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Coca-Cola lança sua nova campanha de Natal na plataforma Real Magic

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Para celebrar a conexão e empatia entre as pessoas, a Coca-Cola lança hoje sua tradicional campanha de Natal. Neste ano, a campanha ressalta que a magia do Natal acontece nos momentos simples e inclusivos. Ancorada em um curta dirigido por Sam Brown, da Rogue Filmes, juntamente com dentsuMB RU, a campanha incentiva a gentileza humana, destacando a importância da solidariedade nos dias atuais.

“A Coca-Cola tem uma ligação significativa com essa época do ano, o que faz com que sejamos conhecidos por muitos como ‘a marca que criou o Papai Noel’’. Desde a primeira campanha de Natal da marca, lá em 1920, até os dias de hoje, criamos campanhas que nascem de uma verdade do consumidor. Dessa vez, queremos celebrar a importância da conexão e empatia entre as pessoas”, conta Poliana Sousa, líder de Coca-Cola na América Latina. “Esta é nossa primeira campanha de Natal com a nova filosofia da marca Coca-Cola, ‘Real Magic’. Com uma mensagem simples e inspiradora de positividade e realismo, a ação visa lembrar que tudo o que precisamos para ter um Natal mágico é compartilhar momentos com a comunidade e com aqueles que amamos”, completa Manoro Arroyo, Diretor Global de Marketing da Coca-Cola.

Traduzido para o Brasil pela WMcCann, o filme será divulgado através de uma série de ativações em canais digitais, incluindo parcerias com influenciadores e estará disponível em um novo formato, com dois minutos de duração, assim como em uma série de versões mais curtas em mais de 90 mercados pelo mundo.

Sobre o curta:

O conto inspirador mostra a chegada de um garoto com sua mãe a um novo apartamento. A inexistência de uma lareira na locação mexe com os sentimentos do protagonista, que entende que a falta de uma chaminé implica na ausência da visita do Papai Noel.

Motivada pela possibilidade de um Natal incompleto, o garoto começa a construir uma chaminé com caixas de papelão. Os vizinhos, tocados pela imaginação e esforços do garoto, se juntam a ele para o ajudar a terminar a construção a tempo para o Natal.

No fim, todos se reúnem ao redor da mesa de natal e compartilham não somente de uma refeição natalina, mas também da magia em torno da comemoração.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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