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Veritas transforma o future da gestão de dados com soluções autonomas e multi-cloud otimizadas

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Veritas Technologies, líder em gerenciamento de dados em multinuvens, anuncia o lançamento de uma nova tecnologia para viabilizar sua estratégia de gerenciamento otimizado e autônomo de dados para nuvem, que simplificará a maneira como as empresas gerenciam dados e automatizam a proteção contra ameaças, como ransomware. Em seu evento Conquer Every Cloud 2022, a Veritas apresentou seu plano para a automatização de gestão de dados, em que o NetBackup aproveita a inteligência artificial (IA) e a hiperautomação para autoprovisionamento, otimização automática e recuperação automática em ambientes multinuvem. Isso foi garantido imediatamente com o lançamento da Veritas Cloud Scale Technology, uma nova geração da arquitetura NetBackup líder do setor, modernizada para operar online. Essa tecnologia de última geração estará disponível com a versão mais recente do software NetBackup da empresa, lançado no mesmo dia.

Para Pedro Saenger, vice-presidente da Veritas,  “a transformação digital acelerada e a adoção da nuvem estão trazendo benefícios para empresas em todo o mundo. No entanto, um comunicado conjunto dos serviços de segurança dos EUA, Reino Unido e Austrália, divulgado este mês, destacou que os hackers estão aumentando o impacto de seus ataques de ransomware visando serviços e dados em nuvem. A Veritas estabelece sua estratégia de como resolvemos esse desafio para nossos clientes, começando com ferramentas, já disponíveis, que ajudarão a reduzir a pegada e os custos da nuvem, manter os dados protegidos contra ransomware e preparar o caminho para a gestão autônoma de dados.”

tecnologia Veritas Cloud Scale alimentando o NetBackup será a base que fornecerá essa estratégia. A tecnologia Cloud Scale oferece uma arquitetura de microsserviços em contêiner, programável e com tecnologia de IA que fornece serviços de gerenciamento de dados unificados e autônomos em qualquer nuvem. Os benefícios da tecnologia Cloud Scale são percebidos pela primeira vez com o lançamento do NetBackup 10, que aproveita a tecnologia para oferecer TCO reduzido, maior eficiência e segurança aprimorada em ambientes multinuvem.

Christophe Bertrand, diretor de prática do ESG, afirma que “é fácil para as organizações acabarem com uma colcha de retalhos de soluções de proteção de dados, fragmentados na nuvem, onde cargas de trabalho e aplicativos individuais foram implantados por novos tomadores de decisão funcionais e gerenciados em silos. Mas, com o tempo, eles se somam, criando um custo cada vez maior e uma carga de gerenciamento que rapidamente se torna insustentável em escala. Para evitar isso, as empresas precisam de uma solução de longo prazo que possa ajudar a reduzir o impacto de seu backup em nuvem e automatizar seu gerenciamento.”

A Veritas acredita que pode resolver os desafios das empresas à medida que lidam com a quantidade e a variedade de cargas de trabalho e dados que precisam gerenciar, automatizando fluxos de trabalho para gerenciamento de dados. A Veritas está planejando um futuro em que sua tecnologia seja capaz de provisionar, otimizar e reparar serviços de gerenciamento de dados de forma autônoma, ao mesmo tempo em que capacita os usuários finais a permitir a proteção e recuperação de dados de autoatendimento, liberando a equipe de TI para se concentrar em atividades estratégicas e transformacionais.

Everton da Costa, gerente de TI da Prodesp, disse: “O número de diferentes nuvens, aplicativos SaaS, plataformas e ferramentas que estamos usando está crescendo rapidamente, expondo nossos dados em um amplo e diversificado panorama. Nossa equipe de TI precisa constantemente antecipar e lidar manualmente com os desafios que isso cria antes que eles se tornem fardos financeiros e de infraestrutura. A solução de longo prazo não pode ser simplesmente expandir nosso ambiente, mas evoluir nossa abordagem de maneira inteligente para que ela se adapte de forma autônoma às nossas necessidades de infraestrutura cada vez mais complexas. A visão da Veritas para o gerenciamento de dados otimizado em várias nuvens se alinha com nossos objetivos e nos ajudará a garantir que estamos preparados para quaisquer desafios futuros.”

O foco atual e futuro da Veritas em minimizar a pegada da nuvem dos dados de proteção foi desenvolvido para reduzir custos e controlar o impacto ambiental do armazenamento de dados. As soluções patenteadas da Veritas para desduplicação de dados, além de eliminar as ineficiências de armazenamento em várias nuvens, permitem que as empresas gerenciem os efeitos do enorme crescimento contínuo de dados, protegendo contra ameaças.

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Pré-Black Friday: Novembro já registrou 15 milhões de compras online e mais de 117 mil tentativas de fraude evitadas até quinta-feira, segundo Serasa Experian

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A Black Friday, que antes se concentrava na última sexta-feira de novembro, hoje movimenta o varejo ao longo de todo o mês. Entre 1º e 26 de novembro, a Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, detectou 15.057.286 pedidos realizados no e-commerce brasileiro, que somaram R$ 8,5 bilhões em transações. Deste total, 117.968 foram identificados como tentativas de golpes, barradas tecnologias antifraude da companhia. Se efetivadas, poderiam ter causado perdas de até R$ 104.329.618,28 para lojistas e consumidores. O levantamento reforça a importância de estratégias robustas de autenticação e segurança.

Segundo dados da datatech, na semana da Black Friday de 2024 foi registrado um aumento de 260% na criação de páginas de phishing em comparação às demais semanas do mês. O método é um tipo de golpe digital em que criminosos simulam sites ou comunicações oficiais de empresas para enganar os usuários e capturar dados sensíveis, como senhas e informações de pagamento. Diante da expectativa de movimentação intensa no e-commerce em 2025, o alerta permanece: este é o momento em que o consumidor deve redobrar os cuidados com a segurança online.

Dicas para empresas: 

• Estabeleça políticas internas de segurança da informação e oriente colaboradores sobre boas práticas, como o uso de senhas fortes e a participação em treinamentos de conscientização.

• Adote criptografia na transmissão de dados para proteger informações sensíveis de clientes e da empresa contra interceptações.

• Implemente soluções antifraude para minimizar riscos financeiros e reputacionais. Contar com especialistas e tecnologias dedicadas torna sua empresa mais preparada para lidar com golpes sofisticados.

• Utilize a prevenção em camadas como estratégia central. Ferramentas combinadas atuam em diferentes pontos da jornada digital e são essenciais diante da evolução constante das fraudes.

• Invista em soluções que se atualizem continuamente, garantindo a veracidade dos dados e maior resiliência contra novas ameaças.

• Conheça o comportamento do seu usuário e reduza fricções na jornada digital, sem comprometer a segurança.

• Trate a prevenção à fraude como fator de competitividade: soluções bem orquestradas aumentam a segurança, reduzem perdas e melhoram a experiência de compra.

O levantamento realizado considera somente as transações realizadas entre 1 e 26/11/2025 analisadas pela Serasa Experian.

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Tirania da média na Black Friday: Por que métricas agregadas escondem prejuízos reais

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A Black Friday é um dos poucos consensos do e-commerce brasileiro: todos fazem, os consumidores esperam e as metas do último trimestre dependem disso. Por isso, mais do que decidir participar, o desafio está em estruturar ações que gerem volume sem cair na perigosa ‘Tirania da Média’ — campanhas que geram vendas imediatas a um custo médio aceitável, mas comprometem a rentabilidade futura ao mascarar o desempenho individual de cada canal.

“O cenário está posto. Consumidores condicionados a esperar descontos, concorrência acirrada e todas as marcas disputando atenção ao mesmo tempo”, afirma Caio Motta, cofundador da Elementar Digital, agência de marketing especializada em performance orientada por dados. “Marcas que não participam perdem relevância e market share. O desafio real é jogar bem esse jogo de maneira analítica – e isso começa muito antes do desconto chegar no site.”

Nesse contexto, um dos principais equívocos ainda é analisar o período apenas por métricas agregadas, como CAC (Custo de Aquisição de Cliente) médio, ROAS (Retorno sobre o Gasto com Anúncios) geral ou faturamento total. Segundo Motta, essa leitura consolida demais a performance e esconde o que realmente funciona.

“Um Custo de Aquisição de Cliente (CAC) médio de R$ 80,00 pode parecer aceitável. No entanto, ao analisar os dados por grupos específicos de clientes (cohorts), você pode descobrir que clientes atraídos na Black Friday por um canal em particular têm um CAC de R$ 60, mas nunca mais compram. Por outro lado, clientes com um CAC de R$ 100 podem fazer novas compras em 45 a 60 dias”, detalha Felix Bohn, sócio da agência. Fica claro, então, que é essa análise detalhada e segmentada que diferencia uma Black Friday que apenas desperdiça dinheiro de outra que realmente forma uma base de clientes sólida.”

A partir desse entendimento, a mídia de performance passa a ser uma alavanca estratégica, não apenas tática. “Muitas marcas aumentam budget de forma linear em todos os canais esperando retorno proporcional. Não funciona assim”, comenta Motta. Ele reforça que a alocação deve ser guiada por dados históricos – quais canais, públicos e formatos trouxeram clientes de maior valor e maior lift de vendas. Além disso, a estrutura de funil precisa ser respeitada: campanhas de awareness não podem ser medidas com o mesmo ROAS de campanhas de conversão direta. Como resume Bohn, “é preciso ter paciência no topo do funil e ser cirúrgico no fundo.”

Entretanto, mesmo a estratégia de mídia mais sólida não se sustenta se a operação não acompanha. Atrasos na entrega, rupturas de estoque e instabilidades no site se transformam rapidamente em detratores, e esse custo, segundo os especialistas, é muito maior do que uma venda perdida. “A gente vê isso todo ano: marcas que explodem em vendas na sexta-feira e, na segunda, já estão apagando incêndio no SAC”, comenta Motta. Testes de carga, estoques planejados com margem de segurança e logística dimensionada para cenários extremos são, portanto, medidas essenciais para proteger margem e reputação.

A visão de curto prazo também impede que as marcas enxerguem o verdadeiro impacto da Black Friday. Para os profissionais, o sucesso do período não se mede em novembro, mas em março, junho e até o próximo novembro. “Todo mundo comemora quando bate a meta de faturamento, mas o jogo real acontece depois”, diz Bohn. Ele explica que é preciso monitorar quantos clientes adquiridos na Black Friday recompram no ano seguinte, qual foi o LTV (Lifetime Value) desse cohort comparado ao de períodos normais e qual a taxa de churn (perda de clientes ou receita) em seis meses. Essa disciplina é o que diferencia marcas que tratam a data como liquidação daquelas que a utilizam como aquisição estratégica.

Quando essa visão orientada por dados se consolida, aliada a mídia inteligente, operação preparada e promessas que a marca consegue cumprir, a Black Friday deixa de ser apenas um pico de vendas e passa a funcionar como alavanca real de crescimento. “A diferença está em trocar o imediatismo por visão de longo prazo”, resume Bohn. “Quando você estrutura a estratégia pensando no contexto de longo prazo, não em transações isoladas, equilibra volume com qualidade de cliente. E aí sim a Black Friday vira o que deveria ser: um acelerador do negócio”, conclui.

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