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Turma da Mônica e Amigos do Bem se unem para transformar vidas

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Por acreditar que todos podemos contribuir para uma sociedade melhor, a Mauricio de Sousa Produções em parceria com a instituição Amigos do Bem está contribuindo para mudar milhares de vidas no sertão nordestino. A Turma da Mônica se une à instituição, que fornece projetos de educação trabalho, água, moradia e saúde para milhares de famílias desde 1993.

Os personagens estamparão sacolas ecológicas produzidas por mulheres de comunidades carentes do sertão, e apresentam quatro estampas diferentes, combinando cores e expressões da Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão. Os produtos são 100% solidários e feitos com PET reciclado nas oficinas de costura do projeto. Além de boas para o meio ambiente, as sacolas geram renda para centenas de mulheres e suas famílias, impulsionando o desenvolvimento de locais extremamente pobres do nosso país.

Segundo Mônica Sousa, diretora executiva da MSP, o compromisso da empresa vai muito além de levar entretenimento às famílias brasileiras. Parceira da instituição, a Mauricio de Sousa Produções considera, além da alimentação, o acesso à educação, água, moradia e saúde essenciais para todo cidadão. “A parceria com a Amigos do Bem vai ao encontro das diretrizes de nossa empresa. A presença de Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão nas sacolas faz jus ao nome do projeto que é tão importante para milhares de pessoas, mostrando que eles também são amigos para o bem!”, pontua Mônica.

Toda a renda gerada com a venda dos produtos será destinada à educação de milhares de crianças carentes do sertão. São mais de 10 mil crianças e jovens que recebem educação de qualidade nas escolas e centros de transformação da instituição e, hoje, podem enxergar um novo futuro, repleto de oportunidades.

As sacolas podem ser adquiridas nas lojas do Grupo Pão de Açúcar em todo o país.

Para mais informações, acesse amigosdobem.org ou ligue para (11) 3019-0100.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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