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Transamérica Expo Center lança oficialmente o SER Longlife Learning

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Organizadores e alguns nomes que palestrarão no SER Longlife Learning reuniram-se, na última segunda-feira, 31 de janeiro, para apresentar o evento e seu conceito inovador. Tendo como tema central “Consciência – Um novo paradigma”, a iniciativa combinará de maneira pioneira teoria e ensinamentos de como aplicar alguns conceitos para aprimorar performance profissional e alcançar equilíbrio emocional no dia a dia.  Além de Márcia De Luca, curadora do evento;  os palestrantes João Pacifico, CEO ativista do Grupo Gaia; Helena Galante, jornalista e criadora do podcast Jornada da Calma; e Fernando Gabas, empresário nas áreas de educação e saúde; juntara-se a Alexandre Marcilio (Diretor Geral) e Renata Camargo (Gerente de Desenvolvimento e Novos Negócios), do Transamérica Expo Center, para apresentar a iniciativa.

Durante o encontro, também foi anunciada a série especial do podcast “Praticando o bem viver”, que será dedicada exclusivamente às principais temáticas e para apresentar os nomes que compartilharão seus conhecimentos no SER Longlife Learning, que acontece nos dias 7 e 8 de junho e é promovido pelo Transamérica Expo Center.  Ao todo serão 18 episódios.

Segundo Márcia De Luca, o longlife learning, por incentivar o aprendizado contínuo e ser aplicado na prática no dia a dia,  é um conceito que tem conquistado cada vez mais força. São crescentes o número de pessoas e também de técnicas que têm atuado no sentido de colaborar para a transformação e para a construção de um novo paradigma, cruciais no atual momento em que vivemos, marcado não só pela pandemia, mas pelo stress, competitividade, insegurança e medo. “Se continuarmos nesse pique será muito difícil seguirmos. Mas, como para todo problema tem uma solução, o SER quer ser essa solução”, explicou.

A curadora ressaltou ainda que o evento não doutrinará e, sim, inspirar as pessoas e ajudá-las, não só a enxergarem suas reais potencialidades, mas também mostrando o quanto o mundo lá fora depende da nossa transformação individual. “Apenas 10% do nosso potencial é utilizado  e para atingirmos esse campo de pura potencialidade precisamos desenvolver a consciência. E existem pessoas com alto poder espiritual que podem nos ensinar isso e são elas que estarão conosco nesse evento com a proposta de reaprendermos”.

Helena Galante, que mediará um dos painéis do evento sobre medicinas e abordagens integrativas, reafirmou a importância de eventos como esse para a busca da felicidade e do bem-estar. Segundo ela, é preciso que as pessoas entendam, cada vez mais que os caminhos devem convergir. Ou seja, a medicina integrativa, a ciência e a espiritualidade caminham juntos e podem aproximar-se.

“Alguns itens são necessários para o sucesso. A intenção é um deles e, este evento tem isso muito claro. Um propósito muito bonito, expansivo, incluir  todas as pessoas. A disciplina é outro. Estamos começando a plantar uma semente e vamos cultivá-la não só até o evento como nas próximas edições e para isso é preciso disciplina e determinação. Até porque somos pioneiros. E o terceiro item é o tempo. Precisaremos de paciência, porque não é uma coisa mudará de uma hora para outra. Queremos que todos esses insights que acontecerão nos dois dias de evento perdurem. Estou otimista e genuinamente animada de participar disso”, ressaltou.

João Pacifico, complementou a respeito da importância de romper ciclos e sobre o fato de SER, trata-ser de uma importante ferramenta para isso, pois reúne em um mesmo ambiente pessoas e conhecimentos distintos, tanto na parte teórica, como prática. Pacífico é um dos painelistas que participará de uma discussão que  abordará as emoções positivas, a felicidade e como o poder do pensamento é importante nesse sentido.

“Acredito ser possível criar a consciência de diversas formas e não só da maneira como as pessoas têm feito e que continuam a machucar-se. Temos tendência de repetir comportamentos. E isso precisa ser mudado. É muito importante mostrar para as pessoas que existem outros caminhos e que não precisamos seguir padrões que outros percorrem. No atual cenário, temos que trocar a competição pela colaboração; inserir a atitude de compaixão na vida das pessoas, o amor tem que estar na empresa. É preciso que os líderes entendam que tem que ser de outra forma, não pelo ego de fazer diferente, mas sim porque será bom para todos”, complementa.

Já Fernando Gabas, que além de participar de uma mesa redonda sobre  o  poder do momento presente, fará uma explanação sobre viver em Flow enfatizou que muitas pessoas hoje em dia não levam uma vida plena e feliz e o que único caminho de melhorar isso é através da consciência. “Essa é uma excelente oportunidade de mostrar uma nova forma de atuar no mundo e de reunir palestrantes com várias facetas, com várias abordagens que podem ajudar a despertar a consciência, que, por sua vez, ajudará a construir um mundo bem  melhor. Um evento como esse é uma maneira de naturalmente transformar as ações das pessoas, de fazer com que elas saiam desse sentimento de egocentrismo, muito voltado a si mesmo e comecem a perceber que faz parte da natureza um grande senso de interconexão. Ou seja, de que ele não é isolado e sim parte de uma sociedade e que tudo isso tem que ser cuidado”, finalizou.

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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

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A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.

De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.

Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.

Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.

Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”

A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.

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School of Rock e Galinha Pintadinha lançam acampamento musical de férias para o público infantil

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A School of Rock, rede de escolas de música, e a Galinha Pintadinha, um dos maiores fenômenos do entretenimento infantil global, anunciaram uma parceria estratégica para o lançamento do Camp Musical Galinha Pintadinha. O programa de colônia de férias é voltado para crianças de 2 a 8 anos e combina musicalização infantil, oficinas de artes manuais e dinâmicas corporais, trazendo uma grade de atividades adaptada para o ritmo e as necessidades de cada faixa etária.

As atividades presenciais ocorrerão nas unidades da School of Rock em todo o país ao longo dos meses de julho e agosto de 2026, aproveitando o período do recesso escolar. O projeto pedagógico foi estruturado em três módulos específicos: uma imersão de três horas direcionada para bebês de 2 anos (acompanhados pelos responsáveis) e cronogramas de cinco dias consecutivos para as turmas de 3 a 5 anos e de 6 a 8 anos.

Durante a semana de atividades, as crianças terão a oportunidade de interagir de forma prática com uma grande variedade de instrumentos musicais, englobando desde itens de percussão e musicalização básica, como pandeiros e xilofones, até os instrumentos tradicionais de uma banda de rock, como guitarras, baterias e teclados. A programação inclui rodas cantadas que unem o cancioneiro popular às faixas de sucesso da Galinha Pintadinha, além de oficinas de artesanato focadas no desenvolvimento da coordenação motora fina e da percepção rítmica.

Paulo Portela, CEO da School of Rock, ressalta a sinergia institucional que motivou o projeto de live marketing educacional. “A parceria reúne duas marcas que têm a música como elemento central de suas atividades. Enquanto a Galinha Pintadinha faz parte do universo infantil por meio de canções e personagens conhecidos do público, a School of Rock desenvolve um método de ensino baseado na prática musical e na performance coletiva.”

O grande diferencial do acampamento de férias é a preparação de um pocket show de encerramento. Ao longo dos dias de imersão, os pequenos músicos ensaiam arranjos simplificados das canções da personagem para se apresentarem diante de seus pais e familiares no último dia do programa.

A performance coletiva coloca as crianças no papel de protagonistas da própria banda, utilizando os instrumentos explorados durante as oficinas. Mais do que celebrar o encerramento da colônia de férias, o minishow funciona como uma poderosa ferramenta de brand experience afetiva para as famílias, proporcionando aos participantes o primeiro contato com a dinâmica de uma apresentação musical em grupo e estimulando a autoconfiança e a socialização desde a primeira infância.

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