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Clubhouse: saiba mais sobre como utilizar a rede social comercialmente

Atualmente, as redes sociais, como Instagram, Facebook, Twitter e Linkedin, são ferramentas fundamentais para a expansão do negócio na internet. Do mesmo modo, a nova rede social Clubhouse, promete contribuir para alavancar os negócios através na internet.
Embora, o crescimento das organizações nas atuais redes sociais não fique somente em número de seguidores, curtidas ou comentários.
Considerando que a IA dessas redes sociais estão em constante desenvolvimento, a forma como você utiliza as redes sociais, pode aumentar significantemente o alcance das postagens. Pois, o algoritmo dessas redes é capaz de direcionar seu conteúdo para o público desejado.
Contudo, o relacionamento com o público nas redes sociais, tende a ser superficial muitas vezes, visto que nem sempre ferramentas como comentários e DMs são capazes de contornar a situação.
Nesse sentido, a inovação na interação com o público nas redes sociais pode ser um diferencial para os negócios. Tanto os empreendimentos emergentes, quanto os consolidados no mercado podem apresentar uma melhora significativa com interações criativas.
Levando em consideração essa necessidade de inovar, a rede social Clubhouse surge como um novo recurso eficiente nesse sentido. Tanto que, investidores e empreendedores estão se dedicando para aprender cada vez mais sobre a nova ferramenta.
Tendo em vista que, através da troca de mensagens de voz, a proximidade com o público é elevada para um nível nunca alcançado anteriormente.
Nas salas virtuais existentes na rede social, um líder de uma empresa multinacional conhecida mundialmente, pode ministrar uma palestra sobre sua organização com enorme facilidade.
Em outras palavras, diversos workshops ocorrem simultaneamente na plataforma, com a troca de experiências agregando conhecimento em ambas as partes do diálogo. Tanto para quem está no palco da sala, quanto para quem está somente como ouvinte.
Como o Clubhouse pode alavancar seu negócio?
Dentre as principais formas que a rede social pode impulsionar sua marca, está principalmente o aumento rápido de seguidores em outras redes sociais. Visto que não existe chat privado no Clubhouse, a única forma de se comunicar através de texto com uma pessoa é através da DMs do Instagram e Twitter, que o usuário pode acrescentar em sua bio da rede social.
Sendo assim, é normal crescer repentinamente em outras redes sociais após passar minutos no Clubhouse. Tanto na quantidade de seguidores, quanto no número de mensagens diretas recebidas.
Dessa forma, a proximidade com o público e o alcance é aumentado significativa. Pois, as mensagens diretas trazem questões relevantes que aproximam o público do negócio, além de que os novos seguidores estão realmente interessados na marca.
Em outras palavras, eles irão interagir constantemente, o que demonstra para o algoritmo das redes sociais que seu negócio é relevante. Deste modo, a IA irá recomendar o perfil da organização para mais pessoas.
Além do mais, a experiência que o Clubhouse proporciona para o público é única. Ou seja, se a marca possibilitar que o usuário tenha uma experiência positiva na sala que ela organizou, o usuário tende a retornar para conhecer melhor a marca e se tornar cliente da organização.
Portanto, é fundamental que os negócios cheguem a rede social o mais rápido possível. Tanto pelo potencial de networking da plataforma, quanto pela oportunidade de conquistar novos clientes, de diferentes perfis, mas que sejam fiéis à marca.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Pré-Black Friday: Novembro já registrou 15 milhões de compras online e mais de 117 mil tentativas de fraude evitadas até quinta-feira, segundo Serasa Experian

A Black Friday, que antes se concentrava na última sexta-feira de novembro, hoje movimenta o varejo ao longo de todo o mês. Entre 1º e 26 de novembro, a Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, detectou 15.057.286 pedidos realizados no e-commerce brasileiro, que somaram R$ 8,5 bilhões em transações. Deste total, 117.968 foram identificados como tentativas de golpes, barradas tecnologias antifraude da companhia. Se efetivadas, poderiam ter causado perdas de até R$ 104.329.618,28 para lojistas e consumidores. O levantamento reforça a importância de estratégias robustas de autenticação e segurança.
Segundo dados da datatech, na semana da Black Friday de 2024 foi registrado um aumento de 260% na criação de páginas de phishing em comparação às demais semanas do mês. O método é um tipo de golpe digital em que criminosos simulam sites ou comunicações oficiais de empresas para enganar os usuários e capturar dados sensíveis, como senhas e informações de pagamento. Diante da expectativa de movimentação intensa no e-commerce em 2025, o alerta permanece: este é o momento em que o consumidor deve redobrar os cuidados com a segurança online.
Dicas para empresas:
• Estabeleça políticas internas de segurança da informação e oriente colaboradores sobre boas práticas, como o uso de senhas fortes e a participação em treinamentos de conscientização.
• Adote criptografia na transmissão de dados para proteger informações sensíveis de clientes e da empresa contra interceptações.
• Implemente soluções antifraude para minimizar riscos financeiros e reputacionais. Contar com especialistas e tecnologias dedicadas torna sua empresa mais preparada para lidar com golpes sofisticados.
• Utilize a prevenção em camadas como estratégia central. Ferramentas combinadas atuam em diferentes pontos da jornada digital e são essenciais diante da evolução constante das fraudes.
• Invista em soluções que se atualizem continuamente, garantindo a veracidade dos dados e maior resiliência contra novas ameaças.
• Conheça o comportamento do seu usuário e reduza fricções na jornada digital, sem comprometer a segurança.
• Trate a prevenção à fraude como fator de competitividade: soluções bem orquestradas aumentam a segurança, reduzem perdas e melhoram a experiência de compra.
O levantamento realizado considera somente as transações realizadas entre 1 e 26/11/2025 analisadas pela Serasa Experian.
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Tirania da média na Black Friday: Por que métricas agregadas escondem prejuízos reais

A Black Friday é um dos poucos consensos do e-commerce brasileiro: todos fazem, os consumidores esperam e as metas do último trimestre dependem disso. Por isso, mais do que decidir participar, o desafio está em estruturar ações que gerem volume sem cair na perigosa ‘Tirania da Média’ — campanhas que geram vendas imediatas a um custo médio aceitável, mas comprometem a rentabilidade futura ao mascarar o desempenho individual de cada canal.
“O cenário está posto. Consumidores condicionados a esperar descontos, concorrência acirrada e todas as marcas disputando atenção ao mesmo tempo”, afirma Caio Motta, cofundador da Elementar Digital, agência de marketing especializada em performance orientada por dados. “Marcas que não participam perdem relevância e market share. O desafio real é jogar bem esse jogo de maneira analítica – e isso começa muito antes do desconto chegar no site.”
Nesse contexto, um dos principais equívocos ainda é analisar o período apenas por métricas agregadas, como CAC (Custo de Aquisição de Cliente) médio, ROAS (Retorno sobre o Gasto com Anúncios) geral ou faturamento total. Segundo Motta, essa leitura consolida demais a performance e esconde o que realmente funciona.
“Um Custo de Aquisição de Cliente (CAC) médio de R$ 80,00 pode parecer aceitável. No entanto, ao analisar os dados por grupos específicos de clientes (cohorts), você pode descobrir que clientes atraídos na Black Friday por um canal em particular têm um CAC de R$ 60, mas nunca mais compram. Por outro lado, clientes com um CAC de R$ 100 podem fazer novas compras em 45 a 60 dias”, detalha Felix Bohn, sócio da agência. Fica claro, então, que é essa análise detalhada e segmentada que diferencia uma Black Friday que apenas desperdiça dinheiro de outra que realmente forma uma base de clientes sólida.”
A partir desse entendimento, a mídia de performance passa a ser uma alavanca estratégica, não apenas tática. “Muitas marcas aumentam budget de forma linear em todos os canais esperando retorno proporcional. Não funciona assim”, comenta Motta. Ele reforça que a alocação deve ser guiada por dados históricos – quais canais, públicos e formatos trouxeram clientes de maior valor e maior lift de vendas. Além disso, a estrutura de funil precisa ser respeitada: campanhas de awareness não podem ser medidas com o mesmo ROAS de campanhas de conversão direta. Como resume Bohn, “é preciso ter paciência no topo do funil e ser cirúrgico no fundo.”
Entretanto, mesmo a estratégia de mídia mais sólida não se sustenta se a operação não acompanha. Atrasos na entrega, rupturas de estoque e instabilidades no site se transformam rapidamente em detratores, e esse custo, segundo os especialistas, é muito maior do que uma venda perdida. “A gente vê isso todo ano: marcas que explodem em vendas na sexta-feira e, na segunda, já estão apagando incêndio no SAC”, comenta Motta. Testes de carga, estoques planejados com margem de segurança e logística dimensionada para cenários extremos são, portanto, medidas essenciais para proteger margem e reputação.
A visão de curto prazo também impede que as marcas enxerguem o verdadeiro impacto da Black Friday. Para os profissionais, o sucesso do período não se mede em novembro, mas em março, junho e até o próximo novembro. “Todo mundo comemora quando bate a meta de faturamento, mas o jogo real acontece depois”, diz Bohn. Ele explica que é preciso monitorar quantos clientes adquiridos na Black Friday recompram no ano seguinte, qual foi o LTV (Lifetime Value) desse cohort comparado ao de períodos normais e qual a taxa de churn (perda de clientes ou receita) em seis meses. Essa disciplina é o que diferencia marcas que tratam a data como liquidação daquelas que a utilizam como aquisição estratégica.
Quando essa visão orientada por dados se consolida, aliada a mídia inteligente, operação preparada e promessas que a marca consegue cumprir, a Black Friday deixa de ser apenas um pico de vendas e passa a funcionar como alavanca real de crescimento. “A diferença está em trocar o imediatismo por visão de longo prazo”, resume Bohn. “Quando você estrutura a estratégia pensando no contexto de longo prazo, não em transações isoladas, equilibra volume com qualidade de cliente. E aí sim a Black Friday vira o que deveria ser: um acelerador do negócio”, conclui.









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