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51 Ice é patrocinadora do Saquarema Surf Festival

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51 Ice, bebida produzida pela Cia. Müller de Bebidas, confirma novamente participação na cena do surf ao patrocinar o Saquarema Surf Festival, etapa classificatória do Circuito Mundial de Surf (WSL na sigla em inglês).

A 51 Ice está presente nas areias da praia de Itaúna, em Saquarema, com uma ativação no lounge da marca, que conta com a Kombi 51 Ice para venda de produtos, empréstimo de cadeiras e guarda-sóis e uma área VIP com geladeiras e produtos para quem tiver acesso ao espaço.

Depois do sucesso na última edição do campeonato, a marca também irá promover, pela segunda vez, o Expression Session 51 Ice. A proposta é realizar um campeonato dentro do campeonato, onde 12 atletas masculinos e 12 atletas femininas disputarão o prêmio de melhor manobra. Serão duas baterias de 20 minutos com a avaliação de juízes indicados pela equipe do WSL. A premiação será feita no lounge da 51 Ice, e os vencedores levarão um prêmio no valor de R$ 2,5 mil. A disputa será comunicada um dia antes com divulgações no local e pelas redes sociais da marca e do WSL.

“Mais uma vez, aproveitamos essa oportunidade para demonstrar o nosso apoio à cena do surf. Esse é um universo que conversa diretamente com o estilo de vida que a 51 Ice propõe, e estamos pensando, cada vez mais, em como podemos inserir a marca no dia a dia dos amantes do esporte. Dessa vez, além de ficarmos lado a lado do público com o lounge na areia, trouxemos novamente o Expression Session para valorizar ainda mais os atletas”, conta Gabriel Vianna Naccarato, coordenador de marketing na Cia. Müller de Bebidas.

A marca também contará com três dos seus embaixadores para ajudar a divulgar sua ativação e os bastidores da etapa. Matheus Navarro e Matheus Nakagima estarão presentes para produzir conteúdos durante o evento, e Paola Santerini vai chamar o público para assistir e torcer de casa.

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Relatório anual Tendências Globais em Governança Corporativa, da Russell Reynolds, aponta desafios e oportunidades identificadas para conselhos empresariais

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As inovações disruptivas como Inteligência Artificial (IA), diversidade, iniciativas ESG e as mudanças nos padrões de governança estão entre os principais desafios e preocupações dos Conselhos de Administração identificadas pela edição de 2024 do estudo Tendências Globais em Governança Corporativa. Produzido anualmente pela Russell Reynolds, referência global em busca executiva, consultoria e desenvolvimento de lideranças, o estudo também revela tendências para o Brasil, onde a Sustentabilidade ganha destaque pela realização da COP 2030 e a recuperação do mercado de capitais torna-se tema prioritário na agenda das lideranças.

“Enquanto no ano passado, víamos o ceticismo dos investidores sobre a qualidade da composição e o desempenho de seus conselhos, a performance de CEOs e seus planos de sucessão, para 2024 notamos que o foco tem mudado, demonstrando como a governança corporativa é dinâmica e apresenta novas exigências. O tema de ESG segue fortemente em pauta, agora com pressão ainda maior para as ações se tornarem práticas, incluindo programas de diversidade, equidade e inclusão”, analisa Jacques Sarfatti, sócio-diretor da Russell Reynolds e líder da prática de avaliação de conselhos de administração e CEOs.

O avanço da Inteligência Artificial e outras inovações disruptivas chegaram à vanguarda das discussões do Conselho em 2023 e elevaram o grau de preocupação quanto às crescentes ameaças à segurança da informação e à privacidade de dados. Para este ano, espera-se um aumento de propostas enfatizando a necessidade de governança, os seus efeitos na força de trabalho e a utilização ética da IA.

O caminho da paridade ganha foco na diversidade. Os conselhos enfrentam o desafio de promover um ambiente inclusivo que não apenas acomode, mas busque ativamente dar voz e ecoar as diversas perspectivas. Em 2023, houve um avanço significativo na paridade de gênero, com mulheres representando mais de 40% dos conselhos de empresas dos principais índices da França, Itália e Reino Unido. Embora, no Brasil, esse indicador ainda esteja em 18%, o estudo observa grandes progressos em relação às múltiplas dimensões de diversidade em todo o mundo, o que inclui etnia, idade e proficiência tecnológica. “Com o aumento gradativo da representatividade, a missão dos Conselhos é garantir que esses grupos sejam ouvidos e tenham o devido espaço nas discussões e, posteriormente, as iniciativas sejam disseminadas para todos os níveis da empresa”, complementa Sarfatti.

Se por um lado, há maior pressão dos stakeholders e da sociedade por ações concretas em ESG, do outro, nota-se uma certa relutância de líderes empresariais em divulgar de maneira mais transparente essas ações, dados e seus impactos para as organizações. Isso se deve em parte à politização da agenda, especialmente nos Estados Unidos, e não necessariamente representa uma desaceleração dos esforços em iniciativas ESG. A realização da COP 30 no Brasil, em 2025, e o compromisso da CVM em aderir às normas ISSB IFRS S1 e S2 têm influenciado um maior direcionamento da governança corporativa das empresas brasileiras para a Sustentabilidade. Conselheiros e investidores estão mais atentos às iniciativas de suas organizações, aos impactos dessas ações e ao desenvolvimento de suas próprias competências técnicas em relação ao tema.

Nota-se também uma migração dos padrões de governança, com empresas de capital fechado adotando alguns dos requisitos significativos de governança corporativa e de relatórios mandatórios de empresas de capital aberto. Há também uma movimentação crescente para profissionalização das atividades e processos dos conselhos. No Brasil, o foco está na mudança dos mecanismos de remuneração dos executivos, planejamento sucessório de todo o C-level e implementação de avaliação externa e matriz de competência dos conselhos.

O relatório Tendências Globais em Governança Corporativa para 2024 foi realizado por uma equipe multidisciplinar de consultores e líderes influentes do Brasil, Estados Unidos, Canadá, México, Reino Unido, Alemanha, França, Espanha, Países Nórdicos, Índia, Emirados Árabes, Austrália, Cingapura e Malásia. Leia o estudo na íntegra em https://www.russellreynolds.com/en/insights/reports-surveys/2024-global-corporate-governance-trends

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LF & Cia Comunicação e Instituto Envolverde anunciam parceria estratégica para oferta de serviços em ESG

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A LF & Cia Comunicação Integrada e o Instituto Envolverde anunciam parceria estratégica com finalidade de oferecer soluções integradas às empresas interessadas em desenvolver e promover projetos de temáticas ESG. Ao unir a expertise em comunicação estratégica da LF & Cia com a trajetória de 30 anos do Envolverde em questões ESG (ambientais, sociais e de governança), a parceria visa proporcionar um conjunto abrangente de serviços voltados para a construção e o fortalecimento das iniciativas sustentáveis das empresas.

Mantenedor do portal Envolverde, reconhecido por sua cobertura jornalística especializada em temas ambientais e sustentáveis, o Instituto Envolverde desempenha papel importante na promoção da conscientização, educação e mobilização em torno de questões ambientais e sociais. “Estamos entusiasmados em poder, junto com o Instituto Envolverde,  amplificar a mensagem de sustentabilidade das empresas e inspirar ações positivas em prol do meio ambiente e da sociedade”, afirma Lucia Faria, sócia-diretora da LF & Cia.

Entre os serviços oferecidos como parte desta parceria estão a capacitação dos clientes e suas lideranças em questões relacionadas a ESG, consultoria para empresas interessadas em construir uma imagem alinhada com os valores da responsabilidade socioambiental, treinamentos e elaboração de produtos editoriais, incluindo branded content e relatórios de sustentabilidade.

“Esta parceria representa uma oportunidade significativa para empresas que buscam fortalecer sua reputação corporativa e contribuir para um futuro mais sustentável. Elas terão acesso a uma equipe dedicada, muito experiente e especializada, que oferece desde a concepção até a implementação de estratégias de comunicação integrada”, acrescenta Dal Marcondes, diretor-executivo do Instituto Envolverde.

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