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Singer do Brasil tem nova Diretora de Marketing

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Concheta Feliciano assume o cargo com o desafio de alavancar a categoria e consolidar a liderança da marca no mercado de máquinas de costura

Singer do Brasil, líder mundial na fabricação de máquinas e acessórios de costura domésticos e industriais, tem nova Diretora de Marketing. Concheta Feliciano, ex Microsoft, Samsung e Whirlpool, assumiu recentemente o cargo da empresa que, em 2021, completa 170 anos com o desafio de alavancar a categoria que pode colaborar imensamente para o desenvolvimento da economia do país, uma vez que favorece o empreendedorismo e a autonomia profissional de seus consumidores. A executiva está confiante e enxerga uma grande oportunidade para inovar em produtos e serviços.

“Meu principal objetivo é consolidar a liderança da marca, que possui 60% de Market Share na América Latina em máquinas de costura, e fazer esse mercado crescer. Hoje a penetração de máquinas de costura é relativamente alta nos mercados em que a Singer atua, porém, o ciclo de vida também é alto. Com isso, quero que os consumidores percebam a tecnologia, qualidade e facilidade de uso nos novos produtos para que os troquem e obtenham ganhos em termos de funcionalidade e usabilidade. A ideia também é trazer outros produtos para compor a linha e entregar uma solução integrada para o cuidado com as roupas”, afirma a executiva.

Outra meta no novo cargo é fazer com que a Singer respire novos ares e direcione seu foco totalmente para o consumidor, mudando a visão atual, bastante voltada para o produto. Concheta pretende também aumentar a penetração de máquinas eletrônicas, visto que a tecnologia está presente nessas máquinas para facilitar o uso e garantir qualidade na execução. A Diretora irá ainda focar em ações com o intuito de despertar o empreendedorismo por meio de produtos de custo x benefício compatíveis com o mercado.

Em termos de estratégia, Concheta quer revisitar a maneira como a marca está se comunicando com os consumidores e contará com investimentos em novos produtos que prometem entregar tecnologia e facilidade de uso.

“A Singer é uma marca democrática, preocupada em oferecer a melhor solução para todos os seus diferentes perfis de consumidores e, com isso, vou reforçar a preocupação da empresa em atender todos eles de acordo com suas necessidades. Quero falar com os empreendedores que fazem da máquina de costura seu escritório de trabalho, com os jovens que querem se sentir únicos e customizar suas próprias peças, com as pessoas que encontram na costura uma terapia para o dia a dia e com os criativos que transformam tudo em arte”, reforça. De acordo com a Diretora, a arte da transformação existirá sempre, então, é preciso comunicar essa magia de uma maneira contundente e que faça sentido para cada um desses consumidores.

Para colocar em prática todos os objetivos, Concheta contará com o apoio de três agências. A Trama Comunicação é a responsável pelo relacionamento da Singer do Brasil com a imprensa e influenciadores. A Memo foi a agência escolhida para trabalhar a estratégia de comunicação online e offline e a Work On em Trade Marketing.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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