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5 maneiras de impulsionar o seu negócio no começo do ano

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Depois de um ano cheio de conturbações e dificuldades inesperadas, 2020 está acabando e mais um ano se iniciará. Junto disso, há pessoas que buscam as melhores formas para começar o ano já impulsionando o seu negócio digital para superar a crise causada pela pandemia do coronavírus. Uma das soluções é buscar estratégias para vencer os desafios e ter sucesso em um mercado tão concorrido. De acordo com o Relatório Setores do E-commerce no Brasil, divulgado pela Conversion, o e-commerce brasileiro registrou 1,28 bilhão de acessos apenas no mês de outubro – um aumento de 9,7% comparado ao mesmo período de 2019.

Números como esses apontam a importância de apostar em estratégias para alavancar os negócios, visto que o mercado digital está cada vez mais concorrido. O Alex Vargas, empreendedor digital com mais de 800 mil inscritos em seu canal no YouTube, é essencial apostar em novos métodos para ganhar espaço, já que o cenário mais impactado pela pandemia foi o da transformação digital. “Uma das minhas principais dicas é investir em estratégias de SEO, em que são trabalhadas técnicas dentro do próprio site para melhorá-lo e atrair mais buscas. As técnicas devem ser aplicadas nos sites ou conteúdos para ajudá-los a ficarem melhor posicionados”, explica.

Pensando nisso, o especialista aponta cinco métodos para começar o ano impulsionando os resultados do seu negócio. Confira:

1 – Escale o seu negócio: para começar a escalar e crescer o negócio é importante entender a necessidade de investir e reinvestir em tráfego. “A verdade é que o negócio online se resume ao tráfego. Quem tem mais tráfego, vende mais. Então se o seu negócio não tem grandes resultados, provavelmente é porque o seu tráfego não está sendo o suficiente. Pensando nisso, é importante pensar em pegar parte do faturamento do negócio e reinvestir em tráfego. É uma ótima forma para alcançar mais pessoas e resultados”, entende o especialista.

2 – Invista em marketing: para quem deseja conquistar um público fiel, a principal iniciativa deve ser aplicar o marketing de conteúdo e de relacionamento. “O principal objetivo do marketing de conteúdo é criar e divulgar conteúdos para o público-alvo da empresa, fazendo com que os clientes criem uma identificação com a marca. Enquanto isso, o marketing de relacionamento se baseia em criar uma relação de confiança com o público para que ele acredite no seu negócio e no que ele oferece e seja fiel a ele. Essa é uma ótima forma de fazer com que o negócio seja uma referência para o consumidor”, complementa.

3 – Audiência: este conceito se baseia em criar uma lista de pessoas que acompanham o seu negócio para atingir sempre que necessário, é o principal ponto para manter o negócio em pé. “Há algumas formas de listas que podem ser criadas, como listas de e-mails, listas feitas nas redes sociais, grupos de whatsapp e notificações push. Para quem tem blog, as listas podem ser criadas a partir de quem acompanha o seu conteúdo. Essa é uma das principais formas para criar uma maior comunicação com o público, podendo sempre enviar conteúdos sobre o seu negócio e ofertas, e conquistando resultados ainda maiores”, acredita Vargas.

4 – Construção: para qualquer pessoa é necessário pensar em estratégias a longo prazo para que o negócio tenha consistência e não saia de alta. “Quando todo o seu trabalho está voltado para investir em campanhas de marketing, os resultados do negócio começam a se basear nisso. Então, se você deixa de investir o dinheiro, consequentemente seus resultados caem. Isso não é sustentável. É importante pensar em estratégias a longo prazo, como criar um canal do youtube, ter um blog com conteúdo voltado para o seu público ou até mesmo investir nas mídias sociais. O essencial é nunca focar somente em tráfego pago e separar um tempo para construir coisas que irão funcionar por um tempo maior”, explica.

5 – Tenha consistência: esta é uma ótima dica para quem deseja atrair cada vez mais público utilizando buscas no Google. “Não importa os processos feitos, se não houver consistência, nada funciona. É importante entender que este é o primeiro passo para grandes coisas. Estar todos os dias trabalhando, construindo e empilhando seus conteúdos é uma forma de manter o público que já tem, além de conseguir atrair ainda mais pessoas e resultados para o seu negócio”, conclui Alex Vargas.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Engenharia de dados torna-se a “espinha dorsal” para combater ROIs ilusórios no marketing digital

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No ecossistema do marketing de performance, um cenário de “fantasia” tem se tornado comum nas apresentações de resultados: a Meta reivindica 50 conversões, o Google Ads exige crédito por outras 40 e o TikTok por mais 30. No entanto, o sistema de e-commerce revela a realidade fria do caixa com apenas 80 vendas efetivas. Esse fenômeno, causado pela sobreposição de atribuição onde diferentes plataformas clamam para si o mesmo cliente, é o desafio que a engenharia de dados busca resolver ao estabelecer uma Single Source of Truth (Fonte Única de Verdade).

Para Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em marketing orientado por dados, esse desalinhamento é um risco estrutural que pode levar empresas a tomarem decisões baseadas em custos de aquisição maquiados. “Operações que crescem rápido tendem a quebrar primeiro na mensuração. Quando a base de dados é inconsistente, qualquer tentativa de otimização vira um chute”, alerta o executivo.

A solução para evitar que o marketing opere em um vácuo de realidade está na construção de uma arquitetura de mensuração robusta. Isso envolve estruturar como os dados são coletados e organizados ao longo de toda a jornada do usuário, garantindo que o clique de terça-feira no Instagram e a busca no Google na quinta-feira sejam compreendidos como parte de um único caminho de conversão.

Um dos conceitos centrais apresentados por Bohn é o tracking, o rastreamento técnico das interações por meio de eventos padronizados. Quando ações como visitas, installs ou preenchimento de formulários são organizadas sob regras claras, a empresa ganha consistência na leitura de dados. A criação de uma single source of truth consolida essas informações em um ambiente confiável, eliminando as discrepâncias entre o que as ferramentas de anúncio dizem e o que a conta bancária da empresa mostra. “Esse processo costuma incluir verificações sistemáticas para garantir a qualidade e a integridade das informações coletadas”, aponta o sócio da Elementar Digital.

Além disso, a rastreabilidade ponta a ponta permite mapear as chamadas micro-conversões — etapas intermediárias como adicionar um produto ao carrinho ou assistir a um vídeo. Esse mapeamento detalhado identifica gargalos no funil de vendas com precisão cirúrgica, permitindo ajustes que realmente impactam o resultado final.

Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de confiar nos próprios números separa as operações perenes daquelas que colapsam sob o peso do próprio crescimento. Para o especialista, a engenharia de dados é o herói invisível por trás das campanhas de sucesso. “O que separa operações que escalam daquelas que colapsam não é o volume de investimento, mas a capacidade de confiar nos próprios dados. Sem isso, não existe decisão inteligente. A engenharia de dados não aparece no criativo nem na campanha, mas é ela que garante que cada real investido tenha uma direção clara. Sem essa base, crescimento não é escala, é instabilidade”, conclui Felix Bohn.

Com a consolidação dessas práticas, o setor de live marketing e publicidade digital caminha para uma maturidade onde a transparência dos dados sobrepõe-se às métricas de vaidade, garantindo que a estratégia de negócio esteja ancorada em fatos, e não em algoritmos de atribuição conflitantes.

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Gestão contextual de mídia torna-se pilar estratégico para marcas durante a Copa do Mundo 2026

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Com o início oficial da Copa do Mundo marcado para 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, o mercado publicitário global se prepara para o que deve ser o maior pico de audiência digital da história. O torneio não apenas mobiliza torcidas, mas incendeia as redes sociais com bilhões de interações em tempo real, criando um dos ambientes mais valiosos — e desafiadores — para o brand experience. Segundo Edvaldo Silva, diretor regional na América Latina da Zefr, empresa de verificação e contextualização de mídia, o sucesso das marcas dependerá de uma gestão de campanhas significativamente mais sofisticada.

O volume de dados impressiona: o relatório Culture in Play, da We Are Social North America, já registrou mais de 767 milhões de conversas sobre o mundial desde janeiro, gerando bilhões de impressões. Esse cenário transforma plataformas como YouTube, TikTok e Meta em campos de batalha pela atenção do consumidor, onde jogos, memes e transmissões paralelas ditam o ritmo do engajamento. “Eventos globais como a Copa do Mundo criam uma avalanche de conteúdo nas redes sociais. Para as marcas, isso representa uma enorme oportunidade de alcance, mas também exige maior inteligência na gestão das campanhas para garantir que os anúncios apareçam ao lado de conteúdos alinhados aos seus valores e posicionamento”, afirma Silva.

Para o executivo, o conceito tradicional de brand safety (segurança da marca), que foca em evitar conteúdos estritamente negativos, já não é suficiente. A discussão evoluiu para o brand suitability (adequação da marca), que busca garantir o alinhamento contextual fino. Em um ambiente impulsionado por vídeos e recomendações algorítmicas, um anúncio pode ser exibido ao lado de conteúdos sensíveis, como debates políticos ou notícias de última hora, que, embora não sejam “proibidos”, podem estar desalinhados com a imagem da empresa.

Silva alerta que o risco aumenta durante o torneio, quando a conversa sobre uma partida pode rapidamente derivar para temas controversos ou desinformação. “Sem uma análise mais contextual e contínua, parte do investimento pode acabar sendo direcionada a conteúdos que não refletem os valores ou os objetivos de comunicação da marca”, explica o diretor.

Um dos principais obstáculos para as marcas é a rapidez com que as tendências ganham escala. Replays e conteúdos virais inesperados moldam o contexto em questão de segundos. Por isso, a análise não pode ser apenas textual, baseada em palavras-chave, mas deve considerar elementos visuais e narrativas complexas. “Evitar conteúdos inadequados é apenas o primeiro passo. O desafio hoje é ir além da análise textual e também avaliar elementos visuais e narrativas para equilibrar a visibilidade de alto impacto com contextos seguros e adequados durante um momento cultural relevante”, reforça o especialista da Zefr.

Apesar da complexidade operacional, a Copa do Mundo de 2026 permanece como a “vitrine de ouro” para a construção de marca no ambiente digital. A conclusão do setor é clara: em um ecossistema cada vez mais dinâmico, as marcas que conseguirem combinar a escala massiva do evento com um controle contextual rigoroso serão as que transformarão a alta atenção do público em resultados reais de negócio.

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