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Saudade de Big Mac é o tema da nova campanha do Méqui

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Fernanda Paes Leme estrela filme da marca sobre o clássico Big Mac, eternizado como o número 1 e o sanduíche mais pedido da rede

A saudade de Méqui já é uma constante na vida de muitos consumidores e a marca sabe que, para aplacar esse sentimento, só o sanduíche mais famoso do mundo. Por isso, o Big Mac é a grande estrela da nova campanha, que chega para mostrar que o eterno número 1 continua sendo a primeira opção dos fãs. Para essa nova comunicação, a agência DPZ&T criou um filme que resgata o icônico jingle do Big Mac e é estrelado por Fernanda Paes Leme.

A nova comunicação vai ao ar nesta terça, 1º de setembro, mesmo dia em que a rede passa a oferecer o Duplo Big Mac e as edições limitadas do molho especial, em frascos de 190g e potes de 23g.

São duas opções de combos do Duplo Big Mac.
• McOferta Média com Pote 23g: McFritas, bebida, Duplo Big Mac e pote de 23g – por R﹩ 29.90


• McOferta Média com Frasco 190g: McFritas, 4 unidades de McNuggets, bebida, Duplo Big Mac e frasco 190g – por R﹩ 34.90


O novo sanduíche e os molhos estarão disponíveis nos restaurantes do Brasil. Para o delivery, a marca fechou uma parceria de exclusividade com o Uber Eats de 1º a 6 de setembro.


“Sabemos que nossos consumidores estão com saudade do Méqui e dos bons momentos que vivenciam em nossos restaurantes. Por isso, decidimos atender um pedido que escutamos com muita frequência: oferecer a possibilidade de adquirir o famoso molho especial do número 1. Para nossa comunicação estamos indo além, mostrando que o amor pelo Big Mac é tão grande que, quando bate a saudade, não adianta, ele será sua primeira escolha”, destaca João Branco, CMO do McDonald’s Brasil.

A campanha nasceu de uma situação comum para quem costuma ir ao Méqui: ficar na dúvida do que pedir e, muitas vezes, acabar não A campanha nasceu de uma situação comum para quem costuma ir ao Méqui: ficar na dúvida do que pedir e, muitas vezes, acabar não resistindo ao Big Mac. No comercial, produzido pela Prodigo Films e dirigido por Laga Vilanova, Fernanda Paes Leme estaciona seu carro e vai ao Méqui cantarolando o jingle famoso do Big Mac, mas adaptando a letra para sua indecisão sobre qual sanduíche escolher. Sentada à mesa, já com seu Big Mac em mãos, a locução expressa o que todos estamos sentindo no momento: “Saudade de um Big Mac, né, Fe?”.


Além do filme para TV, a campanha conta com desdobramentos no ambiente digital com a participação de Fernanda Paes Leme, assim como material de ponto de venda, mídia exterior e ações com influenciadores afinando instrumentos com inspiração no jingle do Big Mac, postando conteúdos sobre saudade e recebendo kits com os molhos especiais. Participam nomes como Lucas Lima, Vitor Kley, Gabi Luthai, Léo Picon, Christian Figueiredo, Jeniffer Nascimento, Lívia Inhudes, Rafa Freitas, Mateus Aguiar, Lucas Sugarrluck, Gabi/Cesar, Mariana Araujo, Barbara Kulaif, Felipe Vilarim, Fernando Cavinato, Juliana Arv e Bom dia Leo.

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Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

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Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.

A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.

A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.

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Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

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A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.

Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.

O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.

A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.

A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.

A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.

Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.

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