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Sidney Magal regrava Sandra Rosa Madalena para o Banco24Horas

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Quando a música “Sandra Rosa Madalena” toca, com a voz marcante de Sidney Magal, é quase impossível ficar parado. O cantor, que se conecta com os mais diversos públicos e se reinventou ao longo do tempo, com hits que atravessam gerações, acaba de regravar a canção para o Banco24Horas, presente na vida de mais de 145 milhões de brasileiros com soluções que promovem inclusão financeira, autonomia, diversidade e liberdade de escolha.

O filme publicitário, criado pela BETC HAVAS, que traz a irreverente performance de Magal, retrata cenas da realidade brasileira mostrando que pagar com dinheiro tem desconto. Uma mulher encantada pelo vestido da loja, vai até o Banco24Horas e encontra o cantor sacando dinheiro e numa revelação especial ele começa a cantar “Quero vê-la sorrir, quero vê-la sacar, porque aqui você saca em todo lugar; Quero vê-la sorrir, quero vê-la sacar, é seguro e tem 4 saques sem pagar”, com sua voz poderosa e ritmo contagiante.

Para evidenciar a diversidade incentivada e realizada pelo Banco24Horas, a campanha trará desafios para músicos de vários estilos – do funk ao sertanejo e pagode -, que reproduzirão a versão Banco24Horas de “Sandra Rosa Madalena”. Entre os nomes confirmados estão Lucas Lucco, Valesca Popozuda e Xande de Pilares. Os desafios musicais poderão ser acompanhados, no perfil do @Banco24Horas e dos artistas nas redes sociais.
E o público também poderá participar, dançando essa nova versão da música em um filtro exclusivo no Instagram (disponível no perfil do @Banco24Horas).

Aos 71 anos de idade e com quase 60 anos de carreira, Magal é dono de uma vitalidade e de uma personalidade que representa a brasilidade, assim como o Banco24Horas, que se mantém atual e essencial na vida dos brasileiros. “É um prazer e uma alegria divertir as pessoas com a minha música e ainda associá-la a uma grande marca que também é conhecida por todos. Tenho certeza que esta nova versão é um convite para revivermos a Sandra Rosa Madalena”, fala o cantor, empolgado com esta regravação da música.

“O Magal é um artista que conseguiu atravessar gerações e se transformar em uma figura que faz parte da diversidade e autenticidade brasileira. A proposta de tê-lo junto ao Banco24Horas tem a ver essas características importantes que ele compartilha com a nossa marca, além da nossa conexão com o dia a dia do Brasil e das pessoas”, observa Thaís Passarella, Superintendente de Marketing, Marca e Comunicação da TecBan.

O resultado pode ser conferido a partir do dia 24 de novembro nas TVs Abertas, no online, nas Rádios, no Mídia Banco24Horas, nas telas do próprio Banco24Horas e em pontos Out of Home (OOH) nos principais trechos das cidades de São Paulo, Porto Alegre e Brasília.

Confira o vídeo da nova campanha do Banco24Horas n este link .

Ficha Técnica

Agência: BETC HAVAS

Cliente: TecBan (Tecnologia Bancária S.A.)

Produto: Banco24Horas

Título: Quero Vê-la Sacar

CEO e CCO: Erh Ray

CBO: Marcos Lacerda

VP de Criação: Alexandre Vilela (Xã)

Diretores de Criação: Alexandre Vilela (Xã), Juliano Almeida e Alessandra Pereira

Criação: Felipe “Cauby” Martins e Marconi Filho

Marcas & Negócios: André Gomes, Carolina Abreu, Miki Osanai e Daniel Franco

Canais & Engajamento: Jairo Soares, Thiago Ferraz, Robson Ferreira, Carla Fisher, Erika Luciani e André Silveira Lima

Estratégia: Agatha Kim

Projetos: Guilherme Grativol, Thamyris Magalhaes e Beatriz Volpolini

Produção: Anna Luisa Ferraz, Juliana Arantes e Juliana Rezende

Produtora: Surreal Hotel Arts

Direção: Oriol Barberà

Aprendiz de Direção: Luigi Parisi

COO: Cris Chacon

Produção Executiva: Milena Trindade

Head de Produção: Lu Martins

CCO: Carlão Busato

Line Producer: Vivi Sader, Olivia Fuchs e Ale Borzani

Direção de Fotografia: Lícia Arosteguy

Direção de Arte: Ale Maestro

Direção de Produção: Marcos Teshima

Produtor de Arte: Carlos Castilho

Staff Sidney Magal:

Make: Fabinho Araujo

Stylist: Marcelo Sommer

Coordenador de Pós-Produção: Bruno Melo

Finalização: Rui Fontes

Montagem: Jon Kadocsa

Pós-Produção: Clan

Correção de Cor: Bleach

Produtora de som: HEFTY

Produtor: Edu Luke, Otávio Cavalheiro, Cris Botarelli, Celso Moretti, Tuco Barini e Rud Lisboa

Atendimento: Debora Carvalho e Daniella Cabaritti

Coordenação: Ana Cordeiro e Susi Rodrigues

Aprovação do Cliente: Thais Passarella, Flavio Baraf Oliveira Garcia e Andressa Grilo
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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