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Via agora é Grupo Casas Bahia

Após a retomada do slogan “Dedicação total a você” na comunicação, agora é a vez de mais um passo importante rumo à transformação de todo o grupo, do qual fazem parte as marcas Casas Bahia, Ponto, Extra.com.br, Bartira, banQi e Asaplog. Com o objetivo de resgatar a força do DNA, o pioneirismo e o impacto da sua principal bandeira no varejo brasileiro, a Companhia passa a se chamar Grupo Casas Bahia S. A.
A mudança da marca institucional, que inclui alteração do ticker na Bolsa de Valores de VIIA3 para BHIA3 a partir de 20 de setembro, é parte de um processo que visa alavancar ainda mais seus diferenciais competitivos no futuro para continuar crescendo. Além disso, reforçar os valores e o compromisso da empresa com seus clientes, resgatando o histórico de bons resultados das categorias core da companhia, nas quais é especialista e a mais reconhecida como destino de compras há 18 anos, segundo pesquisas.
“Não existe outro nome que conecte mais a Companhia à história de vida dos brasileiros. Já que foi a Casas Bahia que popularizou e permitiu a compra a prazo para muitos consumidores que nem conta em banco tinham. A Casas Bahia criou a cultura do melhor atendimento e com seu forte ecossistema logístico garante a entrega em praticamente todo o território brasileiro. Resgatamos todas as fortalezas desse grupo gigante, que tem as marcas mais queridas pelos brasileiros e já estamos em uma transformação sólida e consistente”, explica Renato Franklin, CEO do Grupo Casas Bahia
Entre as prioridades do plano de transformação do Grupo está o foco na estabilização da operação, por meio de geração de caixa e rentabilidade para este novo momento. Mesmo diante de um cenário desafiador para o varejo brasileiro, com alta de juros, renda e consumo das famílias sob pressão, a companhia trabalha com foco em categorias e canais mais rentáveis, redução de custos e despesas. Investimentos mais seguros, menores níveis de estoque e rentabilização dos ativos, também fazem parte do plano. E, principalmente, melhoria contínua na experiência do cliente.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







