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Eventos poderão voltar seguindo protocolo de reabertura

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A Ampro – Associação de Marketing Promocional, bem como os players envolvidos com o mercado de eventos estão comemorando a assinatura do protocolo de reabertura dos setores de cultura da cidade realizada hoje pelo prefeito de São Paulo, Bruno Covas.

Entre os setores atingidos está o de eventos que vinha lutando para que isso acontecesse. Pela regra assinada está autorizada eventos para até 600 pessoas como convenções, seminários, workshops, palestras e feiras, mas as festas continuam temporariamente proibidas. Eventos que recebam um público superior a 600 pessoas precisarão de uma autorização especial da gestão municipal, mas o limite é para até 2 mil pessoas.

Durante a cerimônia, que contou com a presença do presidente executivo da Ampro, Alex Pagliarini, o prefeito Bruno Covas ressaltou que “muito mais do que ter a prefeitura falando o que deve e o que não deve ser feito num momento de retomada, parte do segredo tem sido ouvir cada setor que a gente tem autorizado a reabertura para dizer de que forma as regras de isolamento, de proteção às pessoas, aos clientes, aos funcionários devem ser observadas”.

No entanto Covas afirmou que a liberação depende da mudança da fase amarela do Plano SP de flexibilização econômica, para a verde. Isso deve acontecer no dia 9 de outubro. O decreto assinado pelo Prefeito, Bruno Covas, será provavelmente publicado em 13 de outubro.

O protocolo, no entanto, para que o setor já possa se preparar para retomar, já foi definido. As principais normas para eventos com até 600 pessoas são:

· Submeter todos os ambientes do estabelecimento a um intenso processo de desinfecção prévia;

· Submeter todos os funcionários, diariamente, à triagem rápida;

· Sugerir ao público a chegada com 1 hora de antecedência;

· Reduzir a ocupação do local para 60% de sua capacidade máxima;

· Se houver revista, só poderá ser feita por detectores de metais;

· Estimular a distância de 1,5 m entre os participantes, inclusive realizando marcações no piso nos locais onde são formadas filas, como nos balcões de atendimento, caixas de pagamento e sanitários;

· Se houver mesas, não poderão comportar mais do que 6 pessoas e deverão preservar um distanciamento mínimo de 1m entre cadeiras de mesas diferentes;

· Todos os clientes deverão sujeitar-se a medição de temperatura;

· Restringir o uso do elevador à pessoas com deficiência ou dificuldade de locomoção; · Instalar barreira de proteção acrílica nos caixas, balcões de atendimento, credenciamento, pontos de informação, recepções e similares;

· Organizar e comunicar que a saída do público será escalonada, evitando aglomerações.

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Prio aposta em simulador de realidade virtual durante temporada do musical Wicked no Rio de Janeiro

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A aproximação entre o mercado de entretenimento e o setor de energia ganhou um novo formato na temporada carioca do espetáculo Wicked. Uma das patrocinadoras responsáveis por trazer a produção musical pela primeira vez ao Rio de Janeiro, a Prio estruturou uma ativação imersiva baseada em realidade virtual para aproximar o público geral de suas operações offshore, ambiente comumente restrito aos profissionais do setor de óleo e gás.

A experiência tecnológica foi inspirada no clássico voo de vassoura retratado na história do musical. Ao utilizar os óculos de realidade virtual, os espectadores participam de uma jornada simulada que se inicia no rooftop da sede da companhia, localizada no bairro de Botafogo, e segue em direção ao litoral brasileiro, sobrevoando as plataformas de produção e os navios que integram a infraestrutura logística da empresa em alto-mar.

A iniciativa reflete o direcionamento estratégico da Prio em converter aportes culturais em experiências de marca proprietárias. Ao associar um elemento lúdico da peça teatral à rotina da companhia, a empresa utiliza a plataforma cultural como ferramenta de comunicação para traduzir conceitos de engenharia, tecnologia e inovação aplicados na extração de petróleo no país. “Grande parte do nosso trabalho acontece longe do olhar das pessoas. Aproveitamos um dos momentos mais marcantes de Wicked para criar uma experiência capaz de aproximar esse universo do público de uma forma leve, envolvente e acessível. Quando conseguimos transformar um tema complexo em algo que desperta curiosidade, criamos uma conexão genuína entre as pessoas e a nossa marca”, explica Olivia Richardson, head de comunicação e marketing da Prio.

A atração faz parte da plataforma institucional I Love Prio, divisão que centraliza os investimentos da companhia nos pilares de esporte, cultura e educação. O programa tem como diretriz apoiar projetos de democratização cultural e de incentivo social, utilizando essas frentes de visibilidade para desmistificar a complexidade operacional da indústria de energia e estreitar o relacionamento institucional com a sociedade.

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Keeper adota ações em bares universitários para aproximar soluções de governança financeira de estudantes

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De olho no comportamento de universitários preocupados com a transparência, a segurança e o controle do caixa de suas comissões de formatura, a fintech Keeper adota uma abordagem de campo para se conectar com esse público. A empresa tem estruturado ativações promocionais diretamente em bares próximos a faculdades, pontos de encontro tradicionais dos estudantes em momentos de lazer. O objetivo da estratégia de live marketing é estreitar o relacionamento e apresentar suas soluções em um ambiente descontraído.

A proposta de atuação se insere em um mercado de eventos estudantis caracterizado por movimentar quantias elevadas, mas que ainda convive com processos de arrecadação informais. Fundada em 2014, a Keeper atua no segmento de comissões de formatura em todo o país por meio de um modelo próprio de custódia e governança, estruturado para gerenciar e proteger os valores recolhidos pelas turmas ao longo dos anos de graduação.

A empresa contabiliza em sua base de atendimento mais de 200 mil estudantes, distribuídos em cerca de mil turmas de 350 instituições de ensino superior no território nacional. Esse volume de operações acompanha uma demanda crescente das comissões por ferramentas que mitiguem riscos de perdas e ofereçam maior clareza sobre o fluxo de caixa.

A plataforma funciona como um ecossistema financeiro para as comissões de formatura, permitindo a centralização de cobranças, o agendamento de pagamentos e o acompanhamento dos saldos em um ambiente integrado. Para garantir a segurança das transações, as movimentações financeiras exigem documentações comprobatórias de despesas e passam por processos de validação digital, com notificações em tempo real enviadas aos membros responsáveis.

Além do suporte tecnológico, a empresa oferece consultoria financeira contínua para as turmas. Esse acompanhamento técnico engloba desde o auxílio na interpretação jurídica de contratos com fornecedores e agências de eventos até estudos de viabilidade econômica das festas de colação e recepção. O suporte busca mitigar a falta de experiência dos jovens estudantes, que frequentemente assumem a responsabilidade de administrar orçamentos expressivos por ciclos que chegam a durar cinco anos.

“A formatura é um momento simbólico, mas o processo até ela envolve decisões financeiras complexas. Nosso trabalho é garantir que esse dinheiro esteja protegido, bem administrado e que todos saibam exatamente como ele está sendo usado”, explica Alexandre Kanaan, porta-voz da Keeper e especialista em governança financeira aplicada a formaturas.

A Keeper busca se posicionar como uma alternativa de prevenção de riscos em um setor que por vezes enfrenta problemas de gestão interna. Ao introduzir práticas de compliance e rotinas de educação financeira no ambiente acadêmico, a empresa visa oferecer previsibilidade para os estudantes, seus familiares e as comissões organizadoras durante toda a jornada universitária.

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