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Veedha Investimentos anuncia head de marketing

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Veedha Investimentos, escritório de agentes autônomos filiado à XP, contrata Daniela Ayala para o novo cargo de Head de Marketing. Formada em Propaganda pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e com MBA em Administração pela Fundação Getulio Vargas (CEAG/FGV), Daniela traz na bagagem 10 anos de expertise na gestão de projetos de Marketing e Comunicação & Soluções de Negócios com foco em B2B de Tecnologia, além de oito anos de vivência em Marketing de Serviços em empresas com focos B2B e B2C.

A executiva chega à Veedha Investimentos com objetivo de implementar uma gestão de comunicação integrada para unir estratégias de awareness e geração de leads que se capitalizam, otimizando os grandes investimentos previstos para 2022.

“Com foco no private e o enredo e background dos fundadores, a Veedha tem um DNA e história únicos no mercado, e isso deve se refletir na sua marca. Hoje, a empresa já se comunica com muita força, mas quando o barco está capitaneado, tudo flui melhor, com esforços no mesmo ritmo e direção. Como desafio profissional, tenho a missão de dar mais força e visibilidade para uma marca com propósito, que tem tudo para dar certo, e apoiar ainda mais o crescimento da empresa. O mercado financeiro, de capitais, de investimentos no Brasil está em plena expansão. É um oceano azul. O que não é diferente com a Veedha. Portanto, a criação de musculatura é iminente e já está acontecendo, o que se reflete na minha chegada e de outros profissionais”, afirma a Head de Marketing.

Daniela lembra que hoje está tudo integrado e não existe marketing sem tecnologia, área em que ela acumula anos de experiência. Para a executiva, a visão desta perspectiva fica mais fácil quando se está por dentro das tendências do setor como processos de gestão agile, scrum e conhecimentos de conceitos de big data, inteligência artificial, nuvem, entre outros, podendo ser atrelados às inovações da empresa e da área.

“Tenho essa visão do que pode ser agregado aos processos da operação de marketing em termos de inovação. Além disso, tenho um pé no B2B, que é puro relacionamento. E nessa área de Private Banking, visualizo muitos processos em comum: a importância do client advocacy, de criar relações duradouras, conquistando a confiança dos clientes. Em relação a essa transição para o mercado financeiro, não acredito muito que aquilo que se faz num setor não se pode aplicar em outro. Aliás, acredito que essa oxigenação é muito bem-vinda, pois os mercados costumam ficam viciados em seus ´achismos´”, reforça.

O marketing de performance é uma das áreas que devem ganhar importância na estratégia de comunicação da empresa, com mais inteligência agregada à sua estrutura. “A ideia é ser um digital mais atraente, mais ágil nos insights, e mais dono da sua própria bandeira e ideias. Meu lema é racionalizar para podermos respirar, se inspirar e ser protagonista e inovadores nas ações”, completa.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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