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Startup lança “Winn”, único aplicativo de cashback imediato para marcas e consumidores se comunicarem diretamente

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Cada vez mais, o shopper quer transparência e liberdade na sua relação com as marcas. E com o cashback não é diferente: ele deseja gastar o dinheiro recebido na hora, como e onde quiser. Ultrapassando as barreiras do segmento, chega ao mercado o Winn, um aplicativo gratuito de fidelidade premiada em que as marcas podem se conectar diretamente com o consumidor final, que pode incrementar a renda da família nesse momento de incertezas e dificuldades financeiras.

Por meio de um programa de recompensas direto, os usuários do APP precisam apenas validar os cupons fiscais das compras de qualquer estabelecimento comercial, seja no ponto de venda ou via compras online, para poder ganhar cashback imediato e concorrer a prêmios mensais em dinheiro. O aplicativo está disponível para Android e IOS, inicialmente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Como estratégia inicial para aumentar a base de usuários e demonstrar o conceito do programa de fidelidade, a plataforma estreia com duas marcas próprias, uma voltada para o varejo e outra para a indústria: a eMarket – um mercado eletrônico de cashback – que tem 500 produtos diversos cadastrados; e o My Place – um shopping eletrônico de cashback – com uma lista de 500 estabelecimentos comerciais de diferentes segmentos. O objetivo do Winn é atrair novas marcas da indústria e do varejo para criar um grande canal de cashback fidelizado das mais variadas marcas e, por consequência, conceder aos usuários oportunidades únicas de recompensas.

A campanha de lançamento do aplicativo contempla ações digitais, jingle em rádios, entre outras mídias. Para o lançamento do APP foram investidos R$ 2,5 milhões, com previsão de mais R$ 2,5 milhões para os próximos 12 meses. Com o chamado “novo normal”, as pessoas estão se rendendo cada vez mais ao digital e a tendência é aumentar o uso. Assim, a expectativa é muito boa para o Winn, que espera cadastrar mais 50 marcas até o fim de 2020, além de 200 mil usuários e ter 2 milhões de cupons validados.

Ainda que em isolamento social, pesquisas mostram que os consumidores têm comprado mais produtos essenciais no varejo físico e online durante a crise. De acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada em junho pelo IBGE, o setor de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo foi o único setor a crescer no indicador interanual, com aumento de 9,4%. O resultado se deve ao fato de que o setor foi considerado uma atividade essencial, o que manteve suas lojas físicas abertas durante o período de quarentena. Já o estudo da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico em parceria com a Konduto indica que no mês de abril, o crescimento acumulado do comércio eletrônico – de produtos físicos – alcançou 47%. A tendência de avanço se manteve no início do mês de maio na maioria dos setores analisados. Entre 23 de maio e 6 de junho, em contrapartida, houve queda no número de pedidos de diversos segmentos quando comparado à quinzena anterior, o que coincidiu com a flexibilização das medidas de isolamento social de algumas cidades brasileiras. Esta tendência se manteve no período entre 7 e 20 de junho. Ainda assim, os resultados de junho, quando comparados ao volume de pedidos pré-pandemia, é de aumento expressivo para a maior parte das categorias do comércio eletrônico nacional.

Fato é que, apesar do momento atual, as pessoas precisam fazer compras e nada mais animador que poder receber parte desse valor de volta, que é a proposta do aplicativo gratuito de fidelização. Próximas dos consumidores também em casa, as marcas participantes cadastram produtos ou estabelecimentos nos programas de fidelidade e determinam o percentual de cashback a ser pago. Do outro lado, o usuário faz o cadastro e já pode começar a ganhar dinheiro, basta registar todas as notas fiscais – com ou sem CPF – pelo leitor de QR Code ou código de barras do aplicativo.

Após ler o cupom fiscal, o algoritmo patenteado pela Winn fará a checagem das informações e autorizará o pagamento do cashback estabelecido. Com um conceito inovador de cashback, nesta plataforma o dinheiro é disponibilizado – após a validação do cupom, o que em geral acontece na hora – na conta WinnPay do usuário, que pode utilizá-lo como desejar: pagando contas pelo aplicativo, carregando crédito em celular pré-pago, doando para instituições de caridade cadastradas ou ainda pode transferir para outros usuários ou para conta de outro banco.

“Diferente do que existe hoje no mercado, o Winn tem uma Instituição de pagamento própria, que permite que o dinheiro esteja disponível automaticamente na conta do usuário, sem que ele precise acumular um valor determinado ou ainda que seja utilizado em um estabelecimento específico. Isso promove uma flexibilização do dinheiro que pode inclusive ajudar na renda familiar. Com o Winn, ele tem dinheiro na mão e total liberdade de uso, isso é cashback de verdade.”, explica Ricardo Lorenzo, sócio do Winn.

O usuário também pode ser bonificado ao comprar itens propostos nas ofertas, respondendo perguntas ou compartilhando posts das marcas nas redes sociais. A regra do APP é clara e simples: quanto mais o usuário interagir com as marcas na plataforma e validar seus cupons, maior a chance de ganhar. Além disso, à medida que o usuário aumenta o consumo nos estabelecimentos ou produtos cadastrados pelas marcas há um crescimento no seu nível de fidelização e, por consequência, no percentual de cashback.

Para evitar o uso indevido do aplicativo, um sistema antifraude detecta transgressões, como por exemplo, tentar validar cupons fiscais de terceiros, cupons de estados que ainda não participam do programa e querer validar um número superior ao permitido de cupons fiscais, sem CPF, de um mesmo estabelecimento, no mesmo dia.

A plataforma é a única que oferece um sorteio mensal de R$ 10 mil reais autorizado pelo Ministério da Economia, SECAP. A cada cupom fiscal validado, o usuário ganha um número da sorte para concorrer ao sorteio, válido apenas nos três estados de atuação do Winn. Quanto mais cupons, maior a chance de ganhar.

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Participação de vendedores americanos no volume de vendas internacionais do Mercado Livre quase triplica em 16 meses

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A representatividade dos vendedores norte-americanos no volume bruto de mercadorias (GMV) transacionado via cross-border no Mercado Livre avançou de 8,7% em abril de 2025 para 25,9% em agosto de 2026. Os dados constam em um levantamento realizado pela JoomPulse, plataforma de inteligência e análise de dados baseada em inteligência artificial. O movimento ocorre em um cenário no qual os itens de origem internacional já equivalem a 45,9% do catálogo ativo da plataforma de e-commerce e a 77,5% dos novos anúncios publicados.

A movimentação financeira associada ao segmento dos Estados Unidos registra um valor médio por pedido de R$ 352,00 — cifra 4,8 vezes superior à média dos vendedores oriundos da China, fixada em R$ 73,00. Apesar do avanço norte-americano, a China e Hong Kong permanecem na liderança da modalidade, respondendo por 71,9% do GMV cross-border do marketplace.

O estudo da JoomPulse monitorou 12 mil unidades de manutenção de estoque (SKUs) no Mercado Livre entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, cobrindo categorias como brinquedos, joias e vestuário. O levantamento indica que o volume de anúncios internacionais que geraram conversão de vendas cresceu 83 vezes no período, enquanto o número total de pedidos desses produtos aumentou seis vezes.

O desempenho do segmento internacional transcorre de forma paralela às reformulações na tributação de compras importadas no país. A legislação que trata da isenção do imposto de importação para encomendas de até US$ 50,00 abrange 94,25% dos pedidos e 68,78% do GMV cross-border. Para transações entre US$ 50,00 e US$ 3 mil, cuja alíquota máxima passou para 30%, concentra-se uma fatia de 5,75% dos pedidos, mas que responde por 31,22% do volume financeiro. Devido ao ticket médio superior, os vendedores dos Estados Unidos concentram suas operações predominantemente nesta segunda faixa.

A análise da consultoria não identificou oscilações nos preços finais ao consumidor após as adequações fiscais. O valor médio dos pedidos situados na faixa entre US$ 30,00 e US$ 50,00 manteve-se estável em R$ 193,00 ao longo de todo o período observado.

No que tange às categorias específicas monitoradas pela legislação — como brinquedos, joias, cosméticos e vestuário —, a participação do comércio internacional sobre o GMV total dessas áreas não apresentou elevação no trimestre encerrado em agosto. Em brinquedos e hobbies, o índice passou de 2,50% em maio para 2,18% em agosto; em joias e relógios, recuou de 2,10% para 1,05%; em beleza e cuidados pessoais, alterou-se de 1,46% para 0,95%; e no segmento de calçados, vestuário e bolsas, passou de 0,47% para 0,38%.

As condições de logística e entrega também figuram como fator competitivo no setor. Nas compras abaixo de US$ 10,00 — faixa que engloba 48,37% dos pedidos internacionais —, apenas 0,1% dos anúncios de fora do país oferecem frete gratuito, ante 73,0% dos vendedores nacionais. Nas faixas de preço acima de US$ 30,00, a oferta de gratuidade no envio se equipara entre itens locais e importados. “Em maio, mostramos que o crescimento do cross-border no Brasil havia começado antes da reforma tributária”, afirma Ivan Kolankov, chief executive officer (CEO) da JoomPulse. “Agora analisamos qual segmento está crescendo mais rapidamente do que os demais. Os sellers precisam entender em qual faixa de preço e categoria entrar, a que preço e sob quais condições de frete. As condições tributárias mudaram, mas de forma diferente entre as faixas de preço, e apenas o analytics pode mostrar onde uma vantagem de fato surgiu. Monitoramos de perto cada tendência e queremos permitir que todos os sellers baseiem suas decisões em dados.”

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Gad lança sétima edição do Gad Insights com análise sobre o futuro do branding e a relevância das marcas

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A consultoria de branding e design Gad’ apresentou a 7ª edição do seu estudo proprietário anual, o Gad Insights 2026. A pesquisa analisa as transformações no comportamento do consumidor ao longo do último ano e sintetiza suas conclusões em dez diretrizes direcionadas a apoiar empresas nas tomadas de decisão de gestão de marca e posicionamento de mercado.

Sob o tema “O Desafio da Relevância – Como continuar importando em um mundo indiferente?”, o relatório deste ano contextualiza um cenário marcado pelo avanço tecnológico, pela saturação de conteúdos e por um público mais impaciente. O levantamento argumenta que o atributo da diferenciação isolada perdeu eficiência, exigindo que as marcas demonstrem utilidade e propósito prático na rotina de seus públicos. “Em um mundo de alternativas abundantes, ser diferente não garante ser importante. É preciso considerar os consumidores em sua complexidade e construir experiências capazes de devolver sentido em um presente fragmentado. O report de 2026 mostra que ter uma marca forte talvez já não resolva todo o problema”, destaca Luciano Deos, chief executive officer (CEO) do Gad’.

A publicação anual, iniciada em 2020, já abordou tópicos como as reconfigurações de consumo na pandemia, a reputação corporativa e o storydoing em 2022, o conceito de marcas inteligentes em 2023, o fenômeno do overbranding em 2024 e a busca pelo resgate das origens das empresas em 2025.

Na edição atual, a pesquisa mapeia vetores de transformação no mercado global. O documento aborda a busca por autenticidade frente à padronização de materiais via inteligência artificial, o combate ao chamado FOMO corporativo — a tendência de marcas perseguirem movimentos passageiros sem sinergia estratégica — e a ascensão do Generative Engine Optimization (GEO), em resposta ao dado de que 58% dos consumidores globais utilizam IAs generativas em substituição aos buscadores tradicionais. “Vivemos a passagem de uma economia da atenção para uma economia da impaciência. Isso atravessa o consumo, mas também nossa relação com trabalho, conhecimento, entretenimento e até com outras pessoas. Diante de um mercado com tantas alternativas, ninguém quer mais ficar preso a algo, e a lealdade às marcas precisa ser reconquistada todos os dias”, observa Deos.

O estudo traz ainda recortes populacionais e econômicos, citando dados da empresa de arquitetura e design Gensler de que entre 15% e 20% da população mundial é neurodivergente, o que exige adaptações sensoriais no varejo físico. O levantamento destaca também a expansão da silver economy, voltada ao público com 60 anos ou mais — segmento que movimenta US$ 4,2 trilhões anualmente no mundo —, e aponta um estudo da BALT indicando que 77% dos consumidores brasileiros exigem evidências concretas para validar compromissos socioambientais anunciados pelas empresas. “Ser relevante hoje é resolver uma necessidade; continuar sendo relevante amanhã exige reconhecer que aquela mesma pessoa terá outro corpo, outra família, outros projetos e outras prioridades. O desafio é construir uma marca capaz de acompanhar essas mudanças, sem gerar dependência ou presumir que sua presença será imutável”, finaliza Deos.

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