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Ambev e YouGreen instalam ponto de compra de material reciclável em São Paulo

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Ambev e YouGreen instalam ponto de compra de material reciclável em São Paulo
Em parceria com a cooperativa considerada modelo, a YouGreen, a Ambev implementou um novo Ponto Verde, em São Paulo, para incentivar a cultura da reciclagem e a conversão desses materiais em geração de renda. A aposta da companhia no projeto desenvolvido pela cooperativa pretende facilitar o acesso das pessoas que encontram na reciclagem sua fonte de remuneração, a partir da compra direta, sem intermediários.

O Ponto Verde, instalado na região Oeste, no bairro Barra Funda, funcionará das 9h às 17h. Os materiais coletados são vidros, PETs, embalagens plásticas (garrafas, frascos, potes, etc), latas de alumínio, papéis, entre outros. Os valores convertidos são depositados em um cartão, entregue no momento da troca, e pode ser sacado em qualquer caixa eletrônico da cidade. Até o final do ano, mais um Ponto Verde será instalado na região Norte e, até 2022, a Ambev pretende ampliar a instalação dessas estruturas em mais locais da cidade.

Todo o volume coletado é direcionado à YouGreen Cooperativa, que conta com um modelo de eficiência operacional e geração de postos de trabalho para contribuir com o ecossistema da Economia Circular. Para Roger Koeppl, fundador da YouGreen Cooperativa, “o Ponto Verde é uma alternativa de geração de renda, por meio da valorização dos materiais recicláveis a um preço justo. Esse projeto foi criado como uma possibilidade de aumento de renda para catadores e pequenos empreendedores para lidarem com o impacto econômico da pandemia. Com a ampliação dos locais na cidade, a YouGreen conseguirá beneficiar um maior número de pessoas e recolher uma grande quantidade de materiais de volta para a indústria, fomentando a economia circular.”

“A parceria com a YouGreen faz parte de uma das formas que estamos investindo para atingir o nosso compromisso de embalagem circular. Fomos pioneiros ao estabelecer, em 2018, metas ambiciosas para gerar impactos positivos ao meio ambiente e à sociedade. Acreditamos no modelo do Ponto Verde pela possibilidade de ampliar o acesso a pontos de venda do material, diminuindo intermediadores e resultando em impacto positivo na renda dessas pessoas”, conta Nayara Baccan Pereira, Gerente de Sustentabilidade da Ambev. Para conectá-los os catadores a esse ponto de coleta, o Cataki, plataforma digital que aproxima catadoras e catadores autônomos aos locais de coleta, será parceiro nesse projeto piloto na região Oeste.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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