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will Bank comemora engajamento de campanha no TikTok com a criação de mais de mil vídeos por dia

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O will bank, banco digital com mais de 3 milhões de clientes, apostou na campanha do TikTok #DesafioEvoluWill e comemora engajamento na plataforma, com mais de 7.300 vídeos criados em apenas 6 dias. Com muita criatividade, os participantes criaram conteúdos mostrando o impacto do crédito em suas vidas e conseguiram engajar cerca de 2 milhões de pessoas, contando curtidas, comentários e compartilhamentos, além de 128 milhões de visualizações da hashtag do branded mission.

“Nós ficamos muito animados ao ver, de uma maneira tão criativa e espontânea, o impacto do crédito na vida das pessoas. Saber que podemos proporcionar isso aos mais de 3 milhões de clientes que temos em todo o país é o que move o will a seguir criando formas de incluir, facilitar e tornar a relação das pessoas com o sistema financeiro cada vez mais excitante”, afirma Leandro Thot, gerente de marca do banco digital.

O engajamento espontâneo não foi o único ponto alto do desafio na plataforma. A música tema do will Bank, o piseiro do will, uma adaptação do funk “Evoluiu” realmente colou na cabeça dos usuários do TikTok, mesmo por aqueles que não estivessem participando do desafio da marca.

O #DesafioEvoluWill contou também com a participação de criadores de conteúdo já conhecidos da plataforma, como Maria Lúcia, 58 anos, que ganhou mais de 3 milhões de seguidores e 41 milhões de curtidas em conteúdos que mostram seu dia a dia no interior do Rio Grande do Norte. Entre os vencedores, o escolhido pelo embaixador Whindersson Nunes foi Gois do piseiro, de Alagoinhas, cidade do interior da Bahia que tem 153 mil habitantes. Com o prêmio, ele irá investir na sua carreira musical.

Outros quatro vencedores tiveram seus conteúdos compartilhados pelos embaixadores do banco digital como Maísa, Pabllo Vittar, Simone e Thelminha e também receberam um prêmio de R$10 mil. Escolhidos pela criatividade, os premiados vêm de diversas partes do país, como o interior da Bahia, Pará, Sergipe e São Paulo, interior e região metropolitana, com o crédito os planos vão desde compras, reforma de casa, até a criação de um circo.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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