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Tang anuncia relançamento com nova fórmula e embalagem

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Desde o começo do ano, Tang, líder no segmento de bebidas em pó, tem anunciado uma série de inciativas que reforçam seu propósito de se colocar como aliada de mães, pais e responsáveis na criação dos pequenos, pois acredita que a construção de bons hábitos e valores é efetiva para que se tornem adultos que farão do mundo um lugar melhor.

Dando continuidade a esse posicionamento, neste mês, Tang anuncia sua nova fórmula, que ganha um componente importante, a vitamina D, que se soma à já presente vitamina C. Além da nova fórmula, Tang também traz uma nova embalagem, que destaca os sabores do produto e reforça os claims “baixo teor de açúcares e sódio”, em uma iniciativa informativa para auxiliar os pais em boas escolhas no seu dia a dia.

Toda essa transformação protagonizada por Tang envolve profundo conhecimento dos hábitos dos consumidores. A marca ouviu dois mil brasileiros em uma pesquisa intitulada “Liquimetrics”, para entender os seus hábitos de ingestão de líquidos, os volumes diários consumidos, o que “motiva” a sede das pessoas, além dos perfis de consumidores que a categoria de bebidas tem.

“Essa investigação foi muito rica. Descobrimos quais são as principais motivações da ingestão de líquidos e com isso, entendemos que Tang entrega um produto parceiro da refeição, uma bebida leve e ideal para compartilhar, que as crianças amam, e as mães aprovam”, conta Paloma Di Santo, Diretora Associada das Marcas Tang, Clight e Fresh na Mondelēz Brasil.

Com esse direcional, a marca também investe em estreitar sua conexão com as famílias e tem trabalhado para atender às expectativas de pais e mães millennialsque são superconectados e altamente exigentes na busca de boas opções que impactem o futuro dos seus filhos. “Essa mudança na composição de Tang é um movimento importante da marca para atender aos anseios desse público”, afirma Paloma.

O relançamento acontece, estrategicamente, próximo ao verão, período especialmente importante para o mercado de bebidas frias. Aproximadamente um terço das vendas da marca acontece durante os 3 meses mais quentes do ano: “Acreditamos que será o verão mais importante dos últimos anos, reforçado pelos lançamentos e pelo reconhecimento de Tang pelos seus consumidores como um produto saboroso, leve e que vai bem com a refeição, porque não estufa e, agora, com uma fórmula ainda mais rica. Todas essas iniciativas vêm para contribuir ainda mais com a confiança que a marca já tem”, finaliza Paloma.

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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