Conecte-se com a LIVE MARKETING

Empresa

Outback anuncia que clientes poderão entrar na espera sem sair de casa e implementa serviço de reserva de mesas

Publicado

em

Outback anuncia que clientes poderão entrar na espera sem sair de casa e implementa serviço de reserva de mesas
Os restaurantes Outback Steakhouse e Abbraccio acabaram de anunciar a implantação de uma facilidade digital muito pedida por seus clientes: agora é possível reservar mesa de forma online ou colocar o nome na lista de espera digital mesmo antes de chegar aos restaurantes, até antes de sair de casa. Os serviços, criados pela Tagme, já estão disponíveis em todos os mais de 100 restaurantes da marca no Brasil, em mais de 40 cidades Ao utilizar o benefício, o cliente pode acompanhar o status de evolução de sua posição na lista de espera e receberá um aviso via SMS assim que a mesa estiver pronta. Para utilizar a facilidade, basta acessar o link disponível na bio dos perfis oficiais no Instagram (@OutbackBrasil e @AbbraccioRestaurante). As reservas também podem ser feitas diretamente pelo Google, buscando o nome do restaurante.

“Em pesquisas recentes tivemos 66% dos clientes manifestando desejo de entrar na espera antes de sair de casa. Desta forma, evoluímos para a implementação do serviço em parceria com a Tagme e ele já está disponível”, diz Andrea França, gerente de Consumer Insights e Produtos Digitais da Bloomin’ Brands, detentora das marcas Outback Steakhouse e Abbraccio Cucina Italiana . “Ter acesso ao cardápio digital enquanto aguarda também foi um dos pedidos dos clientes e isso também já está disponível dentro da ferramenta de reservas online”, diz.

A disponibilidade de reserva pode variar por restaurante, por dia da semana e horários de acordo com o fluxo. Os horários e número de pessoas nas mesas para reservas e espera remota obedecerão os protocolos de segurança de combate ao Covid-19 estabelecidos pelos Governos e órgãos responsáveis.

“Nos 12 anos de trajetória da Tagme, já conseguimos levar nossas soluções digitais para mais de 2 mil restaurantes de todo o Brasil, incluindo grandes redes e casas estreladas. Atender ao grupo Bloomin’ Brands, com Outback e Abbraccio, sempre foi uma de nossas maiores metas. Agora, o nosso sentimento é que este marco qualifica a empresa para atender a qualquer restaurante no mundo”, diz João Paulo Alves, CEO da Tagme.
A Tagme é pioneira no que diz respeito a conectar os restaurantes ao público de maneira fácil, intuitiva e integrada, proporcionando dados valiosos sobre o consumo dos clientes – o que permite que os estabelecimentos invistam mais acertadamente nas experiências que oferecem. Com 12 anos de expertise, a startup tem atendido os melhores restaurantes do país, encabeçando o aprimoramento do setor de hospitalidade e gastronomia. A parceria com o grupo BBI vai acelerar e expandir o processo de evolução dos produtos e serviços que a Tagme provê, como sistema de CRM (Customer Relationship Management), reservas e espera multicanais; menu digital; carta de vinhos digital com mais de 150.000 rótulos, entre outros.

“Nascemos para atender as necessidades dos restaurantes, com uma oferta de serviços que foca em omnicanalidade. Disponibilizamos ferramentas que individualizam a base de dados gerada e que ainda ajudam na comunicação com o cliente através de e-mail e sms personalizados”, conta Alves.
Continue lendo
Clique para comentar

You must be logged in to post a comment Login

Deixe uma resposta

Empresa

TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

Publicado

em

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

Continue lendo

Empresa

Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

Publicado

em

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

Continue lendo