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Seara investe em soluções inovadoras para sua linha de peixes e frutos do mar

Com o objetivo de levar à mesa dos brasileiros produtos com qualidade e valor nutricional, Seara Pescados amplia sua linha de proteína com mais 15 opções para o consumidor. Além disso, aposta em serviços personalizados para atender os pequenos, médios e grandes varejistas. A novidade está sendo apresentada na 18ª Semana do Pescado, que acontece até dia 15 de setembro.
Com ações promocionais e eventos gastronômicos, a Semana do Pescado é organizada pelo próprio setor produtivo, depois de ter sido criada pelo extinto Ministério da Pesca. Considerada a “segunda quaresma”, a campanha busca estimular o consumo de pescado no cardápio do brasileiro durante o ano todo.
Além dos dez produtos que já fazem parte do portfólio atual, como Tilápia, Salmão e Camarão, entre outros, a Seara apresenta seus novos itens: Bacalhau, Filé de Merluza, Pescada Amarela e Kit Risoto. Ainda para complementar, deliciosos empanados de Filé de Tilápia, Isca de Peixe, Tirinhas de Peixe e Anel de Lula. Para trazer mais praticidade para cozinha, chegam também o Salmão em Pedaço, com porções individuais de 125g, e o Filé de Tilápia em porção de 250g.

“Quando lançamos a nossa linha de pescados, sabíamos que o Brasil tinha potencial para aumentar o consumo da proteína, mas ainda havia uma carência na oferta e na distribuição nacional dos produtos de uma única marca. Com isso, desenvolvemos serviços e ferramentas específicas para tornar esse processo muito mais prático e fácil, usando toda a nossa estrutura logística e comercial para chegar à mesa dos brasileiros, atender com excelência os nossos parceiros e conquistar novos clientes”, explica Sandro Facchini, diretor do negócio de Pescados da Seara.
O diferencial do segmento começa com a otimização e disponibilidade de entrega, compra e abastecimento de um mix completo de produtos de pescados em um único parceiro, oferecendo ao varejista um suporte essencial para que ele consiga atender e escolher para sua gôndola o que mais vende e funciona para o perfil de seu consumidor.
Também como parte das soluções logísticas do negócio de Pescados da Seara está a preocupação com o pequeno varejo. Por isso, a marca desenvolveu embalagens específicas, com porções menores, que comportam desde o armazenamento até a venda e reposição, tudo isso sem deixar de lado a identidade visual e atratividade para estimular e fidelizar os clientes.
Tudo com a qualidade Seara, garantindo a preservação do sabor e as características nutricionais.
Contatos para imprensa
FleishmanHillard Brasil
Viviane Andrade | [email protected].
Flávia Toledo | [email protected].
Bruna Ballini |[email protected].
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








