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SNICKERS® relança campanha “Como você fica quando está com fome?” com embalagens exclusivas e filtros personalizados nas redes sociais

Como você fica quando está com fome? Irritado? Confusa? Impaciente? Sabendo que essa situação pode transformar o humor de qualquer um e após o sucesso da primeira edição da campanha em 2017, SNICKERS® relança a icônica campanha e traz 13 novos estados de humor relacionados a fome nas embalagens de 45g e 78g, que já estão disponíveis nos pontos de venda a partir de hoje.
Para gerar uma interação no ambiente digital, a marca desenvolveu diversos filtros no Instagram e Facebook com alguns destes sintomas. Assim, a partir de hoje, os consumidores podem brincar com os filtros na plataforma e marcar a página oficial de SNICKERS® no Instagram (@snickersbr) para serem selecionados para aparecerem¹ nas peças de comunicação da campanha.
A campanha, desenvolvida para a Mars Wrigley pela AlmapBBDO, segue o slogan global “você não é você quando está com fome”, que é uma verdade absoluta, já que em qualquer lugar do mundo as pessoas mudam o comportamento por estarem com fome. Além disso, funciona como uma forma de associação rápida ao produto, porque SNICKERS® se posiciona como a solução desta questão e é especialista quando se trata de fome.
Tanto as embalagens como os filtros foram pensados para conectar pessoas, seja por meio de uma brincadeira, ao presentear com um SNICKERS® aquela pessoa que não consegue esconder o humor na hora da fome, ou assumindo para os outros como ficamos nesse momento.
“Os consumidores estão mudando a maneira como interagem com o conteúdo nas redes sociais, além de passarem mais tempo nessas plataformas. Com este cenário, tivemos que pensar em uma maneira inovadora de nos conectarmos com essas pessoas e aproximá-los da marca.
Por isso, trouxemos de volta a campanha de sucesso de SNICKERS®, mas com a novidade dos filtros e novos sentimentos nas embalagens, que trazem uma brincadeira divertida para o momento de consumo de conteúdo nas redes e engajam o consumidor. Somado a isso, procuramos sempre proporcionar melhores momentos que façam o mundo sorrir e é por isso que trouxemos o humor para ilustrar um momento tão peculiar que é quando estamos com fome”, reforça Renata Sato, Head de Marketing da Mars Wrigley no Brasil.
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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.
O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.
Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.
Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.
O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.
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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.
Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.
Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.
“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.
A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.








