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TNT Energy Drink oferece curso gratuito de programação

A TNT Energy Drink se juntou a SoulCode Academy para oferecer cursos gratuitos de programação e inclusão digital. O energético está patrocinando todas as turmas de 2021 da nova edtech brasileira, que tem como foco gerar impacto social, com empregabilidade através da capacitação tecnológica.
“Ter uma marca tão relevante como a TNT, que é conectada com o mundo de startups e tecnologia, preocupada com inclusão e impacto social, como nós, é uma honra. Faz todo o sentido para SoulCode Academy ter parceiros com este propósito”, afirma Fabricio Cardoso, cofundador e diretor-geral da edtech.
Investir no futuro
Desde o ano passado, a TNT Energy Drink incluiu a tecnologia como um dos pilares da marca e vem investindo em parcerias no setor para levar informação de qualidade aos seus consumidores. Em crescimento, a área de desenvolvimento vai requerer, até 2024, uma demanda média de 70 mil profissionais por ano, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).
“A TNT Energy Drink é uma marca que acompanha as novidades e tendências do nosso público. Vimos uma ótima oportunidade no setor de tecnologia, e a parceria com a SoulCode Academy veio em um ótimo momento. Poder contribuir com educação social, conhecimento, criatividade e inovação é mais um caminho que buscamos”, explica Eliana Cassandre, head de marketing do energético.
Sobre o curso
Com metodologia própria, baseada no conceito global “Tech for Good”, o curso da SoulCode Academy tem turmas reduzidas de no máximo 30 alunos, divididos entre homens e mulheres de diversas idades, com aulas online, em português e ao vivo. Além da capacitação técnica, também serão desenvolvidos aspectos comportamentais. As aulas têm duração de 16 semanas, com aproximadamente 700 horas de aulas teóricas e práticas.
A primeira turma patrocinada pela TNT Energy Drink já iniciou no dia 26 janeiro de 2021, mas as inscrições para a próxima turma devem ser abertas nos próximos dias. Estão previstos para este ano, no mínimo, seis bootcamps, podendo chegar a nove.
Os interessados em participar das aulas deverão passar por um processo seletivo, por meio de uma prova de lógica. Não é necessário formação prévia, qualquer pessoa pode se beneficiar do curso de capacitação em Web Full stack Junior da Soul Academy. Os finalistas serão selecionados após entrevistas e workshops com especialistas em RH e tecnologia.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Usaflex transforma áudios de WhatsApp em homenagem afetiva e lidera inovação no Dia das Mães

A Usaflex, marca gaúcha de calçados femininos, revelou sua estratégia central para o Dia das Mães 2026. Em uma iniciativa que une comportamento digital e neurociência do afeto, a empresa lançou a ação “Seu amor em alto e bom som”. A proposta transforma o gesto mais intrínseco do cotidiano brasileiro — o áudio de WhatsApp — em uma ferramenta de homenagem personalizada, permitindo que os consumidores criem vídeos exclusivos que combinam memórias fotográficas e mensagens de voz.
A escolha do formato está fundamentada em dados robustos de mercado. Segundo a Meta, o Brasil é o líder mundial isolado no uso de mensagens de voz, enviando quatro vezes mais áudios do que a média global. O hábito segue em expansão, com um crescimento de 7% na frequência de envio em relação a 2024. Ao identificar que o brasileiro dedica, em média, 150 horas por ano gravando ou ouvindo vozes no aplicativo, a Usaflex decidiu dar forma estética a um comportamento que já ocorre de maneira orgânica.
A mecânica da campanha, desenvolvida em parceria com a Stayfilm, utiliza um chatbot que guia o usuário por toda a experiência. Através da plataforma, o público envia fotos e grava um áudio de até 15 segundos. A tecnologia processa os elementos e gera automaticamente um filme customizado, pronto para o compartilhamento direto via WhatsApp ou redes sociais.
Para Manuela Cardona, diretora de marketing da Usaflex, a campanha reflete a evolução do posicionamento da marca. “O Dia das Mães sempre foi uma data importante para a Usaflex, mas este ano optamos em ir além do presente. Quisemos criar um momento. A gente percebeu que o brasileiro já se comunica de forma afetiva pelo WhatsApp todos os dias e a nossa campanha apenas potencializou isso, dando forma e conteúdo a esse gesto tão natural. É exatamente o que a Usaflex representa: conforto que vai além dos pés”, afirma Manuela.
A ação, assinada pela agência Paim United Creators, não se limita ao ambiente virtual. Nos dias 8 e 9 de maio, a marca instala uma cabine interativa no Shopping Center Norte, em São Paulo, onde o público poderá vivenciar a mecânica da campanha ao vivo. No digital, a narrativa se desdobra em editorias como o Drops de Afeto e o Roubartilhar, esta última focada na conexão geracional entre mães e filhas que dividem o guarda-roupa.
Mateus Tourinho, head de planejamento da Paim, destaca que a voz carrega uma carga emocional que o texto não consegue traduzir. “Quando entendemos a potencialidade do uso de áudios no Brasil, enxergamos um meio até mais íntimo de demonstração de carinho. Não é à toa que um dos países com as pessoas mais receptivas do mundo utilize tanto as mensagens de voz: isso é afeto”, explica.
Complementando a jornada, um squad de influenciadoras de grande alcance foi escalado para humanizar o conceito de “mães que abrem caminhos”, focando tanto no impacto emocional quanto na curadoria de presentes baseada em diferenciais tecnológicos. Como resume Rodrigo Pinto, vice-presidente de criação e conteúdo da Paim, a campanha permite “demonstrar, mesmo à distância, o amor e o vínculo com as mães”, consolidando a Usaflex como uma marca que entende, acima de tudo, o comportamento e a sensibilidade do seu público.
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mLabs diagnostica ruptura no mercado de mídias sociais

O mercado de marketing digital brasileiro atravessa uma metamorfose sem precedentes, onde o modelo clássico do profissional de social media — focado em métricas de vaidade e execução operacional — está sendo levado à obsolescência. O alerta vem da mLabs, plataforma de gestão de mídias sociais, que consolidou as conclusões da pesquisa “Panorama Agências e Profissionais de Mídias Sociais no Brasil”. O estudo, realizado com mais de 4 mil especialistas, mapeia o que a empresa batizou de “Paradoxo de 2026”: um cenário onde o uso massivo de Inteligência Artificial acelera a produção, as empresas exigem resultados financeiros agressivos, mas a remuneração média do setor sofre uma compressão histórica.
De acordo com o levantamento, três forças estruturais pressionam o setor simultaneamente. A primeira é a transformação da produção de conteúdo em commodity pela IA. Com 83% dos profissionais brasileiros já utilizando a tecnologia no cotidiano, produzir textos e vídeos em volume deixou de ser um diferencial competitivo. “Profissionais que ainda operam sob a lógica de pacotes genéricos e execução operacional tendem a perder relevância diante de uma tecnologia que entrega escala com mais eficiência e menor custo”, afirma Rafael Kiso, CMO da mLabs.
A segunda força é a canibalização do mercado. A baixa barreira de entrada atraiu um volume crítico de profissionais sem formação estratégica, gerando uma guerra de preços onde pacotes de publicações são ofertados por valores irrisórios. Dados da pesquisa revelam que 55% dos profissionais cobram até R$ 1.500,00 por seus serviços, enquanto apenas 8% conseguem ultrapassar a faixa de R$ 4.000,00. Segundo Kiso, o que separa esses dois grupos não é o tempo de carreira, mas o nível de maturidade estratégica.
A terceira pressão vem das empresas contratantes, que reduziram drasticamente a tolerância para entregas baseadas apenas em curtidas e alcance. Hoje, a demanda é por impacto direto no faturamento, como geração de leads qualificados e vendas. No entanto, o estudo evidencia um descompasso alarmante: enquanto 63% dos profissionais focam no engajamento, os clientes priorizam resultados de negócio. Esse desalinhamento explica por que 51% dos especialistas admitem dificuldade em entregar resultados reais. “Não se trata de uma mudança incremental, mas de lógica. O profissional que apresenta crescimento de engajamento quando o cliente espera impacto financeiro expõe um problema que não é técnico, mas de percepção de valor. O diferencial competitivo agora passa a ser a capacidade de conectar estratégia, dados e resultado de negócio”, reforça o executivo.









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