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Veja® reforça poder de “Power Fusion” em divertida nova campanha

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Em uma campanha divertida, inspirada nos duelos de faroeste, Veja®️, marca de produtos de limpeza da Reckitt Hygiene Comercial, mostra que não é nada fácil encarar um ‘sujeirão’ no dia a dia da casa sem a ajuda de Veja®️ Power Fusion.
Criada pela BETC HAVAS, a campanha busca refletir o sentimento do consumidor ao se deparar com as difíceis sujeiras que podem surgir em qualquer momento da rotina. No filme, quando o protagonista derruba um prato de macarrão, ele imediatamente entra em um clima de duelo contra o ‘sujeirão’ e é possível sentir a tensão do personagem. A trilha e os movimentos de câmera, inspirados no gênero faroeste, ajudam a potencializar a crescente apreensão do consumidor, que se pergunta como eliminar aquela sujeira. Até que o herói Veja®️ Power Fusion entra em cena para resolver a situação através de uma entrega de produto imbatível.
“Criar campanhas que cumprem o desafio de trazer verdades do consumidor em relação a limpeza da casa de um jeito divertido e que se destaquem na categoria é a nossa aposta para tornar a comunicação de Veja®️ ainda mais vencedora”, conta Laura Azevedo, diretora de criação da BETC HAVAS.

A comunicação busca reforçar o grande poder de Veja®️ Power Fusion. A linha de produtos entrega performance imbatível ao combinar o já poderoso Veja®️ Multiuso com diferentes ingredientes que trazem benefícios adicionais como o extrato de limão, o bicarbonato de sódio e o álcool.

“Com essa campanha, mostramos que sabemos dos desafios que o consumidor enfrenta todos os dias com as sujeiras difíceis que podem aparecer em nossas casas. Veja® Power Fusion é um grande aliado para a limpeza do dia a dia”, afirma Carolina Frenkiel, head de marketing de Veja®.

A campanha mostra também a eficácia e a versatilidade da linha em outras situações, como sujeiras difíceis de maquiagem ou marcas de sapato sujo, enfatizando a superioridade do produto para lidar com diferentes sujeiras em diversas superfícies.

Para o digital, a campanha mantém o clima de duelo em todos os formatos para as redes sociais, em parceria com influenciadores e emissoras para a execução de projetos especiais. Além disso, a campanha conta com uma versão digital do filme, com duração de 45 segundos, que explora a linguagem visual de faroeste por completo. Nessa versão, conforme a tensão do duelo cresce e o ‘sujeirão’ fica cada vez maior, o protagonista se transforma em um cowboy e a casa se torna um cenário de velho oeste.

Veja® Power Fusion possui três versões que apostam na mistura de ingredientes para apresentar o melhor multiuso de todos os tempos. As versões Limão e Laranja contam com extrato das frutas, bicarbonato de sódio e álcool para máxima limpeza, restauração do brilho e secagem rápida. Já a recém lançada versão de Coco combina detergente de coco, bicarbonato e desinfetante para adicionar ação desengordurante e desinfeção à limpeza eficaz de Veja® multiuso.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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