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Designer brasileiro do FIFA será mentor de design para games da Mentorama

Para a nova geração: quem nunca sonhou em trabalhar com o seu game favorito? Entrar no mercado de trabalho não é fácil, e a indústria de games é bastante concorrida, mas não desista! Como inspiração, Gilliard Lopes é o mais novo integrante do time de mentores da Mentorama, empresa de educação que oferece cursos online em áreas como Web e UX Design, Programação e Game Dev.
Gilliard é Designer de games da Eletronic Arts (EA), e integra o time responsável pela criação do FIFA, uma das franquias mais populares do mundo. Carioca, de Niterói, trabalhou por dez anos no mercado nacional, até que em 2008 foi recrutado pela FIFA, para trabalhar como game designer na sede da Electronic Arts em Vancouver, Canadá. Hoje ele é um importante contribuidor criativo e técnico na EA, participando do desenvolvimento dos últimos 15 jogos da franquia FIFA.
Sua estreia como mentor da Mentorama será no próximo dia 12, com um webinar gratuito aberto ao público a partir das 20h sobre caminhos para o mercado internacional de games. Se interessou? Para participar é fácil, basta ir para a inscrição do webinar.
“Convidamos o Gilliard após uma extensa pesquisa de mercado para encontrar os melhores profissionais brasileiros da área de desenvolvimento de jogos. Nosso projeto o agradou muito, pois ele já vinha planejando entrar no mercado de educação. Ele chegou num momento da carreira em que acha importante compartilhar seus conhecimentos e sua experiência internacional”, afirma Luis Tauffer, diretor de marketing da Mentorama no Brasil.
Esta nova parceria está centrada em três projetos. Além do webinar inaugural, no qual você também pode participar, Lopes também oferecerá uma masterclass gratuita com conteúdo gravado no formato de mini curso, com dicas, curiosidades, processos criativos e um passo a passo de processos de produção, com a previsão inicial para janeiro. Já no último projeto com a Mentorama, Gilliard será mentor no curso de Game Design, que ensina a qualquer pessoa, com ou sem experiência na área, a se tornar um criador de jogos em apenas 8 meses.
O diretor de marketing da Mentorama no Brasil, Luis Tauffer, afirma que o instituto trabalha sempre para atrair quatro tipos de público: iniciantes do mundo dos games – aqueles que adoram games e querem fazer disso sua profissão, programadores iniciantes no desenvolvimento de jogos, programadores experientes de outras áreas que querem migrar para os games e modeladores 3D que querem criar jogos.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.









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