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WHF anuncia Paulo Henrique de Oliveira, ex-Accenture, como novo sócio

A WHF, especializada na criação, transformação e aceleração de negócios e empresas para o cenário digital, anunciou como novo sócio Paulo Henrique de Oliveira, que atuou por muitos anos como executivo na Accenture – consultoria global presente em mais de 100 países – e que traz a sua expertise para a aceleração de projetos de impacto relacionados à consultoria e corporate venture capital.
A chegada do novo sócio faz parte da estratégia de expansão da empresa, que está consolidada no mercado como uma das principais referências no interior de São Paulo, atendendo clientes de grande porte como Grupo SEB (educação), B3 (finanças), Rodonaves (logística), Hapvida (saúde), Porsche (varejo), Sebrae-SP (serviços) entre outros.
De acordo com Fabrício Gimenes, CEO da WHF, a chegada do executivo complementa e impulsiona o posicionamento da empresa no cenário nacional de forma consistente e estratégica. “Paulo vem para contribuir com a nossa missão, aportando sua experiência no desenvolvimento de negócios e estratégias de transformação digital. Ele traz para a WHF uma grande experiência no que diz respeito à modelagem estratégica de negócios, tanto para o setor privado quanto público, e no cenário de Corporate Venture Capital. A sua chegada representa mais um passo na evolução que traçamos de forma estratégica desde o início da companhia, agora com foco no acesso ao mercado e na adição de expertises no campo das consultorias estratégicas”, comenta.
Para Paulo Henrique de Oliveira, a empresa está acompanhando o crescimento do mercado e possui as principais competências e estruturas para o desenvolvimento de projetos e negócios com excelência, sendo esses os principais diferenciais para a sua associação ao grupo.
“A WHF, em função de seu perfil de boutique e modelo de atuação, tem uma considerável vantagem competitiva em relação às grandes consultorias por proporcionar agilidade, flexibilidade e competências adequadas à nova realidade e dinâmica dos negócios. A empresa atua na região do interior mais rica do país, com elevado potencial de mercado (o PIB da região de Ribeirão Preto é da ordem de R$ 32 bilhões), e mesmo assim as grandes consultorias ainda não conseguiram se estabelecer nesta região, enquanto outros players de âmbito regional não possuem o corpo técnico, as competências e as credenciais da WHF. Além disso, a empresa atende também a grandes centros, como São Paulo, Belo Horizonte e outras regiões, possuindo uma carteira de clientes que são verdadeiras plataformas de crescimento. Essa é uma convergência incrível”, ressalta Oliveira.
Perfil
O novo sócio da WHF, Paulo Henrique de Oliveira, possui graduação e pós-graduação nas áreas de Administração de Empresas, Gestão Estratégica de Negócios, Negócios na Era Digital e Planejamento, Implementação e Monitoramento de Mídias Sociais. Atuou como Managing Director da Accenture no Brasil, tendo liderado a prática de Serviços Públicos, Infraestrutura de Transportes e Privatização. Antes, foi diretor de negócios e marketing para a América Latina da Avanade, uma joint-venture global entre Accenture e Microsoft.
Em 2019, o executivo recebeu a insígnia da Comenda da Ordem Nacional do Mérito do Empreendedor “Visconde de Mauá” e é membro da ABRIG (Associação Brasileira de Relações Institucionais Governamentais).
Ao longo da carreira liderou projetos nas áreas de modelagens de PPP’s, concessões e privatizações, estruturação de negócios e projetos de M&A, transformação digital de serviços públicos, redesenho de modelos operacionais e estruturas organizacionais, em setores como logística, saúde, telecomunicações, bancos, utilities e recursos naturais, entre outros.
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.
Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.
Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”
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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?
Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.
A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.
Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.
Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.
A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.








