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Campanha da UVIBRA, criada pela e21, quebra estereótipos sobre vinhos

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Com a pandemia, o consumo de vinho explodiu no Brasil. No acumulado dos últimos 12 meses, houve um crescimento  de mais de 19%, totalizando 509,6 milhões de litros. Só o vinho fino teve incríveis 118% de alta nas vendas, seguido pelo espumante, que teve 15% e o vinho de mesa, com elevação de 8%. Ou seja, o brasileiro escolheu a bebida como companheiro para ficar em casa durante este período.

E um dos fatores que pode ser um inibidor desse crescimento está no próprio hábito de tomar a bebida. Há um preconceito no inconsciente popular de que existe um momento especial para se apreciar um bom vinho brasileiro. Ou uma comida certa e específica para cada tipo de vinho. Ou um recipiente correto.

Pensando nisso, a e21 e a UVIBRA/CONSEVITIS criaram um grande movimento que visa mostrar justamente o contrário. De que o que importa é beber o vinho, seja do jeito que for. Porque o vinho brasileiro é tão rico, adaptável e combina com todas as ocasiões, harmonizando com o que se queira harmonizar e o principal: pode ser apreciado por todo mundo.

Com o conceito “Vinho pode tudo. E tudo pede vinho”, a ação de marketing é uma abordagem multiplataforma criada pela e21 que engloba desde filmes para tv aberta até conteúdos com influenciadores.

“A ideia aqui foi quebrar estereótipos mesmo. Usamos a abordagem que outras bebidas, como a cerveja, já utilizam: beber em qualquer lugar, com alegria, mostrando diversidade e simplicidade. Porque durante décadas, fomos expostos a uma propaganda que criou uma imagem aristocrática e elitista do vinho. Isso funciona com um tipo muito específico de consumidor. Mas afasta um grande potencial de consumidores que pode até não conhecer muito de vinho, mas está disposto a beber muito mais e considerar a bebida como consumo diário. É com esse público que a campanha quer conversar.” afirmam Fernando Garros e Daniel Ramos, Diretores de Criação da e21 e responsáveis pelo planejamento e execução da campanha.

“Vinho pode tudo. E tudo pede vinho”

Por falar em campanha, as estrelas dela são brasileiros comuns e diversos, em situações do dia a dia, onde o vinho e o espumante entram como coadjuvantes dos bons momentos em família e com amigos, criando uma atmosfera leve, colorida e muito alegre.

O carro-chefe por assim dizer de toda a ação é um filme rodado no Rio de Janeiro em diversos pontos que representam locais e situações nas quais os brasileiros vão se identificar: a praia, o bar, o almoço de domingo, a pizza em casa, a loja de conveniência, o parque e claro, o restaurante.

A campanha ainda conta com conteúdos de influenciadores, como uma série com o comunicador Luciano Potter da RBS chamada O Vinho da Gente, onde ele aborda situações do cotidiano onde o vinho entra na vida de sua família.

Também foi criada uma web série com quatro episódios para YouTube com a curadoria da UMAMI de São Paulo, produtora de conteúdo especializada em vinho, também desmistificando o consumo da bebida, além de editorias nas redes sociais abordando a democratização do consumo do vinho brasileiro junto aos mais diferentes momentos da vida.

Influenciadores digitais

Por falar em influenciadores digitais, foram filtrados e escolhidos propositadamente aqueles que não pertencem ao mundo do vinho ou da gastronomia, reforçando o viés democrático da campanha, como Cecília Aldaz , Flora Cruz, Guilherme Cury, Daiana Nasteoli, Capitão Zeferino, Palomita, Pamela Soul, Luisa Accorsi, Mohamadi Hindi dentre outros.

Segundo Fernanda Kubiack, Diretora de Negócios na e21, “a ação toda visa mostrar para todos os brasileiros que o vinho feito no Brasil pode ser apreciado com ou sem regras, por qualquer um. Por isso, a campanha mostra uma alegria, uma descontração e uma leveza que não estávamos acostumados a ver no universo da bebida até então. Nesse ponto, há uma grande disrupção de abordagem”.

Os filmes estão nos canais de tv  fechados (GNT, Bis, Off, MultiShow, Sport TV)  e CNN, e abertos (SBT Brasil e RBSTV Porto Alegre), além de várias rádios. Os conteúdos também estão nas plataformas digitais com anúncios em Globo.com, GZH, YouTube e nas redes sociais da UVIBRA/CONSEVITIS no Instagram e Facebook.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Iniciativa “Open To Help” mobiliza profissionais da comunicação em torno da escuta ativa e mentoria de carreira

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As recentes transformações no mercado da publicidade e do marketing têm redesenhado as dinâmicas de contratação, mas um movimento criado de forma espontânea pelo publicitário Fábio Rebouças — diretor criativo associado do Omnicom Media Brazil — começou a jogar luz sobre um diagnóstico sensível da indústria criativa: mais do que a complexidade em conquistar uma recolocação, os profissionais sentem falta de serem ouvidos pelo mercado.

A constatação ganhou tração a partir do projeto “Open To Help”, iniciativa que teve início com uma publicação despretensiosa no perfil pessoal de Rebouças no LinkedIn. No texto, o executivo oferecia voluntariamente uma hora de mentoria para apoiar profissionais em transição de carreira. O que nasceu como uma ação pontual converteu-se rapidamente em uma rede informal de acolhimento corporativo, conectando profissionais de agências de publicidade, live marketing, design, audiovisual, relações públicas, jornalismo e tecnologia.

Em apenas três semanas de projeto, Rebouças conduziu 28 mentorias individuais e gratuitas. Os encontros são realizados inteiramente fora de seu expediente formal, ocupando janelas de tempo durante as noites, finais de semana e feriados. Mais do que uma revisão técnica de portfólios ou ajustes de currículo, as sessões revelaram um comportamento sistêmico do mercado de recursos humanos das agências. “A completa sensação de abandono nos processos de recrutamento apareceu em praticamente todas as conversas. As pessoas sentem uma necessidade enorme de serem ouvidas. Muitas vezes, elas não procuram apenas uma vaga, mas alguém disposto a escutar sua trajetória, seus desafios e ajudá-las a enxergar possibilidades novamente”, avalia Fábio Rebouças.

A publicação original superou a marca de 38 mil impressões na plataforma de negócios, gerando mais de 660 reações e centenas de comentários. O movimento de networking já colhe os primeiros resultados práticos de conversão: dois participantes das mentorias conquistaram recolocações formais no mercado a partir das conexões, direcionamentos e revisões táticas promovidas durante os encontros.

Sem uma metodologia rígida ou promessas comerciais, o “Open To Help” foca em um ativo escasso no ambiente corporativo: a disponibilidade para a escuta. O projeto é aberto a qualquer profissional do ecossistema de comunicação, bastando acionar o idealizador via mensagem direta no LinkedIn para alinhar a agenda.

A capilaridade da iniciativa já conectou criativos de diversas regiões do país, mapeando profissionais em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Curitiba e Porto Alegre, além de cidades do interior como Maringá (PR), Poços de Caldas (MG), Birigui (SP) e a região da Chapada Diamantina (BA). A repercussão começou a atrair o apoio de outras lideranças do setor, como Bruno Höera, CEO da Portland, e André Dainesi, fundador da Descola, que manifestaram intenção de somar esforços para estruturar os próximos passos do projeto.

O planejamento para os próximos meses prevê a expansão do ecossistema através de encontros presenciais, visando estreitar os laços comunitários e potencializar as trocas de experiências. O avanço do “Open To Help” dialoga diretamente com o momento de alta mobilidade profissional global: dados do LinkedIn indicam que mais de 220 milhões de usuários já utilizaram o selo “Open to Work”, enquanto pesquisas da rede apontam que 58% dos profissionais planejam movimentar suas carreiras a curto prazo, chancelando a urgência de iniciativas focadas em inteligência social e empatia no ambiente corporativo.

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Goleiro Vozinha capitaliza ‘hype’ da Copa 2026 e faz sua estreia no mercado de marketing de influência

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O goleiro Vozinha, um dos grandes nomes da surpreendente campanha de Cabo Verde na Copa do Mundo de 2026, estendeu seu sucesso para muito além dos gramados. Após viralizar globalmente devido às suas atuações e ao seu carisma marcante, o atleta realizou sua primeira postagem publicitária nesta terça-feira, 30 de junho, em um vídeo focado no segmento de games de futebol. O movimento consolida o goleiro de 40 anos como um verdadeiro fenômeno midiático digital, acumulando uma audiência que já ultrapassa a marca de 17 milhões de seguidores em seu perfil oficial no Instagram.

Atualmente sem clube e ciente de que sua trajetória nos gramados se aproxima do fim devido à idade avançada, Vozinha encontra no ecossistema digital uma alternativa estratégica para estender sua relevância e faturamento. Contudo, o mercado publicitário levanta o questionamento: esse fenômeno das redes sociais é apenas um viral passageiro ou pode se estruturar como uma marca pessoal duradoura? Fabio Gonçalves, especialista em marketing de influência e diretor de talentos da agência Viral Nation, realizou uma análise sobre o futuro comercial do atleta.

De acordo com o especialista, o diferencial de Vozinha em relação a outros atletas do Mundial não reside apenas em sua performance técnica, mas na construção espontânea de um personagem que gera identificação popular imediata. “O hype, por si só, tem prazo de validade. O que pode tornar o caso do Vozinha duradouro é a capacidade de transformar esse momento de atenção em uma narrativa consistente. Ele virou um símbolo de carisma, história, identificação popular e um contexto muito forte, que é representar uma seleção que conquistou o mundo pela surpresa. Agora, para deixar de ser apenas um fenômeno passageiro, ele precisa ter estratégia e frequência, entendendo que audiência não é a mesma coisa que comunidade.”

O agente de influenciadores alerta que o erro mais comum de figuras que ganham projeção meteórica é tentar monetizar todas as oportunidades de forma desordenada, sem critérios de posicionamento. Para garantir longevidade, o goleiro precisará diversificar seus pilares de conteúdo — abordando bastidores do esporte, superação, a cultura de Cabo Verde e a rotina de atleta —, desvinculando sua imagem da dependência exclusiva do meme da Copa.

Embora o futebol de elite seja associado a salários astronômicos, essa não foi a realidade da carreira de Vozinha, que construiu sua trajetória fora das principais ligas do planeta. Por essa razão, a internet desenha-se como sua principal fonte de receita para o futuro, embora o retorno financeiro recorrente exija profissionalização. “Não é porque você ganhou milhões de seguidores que automaticamente diversas marcas vão te procurar. Seguidores abrem portas, mas o que gera dinheiro de forma recorrente é credibilidade, engajamento, consistência e capacidade de se conectar com marcas sem perder autenticidade. A primeira publi é um sinal de mercado, mas o próximo passo é provar que ele consegue manter interesse quando a Copa sair do centro das atenções”, pondera Gonçalves.

O grande trunfo comercial do cabo-verdiano é ter entrado na conversa pública de forma 100% orgânica. Marcas focadas em estratégias de live marketing e embaixadores buscam justamente personagens com essa capacidade nativa de gerar conexão emocional. O desafio central da equipe de gerenciamento do atleta será filtrar as propostas recebidas, recusando campanhas que possam desgastar sua imagem e focando em parcerias que façam sentido para o seu propósito de longo prazo, transformando a vitrine global do Mundial em uma nova e lucrativa fase profissional.

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