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Yuri Mussoly é a nova diretora executiva de criação da DPZ&T

A criação da DPZ&T começa o ano de 2021 com mais uma talentosa profissional para compor o trio de diretores executivos de criação: Yuri Mussoly estará a partir desta semana ao lado de Laura Esteves, que entrou na agência no ano passado, e Carlos Schleder, que desempenha a função desde 2017. Os ECDs respondem diretamente ao líder da área, o Chief Creative Officer Rafael Urenha.
Ex-diretora de criação da Africa, Yuri tem longa experiência no universo digital e, entre suas últimas experiências, acumula passagens pelo Facebook, onde atuou como Creative Strategist, e Mutato. Atualmente, também atua como professora na Miami Ad School, além de ter sido eleita pela WIRED, em 2020, como um dos 50 nomes que expandiram a criatividade no Brasil – lista que inclui Rafael Urenha.
“Chego à DPZ&T com o coração cheio de esperança. E esperança é tudo o que a gente precisa neste momento. Significa muito para mim me sentar à cadeira que já foi de grandes talentos, ao lado de lideranças que sempre admirei. A DPZ&T é uma agência que tem acompanhado as discussões, e que se faz presente na vida das pessoas com um portfólio incrível. Não tenho dúvidas de que vai ser lindo”, comenta Yuri Mussoly, nova diretora executiva de criação da DPZ&T.
Há mais de 15 anos na publicidade, Yuri trabalhou com marcas como Ambev (Brahma, Budweiser, Skol), Vivo, Netflix, Mercado Livre, Samsung, Heinz e foi premiada em festivais como Cannes Lions, D&AD, El Ojo e Clio. Ela também integrou o júri do Elo Ojo, em 2019.
“É um privilégio reforçar a liderança do nosso time com a Yuri. Um dos grandes destaques da nova geração de criativos. A DPZ&T tem colecionado campanhas com lugar cativo no coração das pessoas ao mesmo tempo em que gera resultados para os nossos clientes. Isso só é possível com um time atento ao que está acontecendo ao redor, capaz de gerar conversas e influenciar comportamento. A Yuri traz na bagagem, além da experiência em agências e também no Facebook, muito talento e um entusiasmo contagiante”, afirma Rafael Urenha, Chief Creative Officer da DPZ&T.
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.
Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.
Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”
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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?
Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.
A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.
Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.
Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.
A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.









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