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Hershey’s entra no mercado de bebidas quentes

A Hershey’s, gigante americana de chocolates, anuncia a sua entrada no mercado de bebidas quentes com leite e café. A novidade acontece um ano depois que a marca chegou ao mercado brasileiro de chocolate para uso profissional, com a marca Hershey’s Professional, seguindo a estratégia de ampliar as ocasiões de consumo de seus produtos e diversificação de categorias.
Os inconfundíveis sabores Hershey’s Ao Leite e Hershey’s Cookies’N’Creme estão disponíveis ao público agora em versão Achocolatado, Capuccino e Moccaccino. As bebidas quentes serão oferecidas em parceria com a Gran Coffe, líder no segmento de café, bebidas quentes e alimentos por meio de máquinas na América do Sul. Além de Hershey’s, as bebidas a base de café gourmet serão feitas com a marca Café do Centro, para garantir um produto final de excelência para o consumidor.
A parceria entre as marcas visa atender os segmentos Food Service, OntheGo e Office, como lojas de conveniência, lanchonetes, hospitais, aeroportos e escritórios. Entre os clientes que já oferecem as bebidas quentes Hershey’s está a OXXO, rede mexicana de varejo de proximidade do Grupo Nós, que chegou ao Brasil já disponibilizando os novos sabores em suas primeiras lojas, inauguradas em Campinas e Jundiaí no estado de São Paulo, para atender ao público que busca a praticidade de produtos “grab and go”. A rede tem a expectativa de abrir 500 lojas em 3 anos.
“A entrada no mercado de bebidas quentes é mais um avanço para ampliarmos as ocasiões de consumo dos produtos Hershey’s. Com esses lançamentos, passamos a oferecer mais seis deliciosos produtos, além de estarmos presentes em mais momentos da rotina de nossos consumidores, ao alcance da mão”, comenta Matheus Moreira, Head de Food Service da Hershey.
No início do último ano, a companhia apresentou a linha de produtos que marcou sua entrada no segmento de Food Service. A Hershey’s Professional traz um portifólio com chocolates, coberturas fracionadas e gotas forneáveis, que já podem ser encontrados nas prateleiras dos principais atacadistas e lojas especializadas do segmento.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







