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50% Menos açúcar e menos marketing marcam campanha de FYS

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O refrigerante FYS, do Grupo HEINEKEN, apresenta nova fórmula com 50% menos açúcar do que a média da concorrência, sem abrir mão da refrescância e do sabor. O produto também aposta na diferenciação dos sabores desta categoria, por meio das variações Limão Siciliano, Tônica com toque de Limão Siciliano, Laranja Pera e Guaraná da Amazônia, comercializadas exclusivamente em porções individuais – latas de 350ml.

Para comunicar o novo atributo da marca, a agência AlmapBBDO criou a campanha “50% Menos Açúcar e menos Marketing”. O conceito criativo faz um contraponto à publicidade da categoria, que tende a levar os consumidores a escolhas irracionais. “Além de trazer um benefício relevante, que é a redução de açúcar, FYS está chegando ao mercado com uma comunicação irreverente, ousada e criativa brincando com os efeitos do excesso de marketing nas campanhas”, explica Bruno Piccirello, Gerente de Marketing de marcas não alcoólicas do Grupo HEINEKEN.

Um filme de 75 segundos (Assista), produzido por O2 Filmes e com trilha da Jamute, chama atenção para a necessidade de menos propagandas clichês que associam refrigerantes com pipoca a um programão ou celebridades sedutoras.  “Contém Menos Marketing é aquele tipo de campanha que pouquíssimas marcas podem fazer. Tem que estar disposto a abraçar o discurso de challenger, a trabalhar com ironia e a desconstruir códigos consagrados e repetidos a exaustão por marcas que têm muito share a perder”, justifica Fernando Duarte, Diretor de Criação da AlmapBBDO.

A campanha “50% Menos Açúcar e menos Marketing” é veiculada no digital e na TV por assinatura, sendo desmembrada em desafio no TikTok com a ativação de influenciadores. A abrangência envolve as regiões Sudeste e Sul do país, além de Salvador.

Ficha Técnica
Agência: AlmapBBDO
Anunciante: HEINEKEN bebidas não alcoólicas
Cliente: FYS – refrigerante do Grupo HEINEKEN
Campanha: FYS. 50% menos açúcar e menos marketing
CCO: Luiz Sanches
Diretor de criação executivo: Andre Gola e Pernil
Diretor de Criação: Fernando Duarte e Henrique Del Lama
Criação: Erick Willmer, Giba Mendes, Matheus Loretti, e Mauro Maeda
Atendimento: Christiano Bock, Mariana Nanes, Heitor Pereira, Vanessa Lopes, Camila Teles e Miquéias Ramos
Planejamento: Sergio Katz, Rafael de Andrade, João Marques, Larissa Simões, Inaeh Souza
Mídia: Luana Gallizzi, Fernanda Bolzan, Angelo Dell’Árciprete e Felipe Benevides
Produção audiovisual: Vera Jacinto, Diego Villas Bôas e Paula Buzzi
Produtora Filme: o2 Filmes
Diretor: Ian SBF
Produção Executiva: Rafael Fortes e Flavia Zanini
Diretor de Fotografia: Vinicius Brum
Assistente de Direção: Ju Pellegrino
Atendimento Produtora: Rejane Bicca, Luiz Braga e Patricia Aguiar
Montagem: Rafa Costa
Colorista: Luca Leocadio
Finalizadoras: Rosa Felix e Leticia Bina
Coordenador de Pós Produção: Felipe Andriolo
Assistente Coord. Pós Produção: Rafaela Bitencourt
Produtora de Som: Jamute
Produção Executiva de Som: James Pinto
Produtor: James Pinto e Luciano Nunes
Engenheiro de Som: Fernanda Galetti, Otavio Bertolo e Rafael Laurenti
Atendimento: Kiki Eisenbraun e Sabrina Geraissate
Coordenação: Juliana Zuppo e Leo Vieira

Agência: iPROSPECT (RED STAR – Hub Heineken) – Mídia Digital
Estratégia e execução de mídia digital iProspect (Red Star – Hub Heineken)
Diretora Executiva de Negócios: Caroline Bassi
Diretor de Negócios: Thiago Fernandes
Gerente de Negócios: Gioconda Ferraz e Aline Licen
Supervisora de Negócios: Ana Melo
Diretor de Estratégia: Lucas Callile
Diretor de mídia: Rodrigo Vieira
Supervisor de mídia: Rafael Vizona
Analista de mídia: José Teixeira
Supervisor de mídia programática: Sulamita Vidal
Analista de mídia programática: Milene Duarte

Aprovação do Cliente: Giovanna Abreu, Luisa Oliveira, Luiza Henriques Guimarães, Williane Vieira, Bruno Piccirello, Juliana  Magalhães, Eduardo Picarelli, Carina Hermida, Nabil Nasser.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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