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Brasileirão mobiliza apostadores pela internet

No Brasileirão, o mais importante torneio de futebol do País, as oportunidades para os apostadores que desejam fazer seu lance são várias
A Série A do Brasileirão chega à nona rodada e muitos brasileiros já descobriram que, além do prazer de acompanhar as partidas e torcer por seu clube do coração, podem ganhar algum dinheiro por meio de apostas pela internet, bastando para isto um simples aparelho celular e acesso à web. No mais importante torneio de futebol do País, o Brasileirão, as oportunidades para quem deseja fazer seu lance são várias.
Com o avanço da tecnologia de aparelhos móveis e a regulamentação das apostas online em dezembro de 2018 o número de apostadores em nosso País cresceu bastante. No ano seguinte à legalização da atividade no Congresso Nacional nada menos que R$ 7 bilhões foram movimentados no Brasil em apostas esportivas por meio de pelo menos 200 casas nacionais e estrangeiras especializadas.
Empresas como a gigante Bet 365, líder mundial no segmento de casas de apostas, e a também conceituada betclic já estão no mercado brasileiro há algum tempo e com planos de expansão. O mercado no País é um dos maiores do mundo, com sua gigantesca população de mais de 200 milhões de habitantes e a grande paixão pelo futebol.
Além de fazer uma aposta no Brasileirão os milhões de clientes da 22Bet em todo o mundo podem também fazer seus lances em torneios como Copa do Brasil, campeonatos estaduais, Copa Libertadores da América, Sul-Americana, campeonatos nacionais na Europa – Premier League, La Liga da Espanha – e muitos outras competições futebolísticas.
Para se iniciar neste divertido e potencialmente segmento a pessoa precisa ter no mínimo 18 anos de idade e fazer um cadastro no próprio site da casa de aposta. Os jogadores podem fazer isto por meio de um computador pessoal (PC), notebook ou smartphone. A qualidade da plataforma das maiores empresas do ramo é excepcional em ambas as opções à disposição dos apostares.
Logo que ingressa o cliente tem acesso a um bônus de boas-vindas que torna sua “iniciação” no mundo das apostas online muito mais interessante. Nestes sites há informações detalhadas sobre o desempenho recente de equipes e atletas que estarão participando de um determinado evento. São dados como número de gols, artilheiros, desempenho de primeiro tempo, pontos fortes e fracos em cada setor do campo.
Muitos também estão fazendo apostas em partidas da Copa América, que está chegando às fases decisivas. Os clientes podem apostar tanto na seleção que considera a favorita ao título, quanto no placar dos jogos, resultado de intervalo, artilheiros, quantos gols cada equipe marcará etc.
Além de jogar em eventos relacionados ao futebol, como o Brasileirão, os usuários também podem optar por lances em partidas de vôlei, futebol americano, basquete, hóquei e corridas de Fórmula 1. Em empresas como a Betclic e a betclic, por exemplo, são sempre centenas de eventos à disposição dos apostadores em todo o mundo.
Tais empresas têm um inteligente sistema de odds (cotações) para quem quiser saber mais sobre os favoritos e azarões de cada evento e quanto lucrará caso sua aposta seja bem-sucedida em uma partida de futebol ou outro esporte.
O serviço de atendimento ao cliente está disponível no idioma português e a pessoa pode se comunicar por meio de um chat 24 horas no próprio site, e-mail ou telefone. Com certeza ninguém fica sem resposta em alguma demanda feita às empresas.
Concluindo, destacamos que a segurança das maiores casas de apostas é atestada por meio de certificados de licenciamento em mais de um país e um sofisticado sistema de criptografia que impede a ação dos indesejáveis hackers e de possíveis fraudadores. Além de legal, apostar é seguro e divertido. Já há no Brasil quem consiga arrecadar mais de R$ 5 mil mensais com apostas e faça do segmento sua principal fonte de renda. Agora é ir em frente e fazer sua aposta. Boa sorte, o jogo já vai começar!
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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