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25 anos de Tomb Raider: Um marco na história dos games

Praticamente todos que cresceram nos anos 90 e 2000 conhecem Lara Croft. Com o boom dos consoles de videogame e, especialmente com a ascensão do clássico Playstation, um dos jogos mais populares foi Tomb Raider.
Este ano, a franquia completou 25 anos de trajetória, que não se limitou apenas aos jogos eletrônicos. Foram livros, filmes, cosplays e inúmeras inspirações que vieram da jovem exploradora.
Para comemorar, a Insight Editions lançou um livro em edição especial que mostra as receitas culinárias mais tradicionais dos locais onde Lara já se aventurou. Japão, México, França, Egito, Inglaterra… como deve imaginar, a lista é extensa.
Lara foi uma das primeiras figuras femininas a ganhar papel de destaque em videogames. Corajosa, exploradora e ousada, sua aparição – inspirada em Indiana Jones – foi uma porta de entrada para um universo onde garotas podem ser o que quiserem, como arqueólogas ou gamers. Seu surgimento levantou debates importantes sobre a igualdade de gênero na mídia.
No cinema, Lara apareceu primeiro em 2001 através de Angelina Jolie, que possibilitou que sua imagem fosse mais divulgada e prestigiada pelo público. Mais tarde, em 2018, uma outra versão foi lançada com base na nova geração da franquia: a Survivor, interpretada por Alicia Vikander.
Além disso, Tomb Raider foi um marco cultural porque tornou possível que as pessoas olhassem para a evolução da tecnologia e da indústria gráfica na programação.
Mesmo depois de seu primeiro lançamento em 1996, a Square Enix continua trabalhando Lara Croft para novos públicos. Quem não se lembra dos icônicos peitos triangulares da personagem nos primórdios da franquia?
Com certeza esses 25 anos não serão os únicos de Lara Croft. Isso porque sua presença não ficou restrita ao passado, mas é constantemente homenageada e renovada para a atualidade. Enquanto existir uma indústria de games, o retrato da inglesa sempre estará lá como um exemplo.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos








