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Spaten lança campanha inédita que reforça sua expertise de mais de 600 anos

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Spaten lança campanha inédita que reforça sua expertise de mais de 600 anos

Filme lembra momentos marcantes da história e posiciona Spaten como uma das primeiras cervejas puro malte do mundo

Para marcar sua chegada ao Brasil, Spaten, um dos rótulos de cerveja mais tradicionais do mundo, campanha evidenciando toda sua expertise e existência a partir de momentos marcantes da história do mundo.

“A campanha reforça a autoridade da Spaten, que faz sucesso há mais de 600 anos e tem expertise e qualidade inquestionáveis. Apresentar para os brasileiros e brasileiras a criadora do estilo Munich Helles é propor uma imersão na cultura cervejeira alemã por meio do paladar”, diz Joice Carvalho, gerente de Marketing da Ambev.

No filme criado pela LVL, é feita uma viagem no tempo, saindo dos dias de hoje e indo até 1397, o ano de criação da cervejaria Spaten, passando por momentos importantes para a humanidade como a chegada do homem à lua e o primeiro voo do 14-Bis, por exemplo. Confira o filme: 

 

“Estamos desde o início envolvidos na campanha de lançamento de Spaten no Brasil. Todo o trabalho estratégico, criativo, testes e as pesquisas fazem parte do resultado que estamos entregando neste filme. Para garantir que cada época fosse retratada com fidelidade, houve um estudo aprofundado com historiador para usar logos, canecas, vestimentas e costumes de cada época”, completa Roberto Campos, CEO da agência LVL.

Criadora do estilo Munich Helles, Spaten tem sabor forte, mas na medida capaz de agradar a todos. Disponível em garrafas de 355ml e 600ml, além da lata sleek de 350ml, no Empório da Cerveja, Zé Delivery, supermercados e bares das principais capitais e áreas metropolitanas do país.

Ficha técnica (Campanha):

Título: Origem

Duração: 30”

Agência LVL

CEO: Roberto Campos

Direção de criação: Leonardo Bazello, Victor Sant’ Anna

Criação: Eduardo Martins, Gustavo Soares e Leonardo Bazello

Atendimento: Bruno Luiz, Tatiane Cerri

RTV: Fernanda Ragazzi, Carla Zulu

Planejamento: Daniel Rios, Gabriel Espósito

Mídia: Rodolpho Aguiar Eufrosino, Andre Ellero, Thaís Caruso e Michelle Dellamonica

Digital: Vanessa Rodrigues, Junior Ernesto e Lorena Matioli

Aprovação Cliente: Pedro Adamy, Joice Carvalho, Gabriela Sebba e Marina França

Produtora de Imagem: Tropical Film

Direção de Cena: Rog Souza

Produção Executiva: Gabriel Dagostini

Coordenação de Produção: Renata Munaretto, Gabriela Carvalho, Jonas Matos

Assistente de Atendimento: Andressa Cardoso

1º Assistente de Direção: Iuri Santos

2º Assistente de Direção: Carol Fernandes e Fabi Luz

Assistência Criativa: Duda Del Cueto

Direção de Produção: Luciana Oppido

Assistente de Produção: Kika Carvalho e Sara Serra

Diretor de Fotografia: Fernando Bertoluci

Direção de Arte: Denis Netto

Assistentes de Arte: Livia Blues e Aline Bernardi

Produção de Arte: Lelou Carvalho

Produção de Objetos: Fernanda Bley

Assistente de Produção de Objetos: Edu Gióia

Produção de Elenco: Flavia Cocozza

Figurino: Katia Gimenez

Make / Caracterização: Carla Carrasco

Edição:  Danilo Abraham

Color Grading: Fernando Lui (Marla)

Finalização: Marilia Ramos

Pós-Produção: Voodoo House

Produtora de áudio: A-Gandaia

Produção Executiva: Pedro Turra & Samira Tortelli

Atendimento: Rodrigo Campos

Coordenação: Marcos Forbes & Cesar Renato Rodrigues

Direção Artística: Pedro Turra

Direção Musical: Sérgio Soffiatti & Fabio Mancuso

Produção Musical: Sérgio Soffiatti, Fabio Mancuso, Luis Lopes, Francisco Cabral, Marcelo Bucater, Edu Tedeschi

Canto & Letra Original: Edu Tedeschi

Locução: Lino Krizz

Gravação, Mixagem & Masterização: Luís Lopes & Felipe Castelo

Finalização: Fabio Mancuso & Francisco Cabral

Fotógrafo still: Gabriel Bianchini

Assistentes: Gael Oliveira e Calebe Fernandes

Produtor: Renato Guedes

Tratamento das imagens: MarPaulo

Fotógrafo produto:  Luiz Moretti

Tratamento: Andre Santos

Mock up: Rodrigo Kehdi

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Engenharia de dados torna-se a “espinha dorsal” para combater ROIs ilusórios no marketing digital

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No ecossistema do marketing de performance, um cenário de “fantasia” tem se tornado comum nas apresentações de resultados: a Meta reivindica 50 conversões, o Google Ads exige crédito por outras 40 e o TikTok por mais 30. No entanto, o sistema de e-commerce revela a realidade fria do caixa com apenas 80 vendas efetivas. Esse fenômeno, causado pela sobreposição de atribuição onde diferentes plataformas clamam para si o mesmo cliente, é o desafio que a engenharia de dados busca resolver ao estabelecer uma Single Source of Truth (Fonte Única de Verdade).

Para Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em marketing orientado por dados, esse desalinhamento é um risco estrutural que pode levar empresas a tomarem decisões baseadas em custos de aquisição maquiados. “Operações que crescem rápido tendem a quebrar primeiro na mensuração. Quando a base de dados é inconsistente, qualquer tentativa de otimização vira um chute”, alerta o executivo.

A solução para evitar que o marketing opere em um vácuo de realidade está na construção de uma arquitetura de mensuração robusta. Isso envolve estruturar como os dados são coletados e organizados ao longo de toda a jornada do usuário, garantindo que o clique de terça-feira no Instagram e a busca no Google na quinta-feira sejam compreendidos como parte de um único caminho de conversão.

Um dos conceitos centrais apresentados por Bohn é o tracking, o rastreamento técnico das interações por meio de eventos padronizados. Quando ações como visitas, installs ou preenchimento de formulários são organizadas sob regras claras, a empresa ganha consistência na leitura de dados. A criação de uma single source of truth consolida essas informações em um ambiente confiável, eliminando as discrepâncias entre o que as ferramentas de anúncio dizem e o que a conta bancária da empresa mostra. “Esse processo costuma incluir verificações sistemáticas para garantir a qualidade e a integridade das informações coletadas”, aponta o sócio da Elementar Digital.

Além disso, a rastreabilidade ponta a ponta permite mapear as chamadas micro-conversões — etapas intermediárias como adicionar um produto ao carrinho ou assistir a um vídeo. Esse mapeamento detalhado identifica gargalos no funil de vendas com precisão cirúrgica, permitindo ajustes que realmente impactam o resultado final.

Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de confiar nos próprios números separa as operações perenes daquelas que colapsam sob o peso do próprio crescimento. Para o especialista, a engenharia de dados é o herói invisível por trás das campanhas de sucesso. “O que separa operações que escalam daquelas que colapsam não é o volume de investimento, mas a capacidade de confiar nos próprios dados. Sem isso, não existe decisão inteligente. A engenharia de dados não aparece no criativo nem na campanha, mas é ela que garante que cada real investido tenha uma direção clara. Sem essa base, crescimento não é escala, é instabilidade”, conclui Felix Bohn.

Com a consolidação dessas práticas, o setor de live marketing e publicidade digital caminha para uma maturidade onde a transparência dos dados sobrepõe-se às métricas de vaidade, garantindo que a estratégia de negócio esteja ancorada em fatos, e não em algoritmos de atribuição conflitantes.

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Gestão contextual de mídia torna-se pilar estratégico para marcas durante a Copa do Mundo 2026

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Com o início oficial da Copa do Mundo marcado para 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, o mercado publicitário global se prepara para o que deve ser o maior pico de audiência digital da história. O torneio não apenas mobiliza torcidas, mas incendeia as redes sociais com bilhões de interações em tempo real, criando um dos ambientes mais valiosos — e desafiadores — para o brand experience. Segundo Edvaldo Silva, diretor regional na América Latina da Zefr, empresa de verificação e contextualização de mídia, o sucesso das marcas dependerá de uma gestão de campanhas significativamente mais sofisticada.

O volume de dados impressiona: o relatório Culture in Play, da We Are Social North America, já registrou mais de 767 milhões de conversas sobre o mundial desde janeiro, gerando bilhões de impressões. Esse cenário transforma plataformas como YouTube, TikTok e Meta em campos de batalha pela atenção do consumidor, onde jogos, memes e transmissões paralelas ditam o ritmo do engajamento. “Eventos globais como a Copa do Mundo criam uma avalanche de conteúdo nas redes sociais. Para as marcas, isso representa uma enorme oportunidade de alcance, mas também exige maior inteligência na gestão das campanhas para garantir que os anúncios apareçam ao lado de conteúdos alinhados aos seus valores e posicionamento”, afirma Silva.

Para o executivo, o conceito tradicional de brand safety (segurança da marca), que foca em evitar conteúdos estritamente negativos, já não é suficiente. A discussão evoluiu para o brand suitability (adequação da marca), que busca garantir o alinhamento contextual fino. Em um ambiente impulsionado por vídeos e recomendações algorítmicas, um anúncio pode ser exibido ao lado de conteúdos sensíveis, como debates políticos ou notícias de última hora, que, embora não sejam “proibidos”, podem estar desalinhados com a imagem da empresa.

Silva alerta que o risco aumenta durante o torneio, quando a conversa sobre uma partida pode rapidamente derivar para temas controversos ou desinformação. “Sem uma análise mais contextual e contínua, parte do investimento pode acabar sendo direcionada a conteúdos que não refletem os valores ou os objetivos de comunicação da marca”, explica o diretor.

Um dos principais obstáculos para as marcas é a rapidez com que as tendências ganham escala. Replays e conteúdos virais inesperados moldam o contexto em questão de segundos. Por isso, a análise não pode ser apenas textual, baseada em palavras-chave, mas deve considerar elementos visuais e narrativas complexas. “Evitar conteúdos inadequados é apenas o primeiro passo. O desafio hoje é ir além da análise textual e também avaliar elementos visuais e narrativas para equilibrar a visibilidade de alto impacto com contextos seguros e adequados durante um momento cultural relevante”, reforça o especialista da Zefr.

Apesar da complexidade operacional, a Copa do Mundo de 2026 permanece como a “vitrine de ouro” para a construção de marca no ambiente digital. A conclusão do setor é clara: em um ecossistema cada vez mais dinâmico, as marcas que conseguirem combinar a escala massiva do evento com um controle contextual rigoroso serão as que transformarão a alta atenção do público em resultados reais de negócio.

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