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Subway lança campanha ‘Pq não?’, de estímulo à experimentação do SubVeg

A Subway® acaba de lançar uma nova campanha para o SubVeg, o sanduíche totalmente vegano da marca. O objetivo é incentivar os consumidores a experimentarem novos sabores e a desafiarem o estereótipo da comida sem ingredientes de origem animal, mostrando que ela pode ser tão ou até mais gostosa do que muita gente pensa.
Idealizada pela Dentsu McgarryBowen, a campanha “Pq não?” vai ao ar nesta quinta-feira (18), com um vídeo, posts e stories no Instagram e no Facebook, além da postagem de tweets reais de sublovers vegetarianos e veganos no Twitter. A sustentação da campanha contará com a participação do influenciador Whindersson Nunes e também com posts comentando a customização do sanduíche, com ingredientes exclusivos da marca. Além disso, na segunda-feira sem carne (22/02), haverá outros conteúdos bem-humorados dedicados à data. A campanha fará, ainda, a ativação de influenciadores amantes da marca, como a youtuber e apresentadora de TV Mari Moon.
Receita sem componentes de origem animal
Lançado no ano passado pela Subway, o SubVeg é um sanduíche que não possui nenhum ingrediente de origem animal em sua receita original. Ele é feito com proteína vegetal e um cheddar cremoso vegano exclusivo da marca, que imita a textura e o sabor do queijo feito com leite de vaca. O pão utilizado é o italiano, e os clientes podem escolher entre os molhos barbecue e cebola agridoce, além de adicionar seus vegetais favoritos e fresquinhos.
A iniciativa para o lançamento do lanche recebeu a assessoria da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) e já é o queridinho dos veganos, como uma opção deliciosa e rápida. “Parabenizamos a iniciativa da Subway, que se tornou a primeira grande rede de lanchonetes a lançar uma opção 100% vegetal. Finalmente não é preciso pedir o seu lanche ‘sem alguma coisa’ para que seja livre de ingredientes de origem animal”, comemora Mônica Buava, gerente de campanhas da SVB.
“Experimentar novos sabores é parte da nossa missão de trazer inovação de forma mais inclusiva. Esse sub é perfeito para qualquer pessoa, inclusive para aquelas que seguem dietas restritivas. Nosso objetivo é levar comida rápida e de qualidade, que seja inclusiva e acessível a todo mudo”, explica Gabriel Ferrari, diretor de marketing da Subway® Brasil.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos








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