Empresa
WPP e Blinks trazem Essence, agência líder global de dados e inovação, para o Brasil

A WPP anunciou hoje a criação da Blinks Essence, uma parceria entre a Blinks, uma das maiores agências de mídia digital do país, e a Essence, líder global em inovação e marketing orientado a dados. As duas agências, ambas integrantes da WPP, vão atuar juntas no Brasil sob a liderança de Denise Porto Hruby.
A parceria Blinks Essence foi construída a partir da sinergia operacional e semelhança de culturas baseadas em inovação e eficácia de marketing. O alinhamento entre as duas empresas também apresentará ao mercado brasileiro novas ferramentas e tecnologia de ponta.
“Blinks e Essence compartilham o mesmo DNA. Somos ambas empresas digitalmente nativas e orientadas a dados, que acreditam no uso da tecnologia para tornar o ecossistema de marketing digital mais transparente e eficiente. Os nossos clientes continuarão recebendo a mesma excelência em serviço Blinks, aprimorado com uma camada de tecnologia mais robusta graças ao portfólio de ferramentas da Essence”, destacou Denise Porto Hruby, CEO da Blinks Essence.
“Estamos entusiasmados em ter a Blinks se tornando parte da rede Essence. As duas empresas acreditam no uso de dados e tecnologia para ajudar nossos clientes a tomar decisões ousadas, encontrar novas maneiras de crescer e criar valor para os consumidores com publicidade relevante e confiável”, disse Kyoko Matsushita, CEO global da Essence.
Em 2020, a Essence foi reconhecida como Agência de Tecnologia do Ano e Agência de Mídia dos EUA do Ano pela Campaign Magazine, assim como Agência de Dados e Análise do Ano pela Ad Age. Ela também recebeu o prêmio Best-In-Show da AdExchanger por excelência em mídia programática. A agência é reconhecida por sua abordagem baseada em plataformas para atender os clientes e por ser pioneira no uso de Inteligência Artificial (AI) e machine learning na personalização e otimização de campanhas.
A chegada da Essence ao Brasil apoia a estratégia mais ampla da WPP, uma vez que oferece as melhores soluções globais para seus clientes. A parceria Blinks Essence é resultado do processo contínuo de inovação e aprimoramento dos serviços oferecidos pela WPP no Brasil.
“Combinar a escala global da Essence, suas ferramentas e tecnologia proprietárias com o histórico de uma década de liderança em mídia digital da Blinks no Brasil, criará uma oferta verdadeiramente única para nossos clientes e clientes potenciais”, disse Stefano Zunino, Country Manager da WPP para o Brasil.
As marcas que se beneficiarão com as ferramentas introduzidas pela parceria Blinks Essence incluem Google, FCA e PepsiCo. A parceria entre Blinks e Essence também abrirá novas oportunidades para os cerca de 200 funcionários da Blinks, que terão acesso aos melhores programas de treinamento e desenvolvimento, plataformas e soluções que são usados globalmente pela Essence. Não haverá nenhuma alteração no atendimento aos clientes, no relacionamento com os parceiros ou na equipe.
Empresa
Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
Clique aqui para ver o estudo completo.
Empresa
Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








