrava alguma instabilidade na opinião dos acionistas. O que começa confuso, tende a continuar confuso, e neste caso não foi diferente, mesmo assim, não é preciso chorar pelo leite derramado: os negócios digitais vão muito além do Twitter!
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Itaú Unibanco lança plataforma Itaú Live para consolidar ecossistema de música e experiências

O Itaú Unibanco deu um passo decisivo em sua estratégia de branding e relacionamento ao anunciar o lançamento do Itaú Live. A plataforma proprietária de música chega para unificar a atuação do banco no setor, transicionando de um modelo focado em patrocínios isolados para uma estratégia de negócio robusta, orientada a experiências de longo prazo e centrada na jornada do fã.
O lançamento ocorre em um momento de franca expansão do mercado de música ao vivo no Brasil, onde o público demonstra um engajamento crescente e um nível de exigência cada vez mais alto. Nesse contexto, o Itaú Live se propõe a acompanhar o cliente em todas as etapas: do planejamento financeiro e compra do ingresso até os benefícios exclusivos no dia do evento.
“O Itaú Live nasce do comportamento dos nossos clientes e da evolução da nossa presença histórica na música para uma plataforma proprietária e de longo prazo, que coloca o fã no centro da experiência. A música é uma paixão multigeracional do brasileiro e, para o Itaú, um território essencial para criar intimidade, relacionamento e oferecer experiências únicas”, afirma Juliana Cury, CMO do Itaú Unibanco.
A plataforma foi desenhada sob medida para o fã brasileiro, reconhecido por sua intensidade e lealdade aos artistas. A estrutura do Itaú Live foca em entregas concretas que valorizam essa paixão, como pré-vendas exclusivas, descontos que variam de 5% a 30%, parcelamento sem juros e facilidades logísticas nos dias de show para reduzir fricções e melhorar o fluxo do público.
Juliana Cury ressalta que o objetivo é gerar valor real. “A partir do Itaú Live, toda a atuação do banco na música — que inclui patrocínios de shows e grandes festivais, como o Rock in Rio, a presença em institutos e fundações, como o Itaú Cultural, e uma robusta plataforma de conteúdo — passa a se conectar sob uma mesma estratégia”, explica a executiva.
Para sustentar a operação e garantir capilaridade, o banco estabeleceu uma parceria de longo prazo com a 30e, um dos principais players de entretenimento ao vivo no país. Essa colaboração garante a presença recorrente do Itaú no calendário cultural, abrangendo diversos gêneros musicais e regiões do Brasil.
Rodrigo Montesano, superintendente de experiência e conexões de marca do Itaú, pontua que a relação foi desenhada para transformar o patrocínio em uma atuação contínua. “Ao unir a expertise da 30e na operação de grandes turnês com o Itaú como banco oficial, o Itaú Live estrutura uma presença que dialoga com diferentes fandoms e gerações ao longo do ano”, afirma.
Pepeu Correa, CEO da 30e, reforça o amadurecimento do mercado brasileiro, que hoje é rota obrigatória de turnês mundiais. “Na 30e, essa atuação é sintetizada no conceito Delivering Happiness, que organiza nossa operação a partir das experiências do público, dos artistas e das marcas. Ao colocar o fã no centro e estruturar o mercado de forma recorrente, criamos valor consistente para todo o ecossistema”, analisa Correa.
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Privalia aposta em shoppertainment e caça ao tesouro urbana para o Mês do Consumidor

Para o Mês do Consumidor de 2026, a Privalia estruturou uma campanha integrada que subverte a lógica tradicional de descontos, transformando o mês de março em uma jornada de entretenimento e interatividade. A estratégia conecta o ecossistema digital à experiência física por meio de três frentes complementares, desenhadas para estimular a descoberta e o engajamento recorrente no app.
A engrenagem central da campanha é a Hora Inimaginável, uma dinâmica que cria janelas de oportunidade com duração de apenas 60 minutos dentro da plataforma. Durante períodos selecionados, benefícios exclusivos entram no ar por tempo limitado, incentivando o monitoramento constante das notificações push e das redes sociais da marca.
No ambiente offline, a varejista aposta na Caçada Inimaginável, uma ativação que transforma as principais capitais do país em um tabuleiro de caça ao tesouro. Durante 24 horas, influenciadores parceiros escondem QR Codes em pontos estratégicos das cidades, compartilhando pistas em tempo real via Stories. O primeiro consumidor a localizar e escanear o código desbloqueia um cupom de R$ 1 mil, posicionando o público como protagonista de uma experiência de marca no espaço urbano.
Complementando a narrativa, a iniciativa Prilover Indica fomenta a geração de conteúdo espontâneo. O público é convidado a compartilhar sugestões de produtos em seus perfis e, ao marcar a Privalia, concorre a novos cupons, ampliando o alcance da campanha para audiências orgânicas.
“Nosso desafio foi evoluir a lógica da data e transformá-la em uma experiência que combina descoberta, entretenimento e oportunidade dentro de uma mesma narrativa. Ao incorporar o conceito de shoppertainment, pensamos cada ponto de contato como parte de uma jornada capaz de engajar o consumidor de forma mais ativa e participativa”, comenta Mayra Palacios, CMO da Privalia Brasil. Segundo a executiva, a integração entre o online e o offline visa construir uma conexão real e interações frequentes durante todo o mês.
A campanha, idealizada pela Monks com desdobramentos de relações públicas pela Loures, reserva ainda momentos de pico promocional. O ponto alto ocorre em 13 de março — data que a companhia assume como seu próprio Dia do Consumidor. Na ocasião, a Privalia inverte a lógica da superstição da “sexta-feira 13”, posicionando-a como um momento de sorte inimaginável com descontos progressivos para os usuários atentos.








