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Finteh chega ao mercado nacional, indica a melhor maquininha para seu negócio e agrega todas as contas em uma única plataforma

A solução, site + app, facilita a consolidação e conciliação de movimentos de pagamentos com cartão e avalia de forma online se tudo que é vendido está sendo processado corretamente pelas adquirentes
A Joinkey, fintech criada para auxiliar os estabelecimentos comerciais na gestão e controle de vendas e recebíveis, chega ao mercado com investimento próprio e aporte na primeira rodada de investimentos realizada pela PagoLivre, empresa há mais de quatro anos no mercado nacional, especializada em pagamentos recorrentes. “Identificamos sinergia entre ambas as empresas e vamos apoiar a Joinkey com mentorias específicas, aporte financeiro, processamento de pagamentos, compartilhamento das áreas corporativas e carteira de clientes, elevando sua capacidade operacional e comercial”, explica Arthur Accioly, fundador da PagoLivre.
No primeiro ano, a Joinkey projeta alcançar mais de 100 mil clientes ativos com meta de faturamento de 1 milhão por mês, além disso, a perspectiva é triplicar esses números e atingir todas as regiões do país já no segundo ano. A solução consolida de forma sintética e analítica as principais maquininhas, aplicativos de deliveries e carteiras digitais do mercado, tais como BIN, CIELO, GETNET, PAGOLIVRE, PAGSEGURO, REDE, STONE, IFOOD, PICPAY, entre outras. E também disponibiliza diversas funcionalidades como um consultor digital que orienta e indica as melhores taxas, rankings das maquininhas, gráficos, analise do consumidor e verifica se tudo tudo que é vendido está sendo processado corretamente pelas adquirentes. “A dificuldade dos estabelecimentos é justamente consolidar e conciliar os recebimentos de várias maquininhas e ainda conferir o depósito de suas vendas. A Joinkey ajuda neste processo de uma forma simples, rápida e prática, disponibilizando gráficos e notificando os nossos clientes de qualquer desvio de processamento,”, explica Claudio Dias – CEO e Cofundador da Joinkey.
A Joinkey nasceu com o propósito de facilitar a análise das operações de pagamentos com cartões de crédito e débito, utilizando um algoritmo próprio. Essa iniciativa surgiu por demanda de um mercado que, segundo a ABECS, associação que representa o setor de meios eletrônicos de pagamento, transacionou 1,84 trilhão de reais por meio de cartões de crédito, débito e pré-pagos em 2019, o que representou um crescimento de 18,7% em relação ao ano de 2018. Diferente dos apps e plataformas existentes a Joinkey é a única que oferece seus serviços de maneira gratuita, inclusive a consultoria para contratação de taxas melhores para os estabelecimentos e todas as ferramentas para consolidar as contas de diferentes maquininhas com demonstração em tempo real das vendas e suas taxas.
Um app que conecta todas as contas
Disponível no Google Play para dispositivos Android ou diretamente pelo portal web para notebooks e desktops, a solução é totalmente gratuita e leve para baixar em smartphones. A solução conecta e consolida na hora, contas de diversas maquininhas, eliminando a necessidade do usuário de acessar vários sites ou aplicativos. A plataforma e o app seguem padrões de segurança que facilitam a gestão dos acessos às contas com navegação intuitiva e orientadora.
A Joinkey disponibiliza ainda uma análise completa do negócio, desde as vendas até a performance das decisões, como gráficos por bandeira, por tipo de pagamento, por taxas e comparativos de taxas. “Com a Joinkey é possível aferir de forma simples e rápida o valor e taxas processadas pelos adquirentes, verificando em tempo real se está de acordo com as taxas contratadas, fazendo projeções futuras, entre outras facilidades”, explica Rafael Moris, CIO e Cofundador da Joinkey.
Outra facilidade do app é a visualização por meio de gráficos em relação ao volume de vendas, valores de descontos, antecipações, vendas canceladas e taxas cobradas segmentadas em três categorias: vendas por bandeira, por tipo de pagamento (crédito, débito e voucher) e por maquininha. “Os gráficos auxiliam na tomada de decisões e na conferência dos valores auditados”, ressalta Moris.
Outro destaque da Joinkey são as funcionalidades de auditoria que analisam e notificam os usuários a cada venda processada, lançamento de valores a receber, cobranças e taxas indevidas. “Nossos clientes parametrizam diretamente pelo app em quais eventos desejam ser alertados. No momento da venda a inteligência por trás do nosso sistema analisa as taxas e alerta o cliente no mesmo instante, caso haja algum desvio”, conclui Dias.
A consultoria digital Joinkey permite o monitoramento eficaz das taxas cobradas de cada maquininha e disponibiliza informações relevantes para a gestão das vendas e aumento do faturamento, como por exemplo; ticket médio e perfil do consumidor, sempre de maneira rápida e detalhada.
Joinkey busca parceiros de negócios com remuneração de até 20%
Apoiando os empreendedores e trabalhadores autônomos em tempos de crise e alta no desemprego e visando otimizar a proposta de valor ofertada por grandes empresas e grupos corporativos, a Joinkey busca parceiros de negócios. “Desenvolvemos uma plataforma web específica para nossos parceiros e damos todo o suporte necessário para que possam gerir suas indicações e acompanhar seus resultados. Com essa estratégia no primeiro mês de operação obtivemos mais de 1,5 mil downloads e estamos em processo de fechamento de contrato com 2 grandes parceiros, que juntos levarão a solução da Joinkey para mais de 150 mil estabelecimentos do Brasil”, explica Dias. A remuneração pode chegar em até 20% sobre a receita total proveniente de assinatura, transação de vendas, aluguéis de equipamentos e taxas de antecipação de recebíveis realizadas pelos clientes Joinkey.
Para mais informações e cadastro acesse o site www.joinkey.com.br
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
Clique aqui para ver o estudo completo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








