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Porto Seguro lança campanha institucional e reforça que é muito mais do que uma seguradora

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Entre as prioridades dos tempos atuais, o que todo mundo quer é se sentir mais seguro. Com o slogan “Quem tem Porto, tem”, a Porto Seguro lança sua nova campanha institucional para apresentar seu portfólio amplo e completo de produtos, que vão muito além do Seguro Auto. Criada pela GUT São Paulo, a primeira fase da campanha – que circula entre os dias 27 e 29 de abril – estreia esta semana no intervalo do Big Brother Brasil.

Aproveitando este alcance nacional, com uma linguagem muito próxima do universo BBB, mesmo não sendo uma das patrocinadoras, a Porto inovou em um formato de mídia RTR (Real Time Responding). A empresa reforça aos expectadores que oferece diversos produtos e serviços pensados para atender o cliente com facilidade, comodidade e praticidade. O posicionamento mostra que a Porto vai muito além de uma seguradora: uma marca para a vida das pessoas.

“O criativo foi desenvolvido para uma campanha institucional da marca, mostrando que a Porto tem muito mais do que o já consolidado seguro para automóveis”, explica Bruno Brux, ECD da GUT São Paulo.

A nova campanha destaca a atuação consistente da marca e trabalha para estimular a conscientização do consumidor sobre a importância de se ter uma vida cercada de facilidades, proteção e segurança.

A companhia oferece mais de 50 produtos com coberturas completas e benefícios diferenciados, que muita gente nem imagina, inclusive para serviços financeiros, demais serviços, seguros e saúde, a exemplo das coberturas para vida e residência, consórcio, investimentos, bicicleta e até para celular, além de assinatura anual de carro.

“Somos muito mais que uma seguradora, e queremos ser cada vez mais um porto seguro para todos com quem nos relacionamos e o conceito ‘Quem tem Porto, tem’ traduz muito bem a essência da marca, além, claro, de reforçar nossa atuação como um ecossistema de produtos para todos os principais momentos da vida dos brasileiros, em busca de levar sempre facilidade e a melhor experiência para o consumidor, afirma Luiz Arruda, diretor de Marketing da Porto Seguro.

O mote “Quem tem Porto, tem” será recorrente na comunicação da Porto Seguro, mostrando que os clientes têm muito mais motivos para se sentirem seguros. A GUT preparou uma campanha conceitual, estruturada em fases para cada um dos principais produtos que passam a ganhar mais visibilidade, posicionando a relevância da companhia no mercado e sua oferta de produtos e serviços variados.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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