Eventos
Vans Apresenta: Festival Tenho Mais Discos Que Amigos! e Powerline

O dia 24 de Outubro de 2020 será muito especial para fãs de bandas brasileiras e internacionais que poderão assistir à performances de grandes bandas e artistas em seus lares.
Isso porque a Vans, o site Tenho Mais Discos Que Amigos! e a produtora Powerline irão realizar um festival online conjunto no dia 24 de Outubro a partir das 15 horas do horário de Brasília, com nomes que vão de lendas do rock nacional como os Titãs, a icônica norte-americana Laura Jane Grace (Against Me!), uma das maiores revelações do mundo com o Black Pumas, nomes da nova geração como Tuyo, Sebastianismos, Luê, LaBaq, Romero Ferro e Potyguara Bardo até clássicos do Punk Rock e Hardcore daqui e de lá, como The Get Up Kids, Colligere, Zander e muito mais.
Um dos principais objetivos desde que três verdadeiras forças se juntaram foi de proporcionar um line-up diverso que representasse o que temos de mais interessante na música brasileira e internacional, criando a união entre uma marca que apoia incessantemente a expressão criativa, um site que fala sobre música 365 dias por ano e uma produtora que traz shows e artistas incríveis ao Brasil.
Diversidade e Doações
Além de ter como princípio central escalar bandas e artistas que representam diversos gêneros musicais, origens e comunidades, o festival Vans Apresenta: Tenho Mais Discos Que Amigos! e Powerline também nasceu com a vontade de apoiar quem mais precisa, por isso irá fomentar doações a dois projetos durante a sua transmissão.
Um deles é a Casa Florescer, centro de acolhimento especial para mulheres transexuais e travestis em situação de vulnerabilidade social. Através das doações, a Casa promove acolhimento, atendimento social e psicológico, educação, vínculos familiares e reinserção no mercado de trabalho atualmente a 30 mulheres.
O outro é a Território da Solidariedade, campanha de ajuda solidária organizada pelas Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEIS) do Centro de São Paulo que visa atender às famílias impossibilitadas de comprar alimentos, materiais de limpeza e itens de higiene, cujas situações financeiras se agravaram por conta do isolamento social exigido pela COVID-19.
As doações serão feitas através de um QR Code que estará na tela durante a transmissão das apresentações ao lado de outra imagem que terá link com lojas de merch oficial das bandas. Assim, os fãs também poderão comprar itens de suas bandas favoritas e ajudá-las nesse período tão difícil
Pílulas
Um diferencial do festival se dá através de pílulas que serão transmitidas entre os blocos do evento, recebendo convidados para discutir a respeito dos mais variados assuntos pertinentes ao mundo e à sociedade brasileira em 2020.
Estão escalados João Gordo e Vivi Torrico para falar sobre o “Solidariedade Vegan”, projeto de marmitas veganas beneficentes do casal, Loud e Load, responsáveis pelo projeto “Rap em Quadrinhos”, Felipe Gonzalez e Leandro Carbonato, produtores da Difusa Fronteira e da Powerline, Tony Aiex, fundador e editor-chefe do Tenho Mais Discos Que Amigos! e Chaene Da Gama, baixista da banda brasileira Black Pantera, também atração do festival.
A artista plástica Aline Krupkoski participará através de um vídeo em time-lapse, mostrando a criação de um quadro em homenagem a Laura Jane Grace, uma das principais atrações do evento.
Sideshows
Outro atrativo do Festival Tenho Mais Discos Que Amigos! e Powerline é a publicação de “sideshows” no IGTV.
Com participações de 10 nomes do line-up, a ideia aqui é publicar um vídeo exclusivo por dia na semana que antecede o festival (a partir do dia 19/10), e na semana que sucede o festival (26/10).
De segunda a sexta-feira, os perfis do TMDQA! (@tmdqa) e Powerline (@agenciapowerline) no Instagram irão compartilhar um vídeo que não será exibido no festival como material bônus desses artistas.
Realização
O festival Vans será realizado no canal oficial do Tenho Mais Discos Que Amigos! no YouTube e na fanpage do portal no Facebook a partir das 15 horas do dia 24 de Outubro de 2020. As performances foram pré-gravadas com os músicos e artistas seguindo todas as recomendações da OMS por conta do Coronavírus.
SERVIÇO
Vans Apresenta: Festival Tenho Mais Discos Que Amigos! e Powerline
Data: 24/10/2020
Local: YouTube, Facebook, Instagram ( @tmdqa / @agenciapowerline) – Tenho Mais Discos Que Amigos!
Atrações: Titãs, Laura Jane Grace, Taking Back Sunday, The Get Up Kids, Ego Kill Talent, Tuyo, Romero Ferro, Ju Strassacapa, Black Pumas, Potyguara Bardo, Camila Zasoul, Violet Soda, Black Pantera, Sebastianismos feat. Malfeitona, Amen Jr., Hypnotic Brass Ensemble, E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante, Plutão Já Foi Planeta, Deb And The Mentals, Zander, Radical Karma, Black Days, Ekena, Colligere, LaBaq, Ali Barter, Putz, BABY (Luê + Mateo), Chicano Batman
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
Eventos
Mercado de eventos e live marketing projeta cifras bilionárias com o maior ciclo de investimentos da história do mundial

A Copa do Mundo de 2026 está engatilhando um dos ciclos de investimentos mais robustos da história do mercado global de experiências e brand experience. Impulsionado pela expansão inédita para 48 seleções e pela projeção da FIFA de arrecadar mais de US$ 10 bilhões em receitas globais, o torneio redefine as réguas do setor. Dados oficiais da entidade máxima do futebol apontam que os patrocínios devem romper a barreira dos US$ 2,8 bilhões, enquanto os direitos de transmissão devem cravar US$ 4,2 bilhões. O impacto macroeconômico global, que abarca gastos diretos com turismo, hospitalidade e ativações de marca, é estimado em impressionantes US$ 80 bilhões. Sob uma ótica complementar, projeções do Bank of America indicam uma injeção de US$ 41 bilhões (cerca de R$ 225 bilhões) na economia global, oxigenando cadeias como hotelaria, alimentação, serviços e eventos.
Para Evandro Monteiro, CEO da Origami Marketing e Eventos, a competição funciona como um supercombustível para o mercado de live marketing, impulsionada por uma combinação rara de fatores psicológicos e comerciais. “Durante a Copa, a atenção do público se concentra como em poucos outros momentos, com audiências massivas e altamente engajadas. Ao mesmo tempo, o componente emocional do futebol encurta a distância entre marcas e consumidores, influenciando diretamente decisões de consumo. Soma-se a isso o comportamento coletivo, com jogos assistidos em grupo, encontros e celebrações, que impulsiona a demanda por eventos, ativações e experiências compartilhadas”, avalia Monteiro.
Na prática do mercado, grandes players mundiais utilizam historicamente o torneio como uma plataforma de relacionamento de longo prazo. No Mundial de 2022, no Catar, a Budweiser transformou adversidades regulatórias em um case de relações públicas e engajamento. Mesmo diante do veto à comercialização de bebidas alcoólicas no perímetro das arenas, a marca redirecionou seus esforços para o desenvolvimento de fan zones urbanas, eventos simultâneos em múltiplos países e estratégias com influenciadores fora dos estádios, expandindo o tempo de tela e gerando milhões de interações digitais.
No cenário nacional, o mercado corporativo responde com o mesmo vigor. A Heineken, por exemplo, vem consolidando sua presença por meio de ativações premium e ações de hospitalidade, conectando transmissões exclusivas em ambientes cenográficos a encontros de negócios de alto padrão. Já o Itaú Unibanco trata o esporte como uma ferramenta de fidelização contínua. Em períodos de torneio, a instituição financeira intensifica ações de relacionamento, eventos proprietários e experiências físicas personalizadas para blindar sua base de clientes e humanizar seus serviços financeiros. “Ciclos como o da Copa do Mundo aceleram a conexão entre marcas e público. Os jogos duram apenas 90 minutos, mas uma experiência bem executada pode gerar impacto por anos. Por isso, é fundamental aproveitar esse momento para investir em estratégias capazes de criar conexões reais, fortalecer relacionamento e gerar resultados concretos para o negócio”, defende o CEO da Origami.
O Brasil reúne o ecossistema ideal para potencializar essa engrenagem econômica, combinando uma alta afinidade cultural com o esporte, a presença massiva de multinacionais e um mercado de prestação de serviços maduro. Prova disso é que o setor de eventos e entretenimento faturou R$ 25,33 bilhões apenas no primeiro bimestre de 2026, de acordo com o Radar Econômico da ABRAPE (Associação Brasileira dos Promotores de Eventos). Durante a Copa, esse fluxo acelera drasticamente do topo da pirâmide aos fornecedores locais. No último Mundial, o setor de bares e restaurantes anotou uma alta de 30% no faturamento logo na primeira semana de jogos, segundo a Abrasel, impulsionado por confraternizações corporativas e exibições públicas. “Também ganham força as experiências exclusivas, especialmente voltadas à fidelização de clientes premium, com ações desenhadas para oferecer diferenciação e proximidade. Essa combinação amplia o impacto das iniciativas e prolonga seus efeitos para além do momento do evento”, complementa Monteiro.
Para os ciclos atuais e futuros, a inteligência analítica assume a posição de camisa 10 nas estratégias das agências. O especialista aponta que a tendência para o mercado de brand experience caminha para um modelo de ativação cirúrgico, pautado por dados, customização e tecnologia de ponta. “A tendência para as próximas Copas do Mundo é de eventos cada vez mais integrados à tecnologia, dados e personalização. O uso de inteligência artificial, plataformas digitais e análise de comportamento permite compreender melhor o público, ajustar experiências em tempo real e direcionar ações mais personalizadas e individualizadas, com maior precisão e potencial de retorno para as marcas”, afirma Monteiro.
Essa transformação reposiciona o papel das feiras, camarotes e ativações, que deixam de ser meras vitrines de logotipo para atuar como plataformas híbridas de geração de negócios. Ao cruzar ferramentas de inteligência artificial, análise de dados e mecânicas de interação omnichannel, as produtoras conseguem qualificar os leads, estendendo a conversão e a fidelização para as etapas pré e pós-evento presencial. “Se antes os eventos eram planejados principalmente para dar visibilidade às marcas, hoje eles são avaliados com muito mais rigor. Nesse cenário econômico mais desafiador, as empresas buscam garantir retorno concreto sobre o investimento (ROI), integrar os eventos a outros canais, como digital e CRM, e medir com mais precisão os resultados gerados, como engajamento, geração de leads e impacto nos negócios”, conclui o executivo da Origami.
O horizonte para as empresas que investem na emoção do consumidor é promissor e de longo prazo: globalmente, o mercado de marketing experiencial deve movimentar US$ 71,22 bilhões até o ano de 2035, segundo dados compilados pela Business Research Insights, chancelando a força do setor como ferramenta indispensável para a sobrevivência e crescimento das marcas na mente das pessoas.
Eventos
UBRAFE e Sebrae lançam capacitação em inteligência artificial para o setor de feiras e eventos

A UBRAFE (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios), em uma parceria estratégica com o Sebrae, acaba de anunciar o lançamento do workshop online Inteligência Artificial Aplicada a Feiras e Eventos. A iniciativa é totalmente desenhada para a capacitação de profissionais das empresas associadas que buscam integrar as soluções de IA em suas estratégias macro, rotinas operacionais e processos de negócios, acelerando a transformação digital do mercado de Live Marketing e eventos corporativos.
Com uma grade curricular distribuída em quatro blocos de aulas virtuais e ao vivo, o treinamento abordará desde os conceitos fundamentais da inteligência artificial até as engrenagens de construção de agentes de IA. A proposta pedagógica preza por uma abordagem prática e totalmente customizada para as dores e a realidade logística do setor de feiras de negócios. O conteúdo foi modularizado para atender colaboradores de diferentes departamentos e níveis de senioridade técnica, oferecendo uma bússola estratégica sobre como utilizar a tecnologia para turbinar a produtividade interna, otimizar custos e escalar os resultados das organizações. As transmissões acontecerão nos dias 1º, 2, 6 e 7 de julho de 2026, sempre das 17h às 19h.
O cronograma de aprendizado foi estruturado da seguinte forma:
Aula 1: Introdução e modelos de IA;
Aula 2: Ferramentas e aplicações práticas;
Aula 3: Elaboração de prompts;
Aula 4: Construção de agentes de IA.
Indo além das tradicionais exposições teóricas, a capacitação agregará benefícios tangíveis de consultoria para as marcas participantes. O pacote inclui um diagnóstico de maturidade digital customizado, trazendo recomendações técnicas específicas para o ecossistema de cada empresa, além de duas sessões gratuitas de mentoria individual com o time de especialistas do Sebrae. O objetivo dessas sessões é sanar gargalos e orientar a implementação das ferramentas na prática pós-curso. “Os eventos presenciais continuam sendo uma das ferramentas mais poderosas para a criação e gestão de relacionamentos comerciais. Nesse cenário, a Inteligência Artificial surge como uma aliada estratégica, capaz de ampliar a eficiência operacional, otimizar processos e potencializar os resultados de toda a cadeia de eventos”, avalia Paulo Octávio Pereira de Almeida, conhecido no mercado como P.O., diretor executivo da UBRAFE.
Ao término da jornada educacional, as empresas e profissionais receberão uma certificação oficial chancelada pelo Sebrae, chancelando o ganho de competitividade e o preparo para as novas demandas de mercado. “A iniciativa reforça o compromisso da entidade em promover conhecimento, inovação e competitividade para o setor de feiras e eventos de negócios, estimulando a adoção de tecnologias que impulsionam a transformação digital das empresas”, pontua Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.
O investimento para a inscrição é de R$ 800,00 por CNPJ, benefício exclusivo para o quadro de associados da UBRAFE. Cada organização parceira possui liberdade para inscrever o volume de colaboradores que julgar necessário para alinhar à sua estratégia interna de desenvolvimento. Como o foco prevê interatividade e acompanhamento consultivo, as vagas para o projeto são estritamente limitadas.









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