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URBN Experience anuncia IluminaRio, festival a céu aberto com obras de arte feitas de luz

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URBN Experience anuncia IluminaRio, festival a céu aberto com obras de arte feitas de luz

Depois do apagão provocado pela pandemia, a capital cultural do Brasil volta a se iluminar. A URBN Experience anuncia o IluminaRio, evento inspirado nos grandes festivais internacionais, que irá transformar o Rio de Janeiro em uma galeria a céu aberto com esculturas feitas de luz, sombras e projeções. O festival contará com obras inéditas de artistas prestigiados como Rosa Magalhães, Muti Randolph e Estúdio Chão. O festival acontecerá entre 23 de outubro e 7 de novembro, com expectativa de impactar pelo menos um milhão de pessoas.

As obras estarão distribuídas pela região do Porto Maravilha, que foi revitalizada e hoje abriga painéis de grafite, museus e outros aparelhos de cultura e lazer. “Esta área tem uma carga simbólica importante de recomeço, reconstrução e modernização. É exatamente o que vivemos agora”, analisa Julio Custódio, sócio-fundador da URBN Experience. E este recomeço será grandioso e inovador, já que o Rio de Janeiro nunca recebeu um evento luminotécnico do porte do IluminaRio em duração, tipo de arte e tecnologia aplicada.

“É um reencontro à altura do que o carioca merece ter com a cidade que tanto ama. Depois de um ano e meio de necessário distanciamento social, o setor artístico e o público sentem falta de atividades culturais ao ar livre. O IluminaRio vem como luz no fim do túnel para trazer de volta a arte, a beleza e o sonho”, diz Julio.

O evento é gratuito ao ar livre, e acontece de forma segura e acessível a todos. A originalidade e a segurança do IluminaRio já conquistaram o apoio formal do estado e do município do Rio de Janeiro.

Entre os artistas já confirmados para conceber as obras luminosas, estão nomes consagrados como a carnavalesca e artista plástica Rosa Magalhães, o especialista na fusão de arte e arquitetura Muti Randolph e o ateliê carioca Estúdio Chão. Eles farão parte dos autores Experts do festival e trarão obras inéditas, concebidas especialmente para o IluminaRio.

O IluminaRio também vai incentivar a educação artística e os novos talentos. Junto aos Experts, há as Collabs. Nesta proposta, instituições de formação artística como Spetaculu – organização dirigida por Vik Muniz, Gringo Cardia e Marisa Orth – serão desafiadas a criar obras à altura de seus mentores.

Na frente artística Futuro, o IluminaRio dará luz a artistas entusiastas, que serão selecionados através de uma curadoria artística e que terão a oportunidade de mostrar todo seu talento, tirando as suas ideias do papel e transformando-as em artes que serão vistas e conhecidas por toda a população carioca.

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UBRAFE organiza Missão Inovação China para conectar executivos do setor ao mercado global de feiras

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Com a proposta de aproximar o mercado nacional de feiras e eventos corporativos das principais inovações do setor no cenário internacional, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) realizará, entre os dias 14 e 22 de novembro de 2026, a Missão Inovação China. A iniciativa prevê uma imersão técnica de sete dias voltada aos associados da entidade, com um roteiro que inclui passagens por centros de exposições de grande porte, empresas de tecnologia e fornecedores da indústria de eventos global.

A escolha da China como destino fundamenta-se na infraestrutura e nos recursos tecnológicos desenvolvidos pelo país para a realização de grandes encontros de negócios. O itinerário concentra-se na região entre Guangzhou e Shenzhen, polo produtivo e tecnológico que reúne fabricantes e prestadores de serviços para o setor. O programa foi estruturado para profissionais do segmento corporativo, abrangendo visitas técnicas, sessões de networking e reuniões institucionais.

A agenda do grupo inclui visitas a sete centros de convenções e exposições de grande porte, além de reuniões de trabalho com nove empresas desenvolvedoras de soluções para feiras de negócios, quatro entidades representativas do setor e uma promotora de eventos local. A delegação brasileira também integrará a programação do Glocal International Exhibition Industry Summit, em Guangzhou, fórum focado no relacionamento entre lideranças e executivos da indústria internacional.

A ação faz parte da estratégia da UBRAFE para incentivar a atualização técnica e a modernização do mercado brasileiro de feiras e eventos de negócios, estimulando o intercâmbio de conhecimentos e a adoção de novas tecnologias operacionais.

“A inovação deixou de ser um diferencial para se tornar um fator estratégico para a competitividade das feiras e eventos. Ao promover essa missão, a UBRAFE oferece aos seus associados a oportunidade de conhecer, na prática, soluções, modelos de gestão e tecnologias que estão redefinindo o futuro do setor em todo o mundo e ampliando muito a eficiência das ações de Live Marketing“, comenta Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.

A participação no projeto é voltada exclusivamente aos associados da entidade, com a limitação de uma vaga por empresa para assegurar o caráter focado do grupo de tomadores de decisão. Além do acesso às agendas técnicas e aos encontros institucionais com organizações chinesas, o pacote da missão contempla hospedagem, transporte interno e serviço de tradução em português durante toda a programação.

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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

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A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.

De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.

Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.

Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.

Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”

A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.

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