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Via agora é Grupo Casas Bahia

Após a retomada do slogan “Dedicação total a você” na comunicação, agora é a vez de mais um passo importante rumo à transformação de todo o grupo, do qual fazem parte as marcas Casas Bahia, Ponto, Extra.com.br, Bartira, banQi e Asaplog. Com o objetivo de resgatar a força do DNA, o pioneirismo e o impacto da sua principal bandeira no varejo brasileiro, a Companhia passa a se chamar Grupo Casas Bahia S. A.
A mudança da marca institucional, que inclui alteração do ticker na Bolsa de Valores de VIIA3 para BHIA3 a partir de 20 de setembro, é parte de um processo que visa alavancar ainda mais seus diferenciais competitivos no futuro para continuar crescendo. Além disso, reforçar os valores e o compromisso da empresa com seus clientes, resgatando o histórico de bons resultados das categorias core da companhia, nas quais é especialista e a mais reconhecida como destino de compras há 18 anos, segundo pesquisas.
“Não existe outro nome que conecte mais a Companhia à história de vida dos brasileiros. Já que foi a Casas Bahia que popularizou e permitiu a compra a prazo para muitos consumidores que nem conta em banco tinham. A Casas Bahia criou a cultura do melhor atendimento e com seu forte ecossistema logístico garante a entrega em praticamente todo o território brasileiro. Resgatamos todas as fortalezas desse grupo gigante, que tem as marcas mais queridas pelos brasileiros e já estamos em uma transformação sólida e consistente”, explica Renato Franklin, CEO do Grupo Casas Bahia
Entre as prioridades do plano de transformação do Grupo está o foco na estabilização da operação, por meio de geração de caixa e rentabilidade para este novo momento. Mesmo diante de um cenário desafiador para o varejo brasileiro, com alta de juros, renda e consumo das famílias sob pressão, a companhia trabalha com foco em categorias e canais mais rentáveis, redução de custos e despesas. Investimentos mais seguros, menores níveis de estoque e rentabilização dos ativos, também fazem parte do plano. E, principalmente, melhoria contínua na experiência do cliente.
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Nestlé implementa novo modelo global de marketing no Brasil para acelerar crescimento e conexão cultural

A Nestlé deu um passo decisivo na atualização de sua estratégia global ao realizar, neste mês de março, o rollout do Brand Building the Nestlé Way (BBNW) no mercado brasileiro. A nova abordagem, que orienta as práticas da companhia em mais de 180 países, visa acelerar o crescimento orgânico e fortalecer o equity das marcas por meio de um modelo que integra ciência de dados, agilidade operacional e uma profunda conexão com a cultura contemporânea.
A evolução marca uma transição estrutural na gigante do setor de alimentos: a saída de uma lógica centrada em campanhas isoladas para a adoção de um framework de crescimento unificado. Este modelo conecta estratégia, produto, preço, distribuição e comunicação de forma indissociável. “Estamos em um ponto de virada. Marcas tradicionais carregam carinho, confiança e credibilidade, mas também podem se conectar à cultura atual. O impacto do marketing hoje depende da capacidade de unir essas marcas à relevância cultural”, afirma Tilman Moe, head de marketing da Zona Américas da Nestlé.
A estratégia brasileira, sob o comando de Ionah, vice-presidente de marketing, comunicação corporativa & ESG da Nestlé Brasil, foca na qualidade das decisões e na clareza de prioridades. “Isso passa por foco nas marcas com maior potencial e uso cada vez mais estruturado de dados para orientar estratégia e investimento”, explica a executiva. O novo modelo operacional aposta no uso intensivo de analytics e inteligência artificial, além de um ecossistema mais fluido com criadores de conteúdo e parceiros criativos.
O BBNW se sustenta em quatro pilares fundamentais: superioridade, valor, visibilidade e comunicação. Essas alavancas orientam desde a inovação do portfólio até a presença física e digital nos pontos de venda. Segundo Ionah, o marketing agora é um esforço coletivo: “Quando conectamos dados, criatividade, cultura e execução de modo consistente, conseguimos responder mais rápido ao consumidor e gerar impacto real para o negócio”.
A disciplina na gestão de investimentos também ganha novos contornos com a introdução de uma geração inédita de KPIs (Key Performance Indicators). Além das métricas financeiras tradicionais, a Nestlé passa a mensurar a experiência de marca, a execução criativa e a capacidade de gerar impacto cultural. A escolha do Brasil como um dos primeiros mercados a receber a nova versão do modelo reitera o papel do país como um dos principais polos de inovação e marketing da companhia globalmente.
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Cenoteka expande portfólio com quatro novas agências e projeta dobrar de tamanho em 2026

A Cenoteka, empresa especializada em cenografia que vem ganhando tração no mercado de live marketing, acaba de anunciar a chegada de quatro contas de peso ao seu portfólio: as agências Atenas, Carbono, People e TSBEtc. Para os novos clientes, a companhia atuará no desenvolvimento de soluções integradas que abrangem desde a concepção estratégica até a produção e implementação de estruturas inteligentes, desenhadas para elevar a experiência de marca no ambiente físico.
O movimento reflete o posicionamento da Cenoteka em tratar a cenografia não apenas como um suporte operacional para eventos, mas como uma plataforma de comunicação estratégica capaz de gerar valor e diferenciação competitiva. Contando com equipe e galpão próprios, a empresa aposta em um modelo de negócio que hibridiza a robustez da produção cenográfica com a inteligência de planejamento característica das agências.
De acordo com Milene ViSo, CEO da Cenoteka, a proposta é ressignificar a entrega técnica no setor. “Redesenhamos o papel da cenografia no ecossistema de marketing. Não entregamos apenas estruturas, mas experiências de marca que geram valor. Unimos capacidade produtiva a uma visão de planejamento, garantindo que o espaço físico deixe de ser um cenário para se tornar protagonista da estratégia com uma premissa clara: a inteligência de agência aplicada à execução técnica é o que transforma espaços em ativos de comunicação”, explica a executiva.








