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TIM leva 4G a regiões de difícil acesso utilizando energia solar para conectar antenas

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Democratizar o acesso à conectividade é uma das prioridades da TIM, assim como a condução do negócio em linha com as melhores práticas ambientais, sociais e de governança. Por isso, a operadora está utilizando sites off-grid no projeto de expansão da sua cobertura 4G, que alcançará todos os municípios brasileiros até 2023. O objetivo é levar a rede de quarta geração a locais de difícil acesso e sem energia elétrica disponível, com a instalação de torres e antenas alimentadas por painéis solares.

A iniciativa pioneira está atrelada às metas da TIM de uso de fontes renováveis de energia, de ecoeficiência e de acesso à conectividade e já está em implementação no país, levando a presença 4G da empresa a distritos, vilas, estradas, resorts e pontos turísticos que hoje não são atendidos por outras operadoras. Cada site do projeto tem sua própria geração de energia solar com painéis fotovoltaicos e utiliza ainda baterias de lítio, que garantem autonomia completa e mais capacidade para ciclos de carga e descarga, resultando em maior vida útil do equipamento. Dessa forma, a operadora garante uma maior cobertura 4G com infraestrutura simplificada, de baixo impacto ambiental e menor custo.

Os dois primeiros sites off-grid estão localizados em São Paulo e foram ativados, em parceria com a Highline, em fevereiro. Um fica em Presidente Bernardes, na região Oeste do Estado, a 578 quilômetros da capital, e fornece cobertura 4G para parte da BR 374 (Rodovia Castelo Branco), no trecho entre as cidades de Presidente Prudente e Presidente Venceslau. O outro fica em General Salgado, a 80 quilômetros de Araçatuba, no Centro Oeste paulista, atendendo a SP 463. Outros 13 sites off-grid também estão em fase de implementação nos estados de São Paulo – ainda com Highline -, em Santa Catarina, Pará e Acre – em parceria com IHS e Winity.

“Nosso objetivo é levar conectividade a qualquer lugar do Brasil com o uso de diferentes tecnologias, para cobrir 100% do país com a nossa rede 4G até 2023. Temos um modelo de negócio escalável baseado em sites autossuficientes e sustentáveis, ideais para localidades onde a energia comercial é precária. Ajudamos ainda a aprimorar o potencial de negócios como resorts e atrações turísticas e incluir digitalmente distritos e vilas”, declara Leonardo Capdeville, CTIO da TIM Brasil.

Mario GirasoleVP de Assuntos Regulatórios e Institucionais da operadora ressalta a importância de iniciativas verdes, alinhadas aos pilares ESG (ambientais, sociais e de governança, na sigla em inglês) da companhia: “A jornada ESG da TIM é uma longa realidade, de mais de uma década de iniciativas e resultados, e mantemos sempre o empenho constante para conduzir negócios baseados nas melhores práticas corporativas. Iniciativas inovadoras, como os sites off-grid, são essenciais nessa evolução. O projeto faz parte de nossas ambições ESG e vai também colaborar com a nossa meta de, até 2025, alcançar 80% de ecoeficiência no tráfego de dados e ter 90% do nosso consumo de energia proveniente de fontes renováveis, além de contribuir também com aspectos sociais ao promover a inclusão digital”, explica o executivo.

Para Carolina VilelaDiretora Comercial da Highline“o projeto em parceria com a TIM reforça nossos objetivos de investimento em infraestrutura digital. Está no centro da estratégia da Highline disponibilizar um conjunto completo de soluções sustentáveis que suportem nossos clientes, as operadoras, a prover conectividade de qualidade e democratizar os serviços digitais no Brasil”.

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Nova campanha da Conta Simples usa nostalgia tóxica para decretar o fim do modelo de cartões corporativos tradicionais

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A Conta Simples acaba de colocar na rua sua nova campanha de marca, trazendo para o centro do debate uma dor que ainda afeta profundamente o ecossistema empresarial do país. Com uma abordagem criativa centrada no conceito de “nostalgia tóxica”, a ação posiciona o Cartão Inteligente como a principal alternativa para romper com o modelo corporativo tradicional, um sistema arcaico que ainda trava a operação financeira de 63% das empresas brasileiras. A estratégia de comunicação foi milimetricamente desenhada para escancarar o contraste entre o passado operacional e a inovação tecnológica, contrapondo o caos de um único cartão compartilhado à eficiência de uma ferramenta onde cada emissão já nasce com regras pré-definidas.

Essa distinção se reflete diretamente no dia a dia das organizações. No formato tradicional, o controle funciona apenas no papel, mas falha gravemente na prática, uma vez que a falta de travas embutidas permite que qualquer despesa seja efetuada, gerando surpresas desagradáveis quando a fatura chega. Em contrapartida, o Cartão Inteligente inverte completamente essa lógica. Cada dispositivo, seja físico ou digital, é configurado com limites específicos, categorias de compras permitidas e responsáveis definidos por equipe, projeto ou tipo de despesa. Caso um pagamento fuja das diretrizes estabelecidas, a transação é bloqueada instantaneamente. A consequência direta dessa automação é a redução drástica do retrabalho, o aumento da previsibilidade financeira e a extinção da burocracia dos reembolsos.

“O Cartão Inteligente não é apenas sobre oferecer crédito. É sobre dar autonomia com controle total antes mesmo do gasto acontecer. O modelo tradicional ainda depende de um único cartão compartilhado e de conferência depois do gasto. O que estamos propondo é uma mudança de lógica e a nova campanha foi construída para tornar esse contraste impossível de ignorar”, afirma Conrado Tourinho, CMO da Conta Simples.

Para traduzir esse posicionamento em imagens, a agência cccaramelo desenvolveu uma trilogia de filmes com estética cinematográfica marcante, utilizando o recurso de telas divididas para colocar os dois mundos lado a lado. No primeiro filme da série, intitulado “Vai e Volta”, a narrativa viaja até os anos 2000 para retratar o colapso de um escritório inteiro refém de um único cartão físico, desencadeando uma busca frenética e interminável via ligações telefônicas. O segundo episódio, “Telefone Sem Fio”, satiriza a falta de comunicação e o desencontro de informações sobre o paradeiro do cartão, resgatando plataformas da época como o MSN e o SMS. Fechando a trilogia, “Se Beber, Não Pague” exibe o choque de um gestor ao analisar o extrato financeiro após uma noite de excessos da equipe, repleta de gastos extravagantes em bares e limusines que o sistema antigo, sem travas prévias, foi incapaz de barrar.

Longe de ser apenas uma licença poética para o entretenimento, o caos retratado nas peças publicitárias é estritamente baseado em dados do mercado real. De acordo com a segunda edição do Panorama da Gestão de Despesas Corporativas, estudo realizado pela própria Conta Simples em parceria com a Visa, 58% das empresas nacionais ainda operam com apenas um ou dois cartões PJ centralizados. A estatística comprova que o enredo dos filmes não é uma ficção exagerada, mas sim o cotidiano operacional de mais da metade do mercado corporativo.

O lançamento da campanha reflete o momento de robustez da fintech. A Conta Simples alcança este patamar com um histórico de mais de 2 milhões de cartões emitidos ao longo de sua trajetória, tendo movimentado R$ 25 bilhões apenas no último ano. Além disso, a empresa registrou um crescimento expressivo de 140% na emissão de novos cartões no primeiro semestre de 2025, números que consolidam sua liderança na transformação do cartão corporativo em uma autêntica ferramenta de inteligência e gestão financeira.

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Ticket celebra 50 anos com foco em sua evolução tecnológica rumo à experiência 100% digital

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A Ticket acaba de dar o pontapé inicial nas comemorações de seu cinquentenário. Sob a assinatura institucional “Ticket: há 50 anos, evoluindo. Hoje, 100% digital”, a nova campanha publicitária resgata a trajetória histórica da companhia, reposicionando-a como uma logtech focada no futuro, na desmaterialização dos meios de pagamento e na experiência do usuário.

O filme principal da campanha utiliza uma narrativa visual fluida para ilustrar a evolução do setor. A produção percorre a transição dos antigos blocos de papel (os tradicionais “talões”) para os cartões magnéticos corporativos, culminando no ecossistema atual: o cartão 100% digital integrado a carteiras digitais (Apple Pay e Google Wallet) e plataformas de e-commerce. Para materializar essa jornada estética, a agência apostou em tecnologias de modelagem 3D e ferramentas de inteligência artificial.

“A campanha materializa a evolução da Ticket ao longo dos seus 50 anos. Saímos do talão em papel, avançamos para o cartão e hoje oferecemos uma experiência 100% digital, conectada às necessidades dos usuários e RHs. Mais do que acompanhar mudanças, nosso papel sempre foi liderar essa transformação”, destaca Danilo Teixeira, diretor de marketing da Ticket.

Desenvolvida pela Euphoria Creative, a campanha foca na agilidade de ativação do benefício no primeiro dia de trabalho do colaborador, reduzindo a burocracia logística para os departamentos de Recursos Humanos — território onde a Ticket ostenta o título de marca número 1 na preferência dos profissionais de gestão de pessoas.

“O desafio criativo foi traduzir essa transformação de forma tangível. A ideia foi dar forma a essa evolução de um jeito visual e quase físico, mostrando como a Ticket esteve presente em diferentes momentos da vida das pessoas. A linguagem do filme reforça essa passagem do analógico para o digital de maneira fluida e simbólica”, detalha Marcelo Rizério, cofundador e CCO da Euphoria Creative.

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