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Twitch tem nova liderança na área de Ad Sales no Brasil

Phil Chaves é o atual head de vendas para a Twitch no Brasil e tem como meta desenvolver o pool de negócios da companhia localmente. Baseado em São Paulo, Phil e seu time serão responsáveis por apresentar e impulsionar a Twitch comercialmente, trazendo marcas e projetos para a plataforma que ajudarão na entrega de objetivos atuais e futuros.
Milhões de criadores realizam streamings ao vivo de suas sessões de gameplays – assim como de música, esportes e outras atividades – na Twitch diariamente. Streamers atraem um grande número de seguidores e os mais populares participam dos programas de Parceiros e Afiliados que a plataforma oferece. Estes programas permitem que criadores monetizem conteúdos com anúncios, inscrições pagas, patrocínios e endorsements, colocando as marcas na intersecção da cultura gamer e mainstream.O Brasil vivencia um boom na audiência de jogos desde 2017 – algo que não deve diminuir tão cedo, atingindo 96 milhões de jogadores ativos até 2022. Como resultado direto, a Twitch tem percebido um aumento sem precedentes no Brasil em 2020. Entre Janeiro e Agosto de 2020, o número de espectadores no País cresceu 98%.
Outra tendência interessante é que mais e mais pessoas estão entrando na frente das câmeras este ano. Nos primeiros seis meses de 2020, o Brasil viu um aumento de 163% em streamers únicos por dia. Alguns dos que chegaram ao topo incluem YoDa, Gaules, Skipnho e Alanzoka.
Mesmo conhecida como uma plataforma para gamers, a Twitch no Brasil identificou um aumento significativo em audiência de outros tipos de conteúdo. Música, por exemplo, cresceu 309% entre março e junho, enquanto a categoria Just Chatting, onde streamers populares de todo o mundo compartilham ideias e interagem com seus seguidores, 84%. Essas categorias permitem aos criadores compartilhar sua criatividade com os seguidores, além de dar oportunidade aos músicos de conexão com os fãs sem eventos presenciais. A popularidade da Twitch levou à parcerias com o SoundCloud e o Live Nation para ajudar os artistas a continuar gerando receita.
Com a audiência brasileira da Twitch crescendo consideravelmente e a próxima geração de consoles chegando, nunca existiu melhor momento para anunciantes ativarem sua marca na Twitch. E Phil Chaves tem como desafio ajudar as empresas no Brasil a navegar com excelência no espaço interativo. Vindo da Uber, liderou práticas comerciais B2B na América Latina, incluindo o Brasil, e teve papéis de liderança de vendas no Instagram, Facebook e Google.”A Twitch é o futuro do entretenimento. Quero aumentar a presença e a inovação na região. Mais de 1,5 milhão de pessoas no mundo todo estão na Twitch a qualquer momento e o Brasil é parte importante disso. Parte do meu desafio é traduzir este entusiasmo global em crescimento contínuo no Brasil com a comunidade próspera de streaming,” disse Phil.
Phil está inserido no universo da tecnologia há mais de 20 anos. A maior parte da sua carreira tem sido dedicada ao lado comercial, ajudando companhias altamente inovadoras que atuaram de forma disruptiva e mudaram indústrias inteiras. Com seu comando, Phil irá expandir e solidificar operações no Brasil para fortalecer a presença da Twitch neste mercado de rápido crescimento.
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.
Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.
Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”
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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?
Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.
A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.
Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.
Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.
A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.









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